Convenção sobre a cibercriminalidade

SÍNTESE DE:

Convenção de Budapeste sobre a Cibercriminalidade (Conselho da Europa)

Protocolo Adicional à Convenção sobre a Cibercriminalidade relativo à criminalização de atos de natureza racista e xenófoba cometidos através de sistemas informáticos

Segundo Protocolo Adicional à Convenção sobre o Cibercrime relativo ao reforço da Cooperação e da Comunicação de Provas Eletrónicas

Decisão (UE) 2023/436 que autoriza os Estados-Membros a ratificar, no interesse da União Europeia, o Segundo Protocolo Adicional à Convenção sobre a Cibercriminalidade

QUAL É O OBJETIVO DA CONVENÇÃO, DOS PROTOCOLOS E DA DECISÃO?

PONTOS-CHAVE

Convenção sobre a cibercriminalidade

Protocolo Adicional 1

Protocolo Adicional 2

Decisão (UE) 2023/436

A UE apoia a convenção e os seus protocolos no âmbito da sua estratégia da UE para a União da Segurança (ver síntese) e da sua estratégia para a cibersegurança.

DATA DE ENTRADA EM VIGOR

CONTEXTO

Para mais informações, consultar:

PRINCIPAIS DOCUMENTOS

Convenção de Budapeste sobre a Cibercriminalidade, o Conselho da Europa, Budapeste, .

Protocolo Adicional à Convenção sobre a Cibercriminalidade, relativo à criminalização de atos de natureza racista e xenófoba cometidos através de sistemas informáticos, o Conselho da Europa, .

Segundo Protocolo Adicional à Convenção sobre a Cibercriminalidade relativa ao reforço da cooperação e da divulgação de provas eletrónicas (JO L 63 de , p. 28-47).

Decisão (UE) 2023/436 do Conselho, de , que autoriza os Estados-Membros a ratificar, no interesse da União Europeia, o Segundo Protocolo Adicional à Convenção sobre a Cibercriminalidade, relativo ao reforço da cooperação e da comunicação de provas eletrónicas (JO L 63 de , p. 48-53).

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