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1)
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Na rubrica «A. Pessoas singulares», são aditadas as seguintes entradas:
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Nome
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Elementos de identificação
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Exposição de motivos
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Data de inclusão na lista
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«88.
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Elena Gennadyevna BAGUDINA
(Em russo: Елена Геннадьевна БАГУДИНА)
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Cargo: diretora-geral da Communication Platform LLC
Data de nascimento: 11.3.1954
Nacionalidade: russa
Sexo: feminino
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Elena Bagudina é diretora-geral da Communication Platform LLC, que é uma filial da VK (anteriormente conhecida por VKontakte), criadora e gestora da aplicação de telemóvel Max apoiada pelo Estado. Na qualidade de diretora-geral, Elena Bagudina é responsável pelo desenvolvimento e gestão da aplicação Max. O desenvolvimento da aplicação Max foi supervisionado pelo Serviço Federal de Segurança (FSB), que estabeleceu os requisitos a cumprir pelos programadores da aplicação Max. A aplicação Max deve ser pré-instalada em todos os telemóveis e tábletes vendidos na Rússia e está integrada no serviço Gosuslugi.
De acordo com vários peritos, a aplicação Max dispõe de amplas funcionalidades de vigilância e pode monitorizar as comunicações, incluindo a utilização de redes privadas virtuais (VPN), recolher dados sobre outras aplicações instaladas nos telefones, monitorizar as listas de endereços, identificar a localização dos utilizadores e instalar atualizações autónomas. A introdução e a promoção da aplicação Max pelo Estado russo foram acompanhadas de uma repressão e bloqueio de outras aplicações independentes, como o WhatsApp e o Telegram, de uma campanha para limitar a utilização de VPN, que permitia aos utilizadores aceder a conteúdos bloqueados na Rússia.
As informações recolhidas pelas autoridades russas através da aplicação Max serviram de base para aplicar a um cidadão russo uma coima pela publicação de conteúdos na aplicação.
Por conseguinte, Elena Bagudina presta apoio técnico à repressão da sociedade civil e da oposição democrática, nomeadamente prestando assistência e facilitando esses atos.
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13.7.2026
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89.
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Dmitry Valerianovich GACHKO
(Em russo: Дмитрий Валерьянович ГАЧКО)
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Cargo: diretor-geral e proprietário final da VAS Experts
Data de nascimento: 16.8.1976
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
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Dmitry Gachko é diretor-geral e proprietário final da sociedade de responsabilidade limitada VAS Experts, que fabrica, desenvolve e vende hardware e software relacionados com o chamado System of Operative Investigative Measures (SORM). Na qualidade de diretor-geral e proprietário final, Dmitry Gachko é responsável pelas atividades da Norsi-Trans VAS Experts relativas ao fabrico e fornecimento de hardware e software relacionados com o SORM.
O SORM é um sistema de vigilância utilizado desde meados da década de 1990 para controlar a Internet e as comunicações móveis na Rússia, a saber, a monitorização de chamadas telefónicas, mensagens de correio eletrónico, a utilização da Internet, mensagens de texto e redes sociais. Os fornecedores de telemóveis e de Internet são legalmente obrigados a instalar o SORM. O SORM está instalado em todos os centros de dados russos e em todos os pontos de intercâmbio na Internet e nos principais motores de pesquisa. O tráfego dos utilizadores é copiado para um servidor separado ou para um centro de dados à disposição do Serviço Federal de Segurança (FSB).
O SORM recolhe informações sobre a localização física dos utilizadores, os padrões de atividade, o tempo de utilização do dispositivo, o comportamento dos utilizadores e a utilização de diferentes cartões SIM num ou mais dispositivos. Esse sistema pode ser utilizado de forma retroativa e sem o conhecimento do fornecedor.
O SORM tem sido utilizado para visar jornalistas, figuras da oposição, grupos minoritários e cidadãos comuns. Também tem sido usado para acusar apoiantes da oposição russa, líderes como Alexei Navalny, organizadores de protestos, pessoas que sejam responsáveis por contas na Internet que criticam as autoridades russas ou que relatem a situação política e ativistas que se opõem à guerra de agressão contra a Ucrânia. O SORM também tem sido usado para deter preventivamente pessoas suspeitas de atividades antigovernamentais. O SORM teve um impacto profundo na possibilidade de os cidadãos russos obterem informações imparciais sobre a guerra de agressão contra a Ucrânia. Também foi utilizado para bloquear o tráfego de milhares de sítios Web e serviços ocidentais, bem como o acesso a estes.
A VAS Experts está envolvida no desenvolvimento, fornecimento e manutenção do SORM, incluindo do hardware e software integrados em redes de telecomunicações, permitindo assim que os serviços de informações tenham acesso direto a todo o tráfego. A VAS Experts é um fornecedor essencial do SORM que cumpre os requisitos de interceção impostos pelo FSB e apoia o funcionamento da infraestrutura de vigilância das comunicações da Rússia. A VAS Experts opera num quadro estabelecido e supervisionado pelas autoridades russas. Estas autoridades aprovam os requisitos técnicos para a implantação do SORM, exigem que os operadores coordenem os planos de execução, supervisionam a conformidade e utilizam o equipamento para atividades de interceção direta. Por conseguinte, a VAS Experts desenvolve e fornece equipamento especificamente concebido para cumprir os requisitos de vigilância definidos pelo FSB.
Como tal, Dmitry Gachko presta apoio material a atropelos e violações graves dos direitos humanos e à repressão da sociedade civil e da oposição democrática.
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13.7.2026
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90.
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Sergey Anatolevich OVCHINNIKOV
(Em russo: Сергей Анатольевич ОВЧИННИКОВ)
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Cargo: diretor executivo e proprietário final da Closed Joint-Stock Company “Norsi Trans”
Data de nascimento: 5.5.1955
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
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Sergey Ovchinnikov é diretor executivo e proprietário final da Closed Joint-Stock Company “Norsi-Trans”, que fabrica, desenvolve e vende hardware e software relacionados com o chamado System of Operative Investigative Measures (SORM). Na sua qualidade de diretor executivo e proprietário final, Sergey Ovchinnikov é responsável pelas atividades da Norsi-Trans relativas ao fabrico e fornecimento de hardware e software relacionados com o SORM.
O SORM é um sistema de vigilância utilizado desde meados da década de 1990 para controlar a Internet e as comunicações móveis na Rússia, a saber, a monitorização de chamadas telefónicas, mensagens de correio eletrónico, a utilização da Internet, mensagens de texto e redes sociais. Os fornecedores de telemóveis e de Internet são legalmente obrigados a instalar o SORM. Está instalado em todos os centros de dados russos e em todos os pontos de intercâmbio na Internet e nos principais motores de pesquisa. O tráfego dos utilizadores é copiado para um servidor separado ou para um centro de dados à disposição do Serviço Federal de Segurança (FSB).
O SORM recolhe informações sobre a localização física dos utilizadores, os padrões de atividade, o tempo de utilização do dispositivo, o comportamento dos utilizadores e a utilização de diferentes cartões SIM num ou mais dispositivos. Esse sistema pode ser utilizado de forma retroativa e sem o conhecimento do fornecedor.
O SORM tem sido utilizado para visar jornalistas, figuras da oposição, grupos minoritários e cidadãos comuns. Também tem sido usado, para acusar apoiantes da oposição russa, líderes como Alexei Navalny, organizadores de protestos, pessoas que sejam responsáveis por contas na Internet que criticam as autoridades russas ou que relatem a situação política e ativistas que se opõem à guerra de agressão contra a Ucrânia. O SORM também tem sido usado para deter preventivamente pessoas suspeitas de atividades antigovernamentais. O SORM teve um impacto profundo na possibilidade de os cidadãos russos obterem informações imparciais sobre a guerra de agressão contra a Ucrânia. Também foi utilizado para bloquear o tráfego de milhares de sítios Web e serviços ocidentais, bem como o acesso a estes.
A Norsi-Trans está envolvida no desenvolvimento, fornecimento e manutenção do SORM, incluindo do hardware e software que são integrados em redes de telecomunicações, permitindo assim que os serviços de informações tenham acesso direto a todo o tráfego. O SORM inclui equipamento de monitorização instalado nas instalações de fornecedores de telecomunicações. Este equipamento de monitorização fornece informações ao serviço de informações do governo russo, nomeadamente chamadas telefónicas, mensagens de texto, mensagens de correio eletrónico e tráfego na Internet. O SORM também facilita o acesso a dados de comunicações associados aplicações de mensagens, metadados, números de telemóvel, identificadores de telefone, geolocalização, nomes, endereços de correio eletrónico e endereços IP.
A Norsi-Trans é um fornecedor essencial da tecnologia SORM que cumpre os requisitos de interceção impostos pelo FSB e apoia o funcionamento da infraestrutura de vigilância das comunicações da Rússia. A Norsi-Trans opera num quadro estabelecido e supervisionado pelas autoridades russas. Estas autoridades aprovam os requisitos técnicos para a implantação do SORM, exigem que os operadores coordenem os planos de execução, supervisionam a conformidade e utilizam o equipamento para atividades de interceção direta. Por conseguinte, a Norsi Trans desenvolve e fornece equipamento especificamente concebido para cumprir os requisitos de vigilância definidos pelo FSB.
Como tal, Sergey Ovchinnikov presta apoio material a atropelos e violações graves dos direitos humanos e à repressão da sociedade civil e da oposição democrática.
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13.7.2026
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91.
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Mikhail Mikhailovich FOMIN
(Em russo: Михаил Михайлович ФОМИН)
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Cargo: diretor executivo da LLC Citadel
Data de nascimento: 22.3.1981
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
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Mikhail Fomin é o diretor executivo da LLC Citadel
A LLC Citadel opera em Moscovo e Nizhny Novgorod, e desenvolve e implementa o software e hardware do chamado Sistema de Medidas de Investigação Operacional (SORM) e presta também apoio neste âmbito. A LLC Citadel é o maior fabricante e, alegadamente, o fornecedor mais importante de hardware e software SORM na Rússia. Na sua qualidade de diretor executivo, Mikhail Fomin é responsável pelas atividades da LLC Citadel relativas ao fabrico e fornecimento de hardware e software relacionados com o SORM.
O SORM é um sistema de vigilância utilizado desde meados da década de 1990 para controlar a Internet e as comunicações móveis na Rússia, a saber, a monitorização de chamadas telefónicas, mensagens de correio eletrónico, a utilização da Internet, mensagens de texto e redes sociais. Os fornecedores de telemóveis e de Internet são legalmente obrigados a instalar o SORM. O SORM está instalado em todos os centros de dados russos e em todos os pontos de intercâmbio na Internet e nos principais motores de pesquisa. O tráfego dos utilizadores é copiado para um servidor separado ou para um centro de dados à disposição do Serviço Federal de Segurança (FSB).
O SORM recolhe informações sobre a localização física dos utilizadores, os padrões de atividade, o tempo de utilização do dispositivo, o comportamento dos utilizadores e a utilização de diferentes cartões SIM num ou mais dispositivos. Esse sistema pode ser utilizado de forma retroativa e sem o conhecimento do fornecedor.
O SORM tem sido utilizado para visar jornalistas, figuras da oposição, grupos minoritários e cidadãos comuns. Também tem sido usado para acusar apoiantes da oposição russa, líderes como Alexei Navalny, organizadores de protestos, pessoas que sejam responsáveis por contas na Internet que criticam as autoridades russas ou que relatem a situação política e ativistas que se opõem à guerra na Ucrânia. O SORM também tem sido usado para deter preventivamente pessoas suspeitas de atividades antigovernamentais. O SORM teve um impacto profundo na possibilidade de os cidadãos russos obterem informações imparciais sobre a guerra de agressão contra a Ucrânia. Também foi utilizado para bloquear o tráfego de milhares de sítios Web e serviços ocidentais, bem como o acesso a estes.
A LLC Citadel está envolvida no desenvolvimento, fornecimento e manutenção do SORM, incluindo o hardware e software integrados em redes de telecomunicações, permitindo assim que os serviços de informações tenham acesso direto a todo o tráfego. O SORM inclui equipamento de monitorização instalado nas instalações de fornecedores de telecomunicações. Este equipamento de monitorização fornece informações ao serviço de informações do governo russo, nomeadamente chamadas telefónicas, mensagens de texto, mensagens de correio eletrónico e tráfego na Internet. O SORM também facilita o acesso a dados de comunicações associados aplicações de mensagens, metadados, números de telemóvel, identificadores de telefone, geolocalização, nomes e endereços de correio eletrónico e endereços IP.
A LLC Citadel é um fornecedor essencial do SORM que cumpre os requisitos de interceção impostos pelo FSB e apoia o funcionamento da infraestrutura de vigilância das comunicações da Rússia. A LLC Citadel opera num quadro estabelecido e supervisionado pelas autoridades russas. Estas autoridades aprovam os requisitos técnicos para a implantação do SORM, exigem que os operadores coordenem os planos de execução, supervisionam a conformidade e utilizam o equipamento para atividades de interceção direta. Por conseguinte, a LLC Citadel desenvolve e fornece equipamento especificamente concebido para cumprir os requisitos de vigilância definidos pelo FSB.
Como tal, Mikhail Fomin presta apoio material a atropelos e violações graves dos direitos humanos e à repressão da sociedade civil e da oposição democrática.
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13.7.2026
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92.
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Alexander Vladimirovich GNUTOV
(Em russo: Александр Владимирович ГНУТОВ)
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Cargo: diretor da Colónia Penal 10 (desde 2024),
Antigo diretor adjunto da Colónia Penal 10 (de 2022 a 2024)
Data de nascimento: 9.8.1980
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de assaporte: 6100202615
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Alexander Gnutov é o diretor da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações, não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Alexander Gnutov é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Alexander Gnutov é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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93.
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Alexei Vladimirovich ANASHKIN
(Em russo: Алексей Владимирович АНАШКИН)
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Cargo: diretor adjunto da Colónia Penal 10
Data de nascimento: 9.6.1978
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de passaporte: 8902524698
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Alexei Anashkin é o diretor adjunto da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações, não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Alexei Anashkin é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Alexei Anashkin é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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94.
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Egor Viktorovich AVERKIN
(Em russo: Егор Викторович АВЕРКИН)
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Cargo: diretor adjunto da Colónia Penal 10
Data de nascimento: 8.10.1992
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de passaporte: 8912267789
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Egor Averkin é o diretor adjunto da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações, não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Egor Averkin é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Egor Averkin é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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95.
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Alexander Anatolevich GRISHANIN
(Em russo: Александр Анатольевич ГРИШАНИН)
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Cargo: diretor adjunto da Colónia Penal 10
Data de nascimento: 6.10.1991
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de passaporte: 8911222216
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Alexander Grishanin é o diretor adjunto da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Alexander Grishanin é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Alexander Grishanin é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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96.
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Semyon Viktorovich KUZNETSOV
(Em russo: Семен Викторович КУЗНЕЦОВ)
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Cargo: diretor adjunto da Colónia Penal 10
Data de nascimento: 18.11.1982
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de passaporte: 79271857062
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Semyon Kuznetsov é o diretor adjunto da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações, não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Semyon Kuznetsov é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Semyon Kuznetsov é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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97.
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Ivan Vasilyevich VESHKIN
(Em russo: Иван Васильевич ВЕШКИН)
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Cargo: diretor adjunto da Colónia Penal 10
Data de nascimento: 22.12.1991
Nacionalidade: russa
Sexo: masculino
Número de passaporte: 8903739994
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Ivan Veshkin é o diretor adjunto da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, supervisiona diretamente as ações levadas a cabo na Colónia Penal 10 e é responsável por essas ações, não tendo assegurado a proteção dos direitos dos detidos e a sua segurança, bem como a manutenção da ordem pública. Por conseguinte, Ivan Veshkin é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Ivan Veshkin é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026
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98.
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Galina Vasilievna MOKSHANOVA
(Em russo: Галина Васильевна МОКШАНОВА)
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Cargo: chefe do Serviço Médico 13, Colónia Penal 10
Data de nascimento: 16.1.1966
Nacionalidade: russa
Sexo: feminino
Número de passaporte: 8910200628
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Galina Mokshanova é a chefe do Serviço Médico 13 da Colónia Penal 10, situada na aldeia de Udarny, distrito de Zubovo-Polyansky da República da Mordóvia. Nessa qualidade, tem planeado, dirigido, ordenado e facilitado as atividades realizadas nos serviços médicos da Colónia Penal 10. Por conseguinte, Galina Mokshanova é responsável pelos abusos a que determinados prisioneiros foram sujeitos por parte do pessoal da Colónia Penal 10.
Centenas de prisioneiros de guerra ucranianos, bem como civis ucranianos, capturados nos territórios ucranianos ocupados, foram detidos na Colónia Penal 10. Os antigos detidos denunciam tratamentos desumanos e degradantes, bem como tortura, incluindo choques elétricos, espancamentos, posições de stresse causadoras de úlceras tróficas, violência sexual, execuções simuladas e recusa de cuidados médicos. Os civis são sujeitos ao mesmo tratamento que os prisioneiros de guerra e permanecem detidos sem julgamento ou sem que lhes seja conferido nenhum estatuto. Os defensores dos direitos humanos têm vindo a denunciar, desde 2012, as condições desumanas e a tortura que ocorrem na Colónia Penal 10 e que visam inclusivamente os prisioneiros russos.
Por conseguinte, Galina Mokshanova é responsável por atropelos ou violações graves dos direitos humanos, incluindo tortura e outros tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
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13.7.2026»
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