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Acordo de cooperação e auxílio entre o Tribunal Penal Internacional e a União Europeia
O Conselho da UE e o Alto Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança são responsáveis por coordenar as medidas adotadas pela UE e pelos países da UE para a aplicação dos artigos 2.o a 5.o da Decisão 2011/168/PESC, nomeadamente nos três domínios seguintes:
Fomentar o apoio universal
Garantir a independência do TPI
A fim de garantir a independência do TPI, a UE e os países da UE devem:
Apoiar o funcionamento eficaz
O Plano de Ação para dar seguimento à Decisão 2011/168/PESC contempla:
O acordo entrou em vigor em .
O TPI é o primeiro e único tribunal penal internacional permanente a nível mundial e foi estabelecido em Haia, Países Baixos. O TPI investiga e, sempre que se justifique, julga pessoas acusadas de crimes graves que afetam a comunidade internacional: genocídio2, crimes de guerra3, crimes contra a humanidade4 e crimes de agressão5. Foi estabelecido e é regido pelo Estatuto de Roma, que entrou em vigor em e foi ratificado por todos os países da UE.
Decisão 2006/313/PESC do Conselho, de , relativa à celebração do Acordo de Cooperação e Auxílio entre o Tribunal Penal Internacional e a União Europeia (JO L 115 de , p. 49).
Acordo de cooperação e auxílio entre o Tribunal Penal Internacional e a União Europeia (JO L 115 de , p. 50-56).
Decisão 2011/168/PESC do Conselho, de , sobre o Tribunal Penal Internacional e que revoga a Posição Comum 2003/444/PESC (JO L 76 de , p. 56-58).
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