02021R0451 — PT — 19.03.2021 — 000.001


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►B

REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2021/451 DA COMISSÃO

de 17 de dezembro de 2020

que estabelece normas técnicas de execução para a aplicação do Regulamento (UE) n.o 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que respeita ao relato para fins de supervisão das instituições e revoga o Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014

(Texto relevante para efeitos do EEE)

(JO L 097 de 19.3.2021, p. 1)


Retificado por:

►C1

Rectificação, JO L 136, 21.4.2021, p.  328 (2021/451)




▼B

REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) 2021/451 DA COMISSÃO

de 17 de dezembro de 2020

que estabelece normas técnicas de execução para a aplicação do Regulamento (UE) n.o 575/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho no que respeita ao relato para fins de supervisão das instituições e revoga o Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014

(Texto relevante para efeitos do EEE)



Artigo 1.o

Objeto e âmbito de aplicação

O presente regulamento estabelece os formatos e modelos uniformes de relato, as instruções e a metodologia sobre a forma de utilizar esses modelos, a periodicidade e as datas de relato, as definições e as soluções informáticas para o relato das instituições às respetivas autoridades competentes, de acordo com o disposto no artigo 415.o, n.os 3 e 3-A, e no artigo 430.o, n.os 1 a 4 e n.os 7 a 9, do Regulamento (UE) n.o 575/2013.

Artigo 2.o

Datas de referência do relato

1.  

As instituições devem apresentar informações às autoridades competentes, tal como se encontrem nas seguintes datas de referência do relato:

a) 

Relatórios mensais: no último dia de cada mês;

b) 

Relatórios trimestrais: 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro;

c) 

Relatórios semestrais: 30 de junho e 31 de dezembro;

d) 

Relatórios anuais: 31 de dezembro.

2.  
A informação apresentada em conformidade com os modelos constantes dos anexos III e IV, de acordo com as instruções constantes do anexo V e referentes a um determinado período, deve ser relatada cumulativamente desde o primeiro dia do exercício contabilístico até à data de referência.
3.  
Nos casos em que as instituições são autorizadas pelo direito nacional a relatar as respetivas informações financeiras com base numa contabilidade própria de fim de exercício que difere do ano civil, as datas de referência de relato podem ser ajustadas em conformidade, de modo a que o relato da informação financeira e da informação para fins de identificação das instituições de importância sistémica global (G-SII) e de definição das respetivas taxas de reserva seja realizado, respetivamente, a cada três, seis ou doze meses após a sua data de fim de exercício contabilístico.

Artigo 3.o

Datas de entrega do relato

1.  

As instituições devem apresentar informações às autoridades competentes até ao final do horário de expediente nas seguintes datas de entrega:

a) 

Relatórios mensais: 15.o dia após a data de referência de relato;

b) 

Relatórios trimestrais: 12 de maio, 11 de agosto, 11 de novembro e 11 de fevereiro;

c) 

Relatórios semestrais: 11 de agosto e 11 de fevereiro;

d) 

Relatórios anuais: 11 de fevereiro.

2.  
Se o dia de entrega for um feriado público no Estado-Membro da autoridade competente à qual o relatório deverá ser entregue, ou um sábado ou um domingo, os dados devem ser entregues no dia útil seguinte.
3.  
Nos casos em que as instituições relatam as suas informações financeiras ou as informações para fins de identificação das instituições de importância sistémica global (G-SII) e de definição das respetivas taxas de reserva com base em datas de referência ajustadas em função das datas de final do exercício contabilístico que utilizam, tal como estabelecido no artigo 2.o, n.o 3, as datas de entrega podem também ser ajustadas de modo a manter um prazo idêntico para a apresentação a contar da data de referência de relato ajustada.
4.  
As instituições podem apresentar dados não auditados. Nos casos em que os dados auditados sejam diferentes dos dados não auditados relatados, os dados auditados revistos devem ser apresentados sem demora injustificada. Os dados não auditados são dados que não foram objeto de parecer de um auditor externo, ao passo que os dados auditados são dados auditados por um auditor externo que expressou um parecer de auditoria sobre os mesmos.
5.  
Outras correções aos relatórios apresentados devem também ser apresentadas às autoridades competentes sem demora injustificada.

Artigo 4.o

Limiares de relato — critérios de entrada e de saída

1.  
As instituições que preenchem as condições estabelecidas no artigo 4.o, n.o 1, ponto 145, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem começar a relatar informações como instituições de pequena dimensão e não complexas na primeira data de referência de relato após o preenchimento dessas condições. Quando as instituições deixarem de preencher essas condições, deixam de relatar as informações na primeira data de referência de relato seguinte.
2.  
As instituições que preenchem as condições estabelecidas no artigo 4.o, n.o 1, ponto 146, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem começar a relatar informações como instituições de grande dimensão na primeira data de referência de relato após o preenchimento dessas condições. Quando as instituições deixarem de preencher essas condições, deixam de relatar as informações na primeira data de referência de relato seguinte.
3.  
As instituições devem começar a relatar informações, sob reserva dos limiares fixados no presente regulamento, na data de referência de relato seguinte àquela em que esses limiares tiverem sido excedidos em duas datas de referência de relato consecutivas. As instituições podem deixar de relatar informações, sob reserva dos limiares fixados no presente regulamento, na data de referência de relato seguinte caso se tenham situado abaixo dos limiares relevantes em três datas de referência de relato consecutivas.

Artigo 5.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios em base individual — relato trimestral

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base individual de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações referidas no presente artigo com uma periodicidade trimestral.
2.  
As instituições devem apresentar as informações relativas aos fundos próprios e aos requisitos de fundos próprios especificadas no anexo I, modelos 1 a 5, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 1.
3.  
As instituições devem apresentar as informações relativas às posições em risco de crédito e em risco de crédito de contraparte tratadas segundo o método-padrão como especificado no anexo I, modelo 7, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.2.
4.  
As instituições devem apresentar as informações relativas às posições em risco de crédito e em risco de crédito de contraparte tratadas segundo o método das notações internas como especificado no anexo I, modelos 8.1 e 8.2, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.3.
5.  
As instituições devem apresentar as informações relativas à distribuição geográfica das posições em risco por país, bem como das posições em risco agregadas ao nível total, como especificado no anexo I, modelo 9, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.4.

As instituições devem apresentar as informações especificadas nos modelos 9.1 e 9.2 e, em particular, as informações relativas à repartição geográfica das posições em risco por país nos casos em que as posições em risco originais localizadas em todos os países «não domésticos» para todas as classes de risco, como relatadas de acordo com o anexo I, modelo 4, linha 0850, sejam iguais ou superiores a 10% do total das posições em risco originais domésticas e não domésticas, como relatadas de acordo com o anexo I, modelo 4, linha 0860. As posições em risco são consideradas domésticas quando forem posições sobre contrapartes que se situam no Estado-Membro onde a instituição se encontra estabelecida.

Aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o.

6.  
As instituições devem apresentar informações relativas ao risco de crédito de contraparte, como especificado no anexo I, modelos 34.01 a 34.05 e 34.08 a 34.10, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.9.
7.  
As instituições que utilizem o método-padrão ou o método do modelo interno para o cálculo das posições em risco de crédito de contraparte de acordo com a parte III, título II, capítulo 6, secções 3 e 6, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, devem apresentar informações relativas ao risco de crédito de contraparte, como especificado no anexo I, modelo 34.06, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.9.7.
8.  
As instituições devem apresentar as informações relativas às posições em risco sobre ações tratadas segundo o método das notações internas como especificado no anexo I, modelo 10, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.5.
9.  
As instituições devem apresentar as informações relativas ao risco de liquidação como especificado no anexo I, modelo 11, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.6.
10.  
As instituições devem apresentar as informações relativas às posições de titularização como especificado no anexo I, modelo 13.01, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.7.
11.  
As instituições devem apresentar as informações relativas aos requisitos de fundos próprios e às perdas por risco operacional como especificado no anexo I, modelo 16, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.1.
12.  
As instituições devem apresentar as informações relativas aos requisitos de fundos próprios ligados ao risco de mercado como especificado no anexo I, modelos 18 a 24, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, pontos 5.1 a 5.7.
13.  
As instituições devem apresentar as informações relativas aos requisitos de fundos próprios ligados ao risco de ajustamento da avaliação de crédito como especificado no anexo I, modelo 25, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 5.8.
14.  

As instituições devem apresentar as informações em matéria de avaliação prudente como especificado no anexo I, modelo 32, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 6, do seguinte modo:

a) 

Todas as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo I, modelo 32.1, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 6;

b) 

As instituições que aplicam a abordagem de base nos termos do Regulamento Delegado (UE) 2016/101 da Comissão ( 1 ) devem, além das informações referidas na alínea a) do presente número, relatar as informações especificadas no anexo I, modelo 32.2, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 6;

c) 

As instituições que aplicam a abordagem de base nos termos do Regulamento Delegado (UE) 2016/101 e que excedem o limiar referido no artigo 4.o, n.o 1, desse regulamento devem, além das informações referidas nas alíneas a) e b) do presente número, relatar as informações especificadas no anexo I, modelos 32.3 e 32.4, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 6.

Para efeitos do presente número, não se aplicam os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o.

15.  
As instituições devem apresentar as informações relativas ao mecanismo de salvaguarda prudencial para as exposições não produtivas (NPE) como especificado no anexo I, modelos 35.01, 35.02 e 35,03, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 8.

Artigo 6.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios em base individual — relatórios semestrais

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base individual de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações referidas no presente artigo com uma periodicidade semestral.
2.  
As instituições devem apresentar as informações relativas a todas as posições de titularização como especificado no anexo I, modelos 14 e 14.01, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.8, exceto quando fazem parte de um grupo no mesmo país no qual estão sujeitas a requisitos de fundos próprios.
3.  

As instituições devem apresentar informações sobre as posições em risco sobre dívida soberana do seguinte modo:

a) 

Se o montante escriturado agregado dos ativos financeiros do setor de contrapartes «Administrações públicas» for igual ou superior a 1% da soma do montante escriturado dos «Títulos de dívida» e dos «Empréstimos e adiantamentos», as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo I, modelo 33, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 7, e aplicar as instruções constantes do anexo V no que respeita ao modelo 4 do anexo III ou do anexo IV, consoante aplicável, para calcular os valores relevantes;

b) 

Se o valor comunicado para as posições em risco domésticas sobre ativos financeiros não derivados como definido no anexo I, modelo 33, linha 0010, coluna 0010, for inferior a 90% do valor comunicado para as posições em risco domésticas e não domésticas incluídas no mesmo ponto de dados, as instituições que preencham a condição referida na alínea a) devem apresentar as informações como especificado no anexo I, modelo 33, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 7, com uma desagregação exaustiva por países;

c) 

As instituições que preencham as condições a que se refere a alínea a) mas não preencham a condição prevista na alínea b) devem comunicar as informações especificadas no anexo I, modelo 33, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 7, com as posições em risco agregadas:

i) 

a nível total, e

ii) 

a nível doméstico.

Aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3.

4.  

As informações relativas às perdas materiais ligadas ao risco operacional devem ser relatadas do seguinte modo:

a) 

As instituições que calculam os seus requisitos de fundos próprios ligados ao risco operacional de acordo com a parte III, título III, capítulo 4, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem relatar essas informações como especificado no anexo I, modelos 17.01 e 17.02, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2;

b) 

As instituições de grande dimensão que calculam os seus requisitos de fundos próprios ligados ao risco operacional de acordo com a parte III, título III, capítulo 3, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem relatar essas informações como especificado no anexo I, modelos 17.01 e 17.02, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2;

c) 

As instituições que não são instituições de grande dimensão e que calculam os seus requisitos de fundos próprios ligados ao risco operacional de acordo com a parte III, título III, capítulo 3, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem relatar as informações seguintes, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2:

i) 

as informações especificadas no anexo I, modelo 17.01, coluna 0080, em relação às seguintes linhas:

— 
número de eventos (novos eventos) (linha 0910),
— 
montante bruto das perdas (novos eventos) (linha 0920),
— 
número de eventos sujeitos a ajustamentos das perdas (linha 0930),
— 
ajustamentos das perdas referentes a períodos de relato anteriores (linha 0940),
— 
perda individual máxima (linha 0950),
— 
soma das cinco maiores perdas (linha 0960),
— 
total das recuperações de perdas diretas (exceto seguros e outros mecanismos de transferência de risco) (linha 0970),
— 
total das recuperações de seguros e outros mecanismos de transferência de risco (linha 0980),
ii) 

as informações especificadas no anexo I, modelo 17.02;

d) 

As instituições referidas na alínea c) podem relatar o conjunto completo das informações especificadas no anexo I, modelos 17.01 e 17.02, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2;

e) 

As instituições de grande dimensão que calculam os seus requisitos de fundos próprios ligados ao risco operacional de acordo com a parte III, título III, capítulo 2, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem relatar as informações especificadas no anexo I, modelos 17.01 e 17.02, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2;

f) 

As instituições que não são instituições de grande dimensão e que calculam os seus requisitos de fundos próprios ligados ao risco operacional de acordo com a parte III, título III, capítulo 2, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 podem relatar as informações como especificado no anexo I, modelos 17.01 e 17.02, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 4.2.

Aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3.

5.  
As instituições que utilizam o método-padrão simplificado ou o método do risco inicial para o cálculo das posições em risco de crédito de contraparte de acordo com a parte III, título II, capítulo 6, secções 4 e 5, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as informações relativas ao risco de crédito de contraparte como especificado no anexo I, modelo 34.06, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 3.9.7.

Artigo 7.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios em base consolidada

Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas:

a) 

Nos artigos 5.o e 6.o do presente regulamento de execução, em base consolidada e com a periodicidade aí especificada; e

b) 

No anexo I, modelo 6, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 2, no que respeita às entidades incluídas no perímetro de consolidação, com uma periodicidade semestral.

Artigo 8.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios — requisitos de relato adicionais em base individual e em base consolidada

1.  
As instituições sujeitas a um requisito de divulgação das informações referidas no artigo 438.o, alíneas e) ou h), ou no artigo 452.o, alíneas b), g) ou h), do Regulamento (UE) n.o 575/2013 com a periodicidade estabelecida no artigo 433.o-A ou 433.o-C, conforme aplicável, em base individual de acordo com o artigo 6.o ou em base consolidada de acordo com o artigo 13.o do mesmo regulamento, conforme aplicável, devem apresentar as informações sobre o risco de crédito e o risco de crédito de contraparte, como especificado no anexo I, modelos 8.3, 8.4, 8.5, 8.5.1, 8.6, 8.7 e 34.11 e de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, pontos 3.3 e 3.9.12 do presente regulamento, com a mesma periodicidade e na mesma base.
2.  
As instituições sujeitas a um requisito de divulgação das informações referidas no artigo 439.o, alínea l), do Regulamento (UE) n.o 575/2013 com a periodicidade estabelecida no artigo 433.o-A ou 433.o-C, conforme aplicável, em base individual de acordo com o artigo 6.o ou em base consolidada de acordo com o artigo 13.o do mesmo regulamento, conforme aplicável, devem apresentar as informações sobre o risco de crédito de contraparte, como especificado no anexo I, modelo 34.07 e de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, pontos 3.98 do presente regulamento, com a mesma periodicidade e na mesma base.

Artigo 9.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios em base individual das empresas de investimento abrangidas pelos artigos 95.o e 96.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013

1.  
As empresas de investimento que aplicam as disposições transitórias do artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 devem apresentar as informações como especificado no presente artigo.
2.  
Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base individual de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, com exceção das informações sobre o rácio de alavancagem, as empresas de investimento que aplicam o artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 remetendo para o artigo 95.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as informações especificadas no anexo I, modelos 1 a 5, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 1, com uma periodicidade trimestral.
3.  
Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base individual de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as empresas de investimento que aplicam o artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 remetendo para o artigo 96.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as informações referidas no artigo 5.o, n.os 1 a 5 e n.os 8 a 13, e no artigo 6.o, n.o 2, do presente regulamento com a periodicidade aí especificada.

Artigo 10.o

Relato dos fundos próprios e dos requisitos de fundos próprios em base consolidada para grupos constituídos apenas por empresas de investimento abrangidas pelos artigos 95.o e 96.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013

1.  
As empresas de investimento que aplicam as disposições transitórias do artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 devem apresentar as informações como especificado no presente artigo.
2.  

Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, com exceção das informações sobre o rácio de alavancagem, as empresas de investimento que integram grupos compostos apenas por empresas de investimento e que aplicam o artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 remetendo para o artigo 95.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as seguintes informações em base consolidada:

a) 

Informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios como especificado no anexo I, modelos 1 a 5, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 1, com uma periodicidade trimestral;

b) 

Informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios relativas a entidades incluídas no perímetro de consolidação como especificado no anexo I, modelo 6, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 2, com uma periodicidade semestral.

3.  

Para efeitos do relato de informações sobre os fundos próprios e os requisitos de fundos próprios em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as empresas de investimento que integram grupos compostos apenas por empresas de investimento abrangidas quer pelo artigo 95.o, quer pelo artigo 96.o ou grupos compostos apenas por empresas de investimento que aplicam o artigo 57.o, n.o 3, do Regulamento (UE) 2019/2033 remetendo para o artigo 96.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as seguintes informações em base consolidada:

a) 

As informações especificadas no artigo 5.o, n.os 1 a 5 e n.os 8 a 13, e no artigo 6.o, n.o 2, do presente regulamento, com a periodicidade aí especificada;

b) 

Informações sobre as entidades incluídas no perímetro de consolidação especificadas no anexo I, modelo 6, de acordo com as instruções constantes do anexo II, parte II, ponto 2, com uma periodicidade semestral.

Artigo 11.o

Relato de informação financeira em base consolidada relativo às instituições abrangidas pelo Regulamento (CE) n.o 1606/2002 do Parlamento Europeu e do Conselho ( 2 )

1.  
Para efeitos do relato de informação financeira em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 3 ou n.o 4, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações como especificado no anexo III em base consolidada, de acordo com as instruções constantes do anexo V.
2.  

A informação referida no n.o 1 deve ser apresentada do seguinte modo:

a) 

As informações especificadas no anexo III, parte 1, com uma periodicidade trimestral;

b) 

As informações especificadas no anexo II, parte 3, com uma periodicidade semestral;

c) 

As informações especificadas no anexo III, parte 4, salvo as informações especificadas no modelo 47, com uma periodicidade anual;

d) 

As informações especificadas no anexo III, parte 2, modelo 20, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que a instituição excede o limiar estabelecido no artigo 5.o, n.o 5, segundo parágrafo;

e) 

As informações especificadas no anexo III, parte 2, modelo 21, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que o valor dos ativos tangíveis sujeitos a locações operacionais é igual ou superior a 10% do total dos ativos tangíveis, como relatado de acordo com o anexo III, parte 1, modelo 1.1;

f) 

As informações especificadas no anexo III, parte 2, modelo 22, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que o valor dos proveitos líquidos com encargos e comissões é igual ou superior a 10% da soma dos proveitos líquidos com encargos e comissões e dos proveitos líquidos com juros de acordo com o anexo III, parte 1, modelo 2;

g) 

As informações especificadas no anexo III, parte 2, modelos 23 a 26, com uma periodicidade trimestral, sempre que estejam reunidas ambas as condições a seguir referidas:

i) 

a instituição não é uma instituição de pequena dimensão e não complexa,

ii) 

O rácio entre o montante escriturado bruto dos empréstimos e adiantamentos da instituição abrangidos pelo artigo 47.o-A, n.o 3, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 e o montante escriturado bruto total dos empréstimos e adiantamentos abrangidos pelo artigo 47.o-A, n.o 1, do mesmo regulamento é igual ou superior a 5%;

h) 

As informações especificadas no anexo III, parte 4, modelo 47, com uma periodicidade anual, sempre que estejam reunidas ambas as condições estabelecidas na alínea g) do presente número.

Para efeitos da alínea g), subalínea ii), esse rácio não inclui os empréstimos e adiantamentos classificados como detidos para venda, os saldos de caixa em bancos centrais e outros depósitos à ordem, nem no numerador nem no denominador.

Para efeitos das alíneas d) a h) do presente número, aplicam-se os critérios de entrada e saída enunciados no artigo 4.o, n.o 3.

Artigo 12.o

Relato de informação financeira em base consolidada pelas instituições que aplicam quadros contabilísticos nacionais

1.  
Se uma autoridade competente tiver alargado os requisitos de relato de informação financeira às instituições estabelecidas num Estado-Membro de acordo com o artigo 430.o, n.o 9, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo IV do presente regulamento em base consolidada, de acordo com as instruções constantes do anexo V do presente regulamento.
2.  

A informação referida no n.o 1 deve ser apresentada do seguinte modo:

a) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 1, com uma periodicidade trimestral;

b) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 3, com uma periodicidade semestral;

c) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 4, com exceção das informações especificadas no modelo 47, com uma periodicidade anual;

d) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 2, modelo 20, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que a instituição excede o limiar estabelecido no artigo 5.o, n.o 5, segundo parágrafo;

e) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 2, modelo 21, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que o valor dos ativos tangíveis sujeitos a locações operacionais seja igual ou superior a 10% do total dos ativos tangíveis, como relatado no anexo IV, parte 1, modelo 1.1;

f) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 2, modelo 22, com uma periodicidade trimestral, nos casos em que o valor dos proveitos líquidos com encargos e comissões seja igual ou superior a 10% da soma dos proveitos líquidos com encargos e comissões e dos proveitos líquidos com juros de acordo com o anexo IV, parte 1, modelo 2;

g) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 2, modelos 23 a 26, com uma periodicidade trimestral, sempre que estejam reunidas ambas as condições a seguir referidas:

i) 

a instituição não é uma instituição de pequena dimensão e não complexa,

ii) 

o rácio da instituição, tal como especificado no artigo 11.o, n.o 2, alínea g), subalínea ii), é igual ou superior a 5%;

h) 

As informações especificadas no anexo IV, parte 4, modelo 47, com uma periodicidade anual, sempre que estejam reunidas ambas as condições estabelecidas na alínea g) do presente número.

Para efeitos das alíneas d) a h) do presente número, aplicam-se os critérios de entrada e saída enunciados no artigo 4.o, n.o 3.

Artigo 13.o

Relato de perdas decorrentes de empréstimos garantidos por imóveis de acordo com o artigo 430.o-A, n.o 1, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, em base individual e em base consolidada

1.  
As instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo VI, de acordo com as instruções constantes do anexo VII, em base consolidada com uma periodicidade anual.
2.  
As instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo VI, de acordo com as instruções constantes do anexo VII, em base individual com uma periodicidade anual.
3.  
Caso uma instituição tenha uma sucursal noutro Estado-Membro, essa sucursal deve apresentar à autoridade competente do Estado-Membro de acolhimento as informações especificadas no anexo VI relativas a essa sucursal, de acordo com as instruções constantes do anexo VII, com uma periodicidade anual.

Artigo 14.o

Relato de informações sobre os grandes riscos em base individual e em base consolidada

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre os grandes riscos perante clientes e grupos de clientes ligados entre si de acordo com o artigo 394.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013, em base individual e em base consolidada, as instituições devem apresentar as informações como especificado no anexo VIII, de acordo com as instruções constantes do anexo IX, com uma periodicidade trimestral.
2.  
Para efeitos do relato de informações sobre os 20 maiores riscos perante clientes ou grupos de clientes ligados entre si de acordo com o artigo 394.o, n.o 1, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 em base consolidada, as instituições abrangidas pela parte III, título II, capítulo 3, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 devem apresentar as informações especificadas no anexo VIII, de acordo com as instruções constantes do anexo IX, com uma periodicidade trimestral.
3.  
Para efeitos do relato de informações sobre os riscos de valor igual ou superior a 300 milhões de euros mas inferior a 10% dos seus fundos próprios de nível 1, de acordo com o artigo 394.o, n.o 1, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, em base consolidada, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo VIII de acordo com as instruções constantes do anexo IX, com uma periodicidade trimestral.
4.  
Para efeitos do relato de informações sobre os 10 maiores riscos sobre instituições em base consolidada, bem como sobre os 10 maiores risco sobre entidades do sistema bancário paralelo que exerçam atividades bancárias fora do quadro regulamentado em base consolidada, de acordo com o artigo 394.o, n.o 2, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo VIII, de acordo com as instruções constantes do anexo IX, com uma periodicidade trimestral.

Artigo 15.o

Relato de informações sobre o rácio de alavancagem em base individual e em base consolidada

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre o rácio de alavancagem em base individual e em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea a), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações como especificado no anexo X, de acordo com as instruções constantes do anexo XI, com uma periodicidade trimestral. Apenas as instituições de grande dimensão devem apresentar o modelo 48.00 do anexo X.
2.  

As informações especificadas no anexo X, modelo 40.00, célula {r0410;c0010} só devem ser relatadas por:

a) 

Instituições de grande dimensão que sejam G-SII ou tenham emitido valores mobiliários admitidos à negociação num mercado regulamentado, com uma periodicidade semestral;

b) 

Instituições de grande dimensão com exceção de G-SII que sejam instituições não cotadas, com uma periodicidade anual;

c) 

Instituições que não sejam instituições de grande dimensão e instituições de pequena dimensão e não complexas que tenham emitido valores mobiliários admitidos à negociação num mercado regulamentado, com uma periodicidade anual.

3.  
As instituições devem calcular o rácio de alavancagem à data de referência do relato de acordo com o artigo 429.o do Regulamento (UE) n.o 575/2013.
4.  

As instituições devem relatar as informações referidas no anexo XI, parte II, ponto 13, sempre que seja preenchida pelo menos uma das seguintes condições:

a) 

A percentagem dos derivados a que se refere o anexo XI, parte II, ponto 5, é superior a 1,5%;

b) 

A percentagem dos derivados a que se refere o anexo XI, parte II, ponto 5, ultrapassa os 2%.

Se uma instituição preencher apenas a condição referida na alínea a), aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3.

Se uma instituição preencher as condições referidas nas alíneas a) e b), deve começar a relatar informações em relação à data de referência para efeitos de relato seguinte àquela em que excedeu o limiar.

5.  
As instituições cujo valor nocional total dos derivados, na aceção do anexo XI, parte II, ponto 8, excede 10 mil milhões de euros devem relatar as informações a que se refere o anexo XI, parte II, ponto 13, ainda que as respetivas percentagens de derivados não preencham as condições descritas no n.o 4 do presente artigo.

Para efeitos do presente número, não se aplicam os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3. As instituições devem começar a relatar informações a partir da data de referência para efeitos de relato seguinte àquela em que tenham excedido o limiar numa data de referência de relato.

6.  

É exigido que as instituições relatem as informações a que se refere o anexo XI, parte II, ponto 14, sempre que esteja preenchida pelo menos uma das seguintes condições:

a) 

O volume dos derivados de crédito referidos no anexo XI, parte II, ponto 9, é superior a 300 milhões de euros;

b) 

O volume dos derivados de crédito referidos no anexo XI, parte II, ponto 9, é superior a 500 milhões de euros.

Se uma instituição preencher apenas a condição referida na alínea a), aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3. Se uma instituição preencher as condições referidas nas alíneas a) e b), deve começar a relatar essas informações em relação à data de referência do relato seguinte àquela em que excedeu o limiar.

Artigo 16.o

Relato de informações sobre os requisitos de cobertura de liquidez em base individual e em base consolidada

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre os requisitos de cobertura de liquidez em base individual e em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea d), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo XXIV do presente regulamento, de acordo com as instruções constantes do seu anexo XXV, com uma periodicidade mensal.
2.  
As informações estabelecidas no anexo XXIV devem ter em conta as informações apresentadas para a data de referência e as informações sobre os fluxos de caixa da instituição ao longo dos 30 dias subsequentes.

Artigo 17.o

Relato de informações sobre o financiamento estável em base individual e em base consolidada

Para efeitos do relato de informações sobre o financiamento estável em base individual e em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea d), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo XII, de acordo com as instruções constantes do anexo XIII, com uma periodicidade trimestral, do seguinte modo:

a) 

As instituições de pequena dimensão e não complexas que tenham optado por calcular o seu rácio de financiamento estável líquido («NSFR») segundo a metodologia estabelecida na parte VI, título IV, capítulos 6 e 7, do Regulamento (UE) n.o 575/2013, mediante consentimento prévio da respetiva autoridade competente de acordo com o artigo 428.o-AI do mesmo regulamento, devem apresentar os modelos 82 e 83 do anexo XII do presente regulamento, de acordo com as instruções constantes do seu anexo XIII;

b) 

As instituições que não as referidas na alínea a) devem apresentar os modelos 80 e 81 do anexo XII, de acordo com as instruções constantes do anexo XIII;

c) 

Todas as instituições devem apresentar o modelo 84 do anexo XII, de acordo com as instruções constantes do anexo XIII.

Artigo 18.o

Relato de informações sobre medidas adicionais de monitorização da liquidez em base individual e consolidada

1.  

Para efeitos do relato de informações sobre as medidas adicionais de monitorização da liquidez em base individual e em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea d), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar todas as seguintes informações com uma periodicidade mensal:

a) 

As informações especificadas no anexo XVIII de acordo com as instruções do anexo XIX;

b) 

As informações especificadas no anexo XX de acordo com as instruções do anexo XXI;

c) 

As informações especificadas no anexo XXII de acordo com as instruções do anexo XXIII.

2.  
Em derrogação do disposto no n.o 1, as instituições que preencham todas as condições estabelecidas no artigo 4.o, n.o 1, ponto 145, do Regulamento (UE) n.o 575/2013 podem relatar as medidas adicionais de monitorização da liquidez com um periodicidade trimestral.

Artigo 19.o

Relato de informações sobre a oneração de ativos em base individual e em base consolidada

1.  
Para efeitos do relato de informações sobre a oneração de ativos em base individual e em base consolidada de acordo com o artigo 430.o, n.o 1, alínea g), do Regulamento (UE) n.o 575/2013, as instituições devem apresentar as informações especificadas no anexo XVI do presente regulamento, de acordo com as instruções contidas no seu anexo XVII.
2.  

A informação referida no n.o 1 deve ser apresentada do seguinte modo:

a) 

As informações especificadas no anexo XVI, partes A, B e D, com uma periodicidade trimestral;

b) 

As informações especificadas no anexo XVI, parte C, com uma periodicidade anual;

c) 

As informações especificadas no anexo XVI, parte E, com uma periodicidade semestral.

3.  

As instituições não serão obrigadas a relatar as informações especificadas nas partes B, C e E do anexo XVI quando estiverem preenchidas as duas condições seguintes:

a) 

A instituição não é considerada uma instituição de grande dimensão;

b) 

O nível de oneração de ativos da instituição, calculado em conformidade com o anexo XVII, n.o 1.6, ponto 9, é inferior a 15%.

Aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3.

4.  
As instituições apenas serão obrigadas a relatar as informações especificadas no anexo XVI, parte D, caso emitam obrigações do tipo a que se refere o artigo 52.o, n.o 4, da Diretiva 2009/65/CE do Parlamento Europeu e do Conselho ( 3 ).

Aplicam-se os critérios de entrada e de saída estabelecidos no artigo 4.o, n.o 3.

Artigo 20.o

Relato suplementar em base consolidada para fins de identificação das G-SII e de definição das respetivas taxas de reserva

1.  
Para efeitos do relato de informações suplementares para fins de identificação de G-SII e de definição das respetivas taxas de reserva nos termos do artigo 131.o da Diretiva 2013/36/UE, as instituições-mãe, companhias financeiras-mãe e companhias financeiras mistas-mãe da UE devem apresentar as informações como especificado no anexo XXVI, de acordo com as instruções constantes do anexo XXVII, em base consolidada e com uma periodicidade trimestral.
2.  

As instituições-mãe, companhias financeiras-mãe e companhias financeiras mistas-mãe da UE só devem apresentar as informações a que se refere o n.o 1 quando estiverem preenchidas as duas condições seguintes:

a) 

A medida da exposição total do grupo, incluindo as filiais de seguros, é igual ou superior a 125 mil milhões de euros;

b) 

A empresa-mãe da UE ou qualquer das suas filiais ou qualquer sucursal gerida pela empresa-mãe ou por uma filial está localizada num Estado-Membro participante, de acordo com o referido no artigo 4.o do Regulamento (UE) n.o 806/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho ( 4 ).

3.  
Em derrogação do disposto no artigo 3.o, n.o 1, alínea b), as informações referidas no n.o 1 do presente artigo devem ser apresentadas até ao final do horário de expediente nas seguintes datas de entrega: 1 de julho, 1 de outubro, 2 de janeiro e 1 de abril.
4.  

Em derrogação do disposto no artigo 4.o, aplicam-se as disposições seguintes no que respeita ao limiar especificado no n.o 2, alínea a), do presente artigo:

a) 

A instituição-mãe, companhia financeira-mãe ou companhia financeira mista-mãe da UE começa imediatamente a relatar as informações em conformidade com o presente artigo, sempre que a medição da sua exposição ao rácio de alavancagem exceda o limiar especificado no final do exercício, e deve relatar estas informações pelo menos no final desse exercício contabilístico e nas três datas de referência trimestrais subsequentes;

b) 

A instituição-mãe, companhia financeira-mãe ou companhia financeira mista-mãe da UE deixa imediatamente de relatar as informações em conformidade com o presente artigo sempre que a medição da sua exposição ao rácio de alavancagem passe a ser inferior ao limiar especificado no final do exercício.

Artigo 21.o

Formatos para o intercâmbio de dados e informações que acompanham as apresentações de dados

1.  

As instituições devem apresentar as informações nos formatos e representações para o intercâmbio de dados especificados pelas autoridades competentes, respeitando a definição dos pontos de dados incluída no modelo de dados referido no anexo XIV e as fórmulas de validação referidas no anexo XV, bem como as seguintes especificações:

a) 

Uma apresentação de dados não deve incluir informações não exigidas ou não aplicáveis;

b) 

Os valores numéricos devem ser apresentados da seguinte forma:

i) 

os dados de tipo «Monetário» são comunicados com uma precisão mínima equivalente a milhares de unidades,

ii) 

os dados de tipo «Percentagem» são expressos por unidade com uma precisão mínima equivalente a quatro casas decimais,

iii) 

os dados de tipo «Número inteiro» são comunicados sem casas decimais e com uma precisão equivalente à unidade;

c) 

As instituições e as empresas de seguros devem ser identificadas exclusivamente pelo seu identificador de entidade jurídica (LEI);

d) 

As entidades jurídicas e contrapartes que não sejam instituições e empresas de seguros devem ser identificadas pelo seu LEI, se disponível.

2.  

Os dados apresentados pelas instituições devem ser acompanhados das seguintes informações:

a) 

Data de referência e período de referência do relato;

b) 

Moeda do relato;

c) 

Normas contabilísticas;

d) 

Identificador de entidade jurídica (LEI) da instituição que relata;

e) 

Âmbito da consolidação.

Artigo 22.o

Revogação do Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014

É revogado o Regulamento de Execução (UE) n.o 680/2014.

As referências ao regulamento revogado devem entender-se como sendo feitas ao presente regulamento.

Artigo 23.o

Entrada em vigor e aplicação

O presente regulamento entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia.

O presente regulamento é aplicável a partir de 28 de junho de 2021.

Sem prejuízo do disposto no segundo parágrafo do presente artigo, o relato de informações sobre o requisito de reserva para o rácio de alavancagem das instituições identificadas como G-SII previsto no modelo 47 do anexo X é aplicável a partir de 1 de janeiro de 2023.

Os artigos 9.o e 10.o deixam de ser aplicáveis em 26 de junho de 2026.

O presente regulamento é obrigatório em todos os seus elementos e diretamente aplicável em todos os Estados-Membros.




ANEXO I

RELATO DOS FUNDOS PRÓPRIOS E DOS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS



MODELOS COREP

Número do modelo

Código do modelo

Nome do modelo / grupo de modelos

Abreviatura

 

 

ADEQUAÇÃO DOS FUNDOS PRÓPRIOS

CA

1

C 01.00

FUNDOS PRÓPRIOS -

CA1

2

C 02.00

REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CA2

3

C 03.00

RÁCIOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CA3

4

C 04.00

RUBRICAS PARA MEMÓRIA

CA4

 

 

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

CA5

5.1

C 05.01

DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

CA5.1

5.2

C 05.02

INSTRUMENTOS QUE BENEFICIAM DA SALVAGUARDA DE DIREITOS ADQUIRIDOS: INSTRUMENTOS QUE NÃO CONSTITUEM AUXÍLIO ESTATAL

CA5.2

 

 

SOLVÊNCIA DO GRUPO

GS

6.1

C 06.01

SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE ENTIDADES LIGADAS – TOTAL

Total GS

6.2

C 06.02

SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE ENTIDADES LIGADAS

GS

 

 

RISCO DE CRÉDITO

CR

7

C 07.00

RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CR SA

 

 

RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CR IRB

8.1

C 08.01

RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CR IRB 1

8.2

C 08.02

RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E OPERAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (discriminação por graus ou categorias de devedores)

CR IRB 2

8.3

C 08.03

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: DISCRIMINAÇÃO POR INTERVALOS DE PD

CR IRB 3

8.4

C 08.04

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: DEMONSTRAÇÕES DE FLUXOS DE MONTANTES DE EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO (RWEA)

CR IRB 4

8.5

C 08.05

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: VERIFICAÇÕES A POSTERIORI DE PD

CR IRB 5

8.5.1

C 08.05.1

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: VERIFICAÇÕES A POSTERIORI DE PD DE ACORDO COM O ARTIGO 180.o, N.o 1, ALÍNEA f) (CR IRB 5)

 

8.6

C 08.06

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: MÉTODO DE AFETAÇÃO DO CRÉDITO ESPECIALIZADO

CR IRB 6

8.7

C 08.07

RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: ÂMBITO DA UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS IRB E SA

CR IRB 7

 

 

DISCRIMINAÇÃO GEOGRÁFICA

CR GB

9.1

C 09.01

Quadro 9.1 — Discriminação geográfica das exposições por residência do devedor (exposições SA)

CR GB 1

9.2

C 09.02

Quadro 9.2 — Discriminação geográfica das exposições por residência do devedor (exposições IRB)

CR GB 2

9.4

C 09.04

Quadro 9.4 — Discriminação das exposições ao crédito relevantes para efeitos de cálculo da reserva contracíclica de fundos próprios por país e da percentagem de reserva contracíclica de fundos próprios específica da instituição

CCB

 

 

RISCO DE CRÉDITO: AÇÕES — MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CR EQU IRB

10.1

C 10.01

RISCO DE CRÉDITO: AÇÕES — MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

CR EQU IRB 1

10.2

C 10.02

RISCO DE CRÉDITO: AÇÕES — MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS. DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES TOTAIS SEGUNDO O MÉTODO PD/LGD POR GRAUS DE DEVEDORES:

CR EQU IRB 2

11

C 11.00

RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ENTREGA

CR SETT

13.1

C 13.01

RISCO DE CRÉDITO: TITULARIZAÇÕES

CR SEC

14

C 14.00

INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE AS TITULARIZAÇÕES

CR SEC Pormenorizado

14.1

C 14.01

INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE AS TITULARIZAÇÕES POR MÉTODO

CR SEC Pormenorizado 2

 

 

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE

CCR

34.01

C 34.01

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: DIMENSÃO DAS ATIVIDADES EM DERIVADOS

CCR 1

34.02

C 34.02

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES AO CCR POR MÉTODO

CCR 2

34.03

C 34.03

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES AO CCR TRATADAS COM MÉTODOS-PADRÃO: SA-CCR ou SA-CCR SIMPLIFICADO

CCR 3

34.04

C 34.04

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES AO CCR TRATADAS COM O MÉTODO DO RISCO INICIAL (OEM)

CCR 4

34.05

C 34.05

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES AO CCR TRATADAS COM O MÉTODO DO MODELO INTERNO (MMI)

CCR 5

34.06

C 34.06

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: VINTE PRINCIPAIS CONTRAPARTES

CCR 6

34.07

C 34.07

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: MÉTODO IRB – EXPOSIÇÕES AO CCR POR CLASSE DE EXPOSIÇÃO E ESCALA DE PD

CCR 7

34.08

C 34.08

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: COMPOSIÇÃO DA CAUÇÃO PARA EXPOSIÇÕES AO CCR

CCR 8

34.09

C 34.09

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES A DERIVADOS DE CRÉDITO

CCR 9

34.10

C 34.10

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: EXPOSIÇÕES A CCP

CCR 10

34.11

C 34.11

RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE: DEMONSTRAÇÕES DE FLUXOS DE RWEA DAS EXPOSIÇÕES AO CCR NO ÂMBITO DO MMI

CCR 11

 

 

RISCO OPERACIONAL

OPR

16

C 16.00

RISCO OPERACIONAL

OPR

 

 

RISCO OPERACIONAL: PERDAS E RECUPERAÇÕES

 

17.1

C 17.01

RISCO OPERACIONAL: PERDAS E RECUPERAÇÕES POR SEGMENTO DE ATIVIDADE E POR TIPO DE EVENTO NO ÚLTIMO EXERCÍCIO

OPR PORMENORIZADO 1

17.2

C 17.02

RISCO OPERACIONAL: GRANDES EVENTOS DE PERDA

OPR PORMENORIZADO 2

 

 

RISCO DE MERCADO

MKR

18

C 18.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA OS RISCOS DE POSIÇÃO EM INSTRUMENTOS DE DÍVIDA NEGOCIADOS

MKR SA TDI

19

C 19.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA O RISCO ESPECÍFICO EM TITULARIZAÇÕES

MKR SA SEC

20

C 20.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA O RISCO ESPECÍFICO DA CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO DE CORRELAÇÃO

MKR SA CTP

21

C 21.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODO-PADRÃO PARA O RISCO DE POSIÇÃO SOBRE AÇÕES

MKR SA EQU

22

C 22.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODOS-PADRÃO PARA O RISCO CAMBIAL

MKR SA FX

23

C 23.00

RISCO DE MERCADO: MÉTODOS-PADRÃO PARA AS MERCADORIAS

MKR SA COM

24

C 24.00

MODELOS INTERNOS PARA O RISCO DE MERCADO

MKR IM

25

C 25.00

RISCO DE AJUSTAMENTO DO VALOR DO CRÉDITO

CVA

 

 

AVALIAÇÃO PRUDENTE

MKR

32.1

C 32.01

AVALIAÇÃO PRUDENTE: ATIVOS E PASSIVOS AVALIADOS PELO JUSTO VALOR

PRUVAL 1

32.2

C 32.02

AVALIAÇÃO PRUDENTE: ABORDAGEM DE BASE

PRUVAL 2

32.3

C 32.03

AVALIAÇÃO PRUDENTE: AVA BASEADOS NO RISCO DE MODELO

PRUVAL 3

32.4

C 32.04

AVALIAÇÃO PRUDENTE: AVA BASEADOS NAS POSIÇÕES CONCENTRADAS

PRUVAL 4

 

 

EXPOSIÇÕES A ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS

MKR

33

C 33.00

EXPOSIÇÕES A ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS POR PAÍS DA CONTRAPARTE

GOV

 

 

COBERTURA DE PERDAS PARA EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS

NPE LC

35.1

C 35.01

COBERTURA DE PERDAS PARA EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS: CÁLCULO DAS DEDUÇÕES PARA EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS

NPE LC1

35.2

C 35.02

COBERTURA DE PERDAS PARA EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS: COBERTURA MÍNIMA EXIGIDA E VALORES DE EXPOSIÇÃO DAS EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS EXCLUINDO EXPOSIÇÕES REESTRUTURADAS ABRANGIDAS PELO ARTIGO 47.o-C, n.o 6, do CRR

NPE LC2

35.3

C 35.03

COBERTURA DE PERDAS PARA EXPOSIÇÕES NÃO PRODUTIVAS: COBERTURA MÍNIMA EXIGIDA E VALORES DE EXPOSIÇÃO DAS EXPOSIÇÕES REESTRUTURADAS NÃO PRODUTIVAS ABRANGIDAS PELO ARTIGO 47.o-C, n.o 6, do CRR

NPE LC3



C 01.00 - FUNDOS PRÓPRIOS (CA1)

Linhas

ID

Rubrica

Montante

0010

1

FUNDOS PRÓPRIOS -

 

0015

1.1

FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1

 

0020

1.1.1

FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1

 

0030

1.1.1.1

Instrumentos de fundos próprios elegíveis como FPP1

 

0040

1.1.1.1.1

Instrumentos de fundos próprios integralmente realizados

 

0045

1.1.1.1.1*

Dos quais: instrumentos de fundos próprios subscritos por autoridades públicas em situações de emergência

 

0050

1.1.1.1.2*

Rubrica para memória: instrumentos de fundos próprios não elegíveis

 

0060

1.1.1.1.3

Prémios de emissão

 

0070

1.1.1.1.4

(-) Instrumentos próprios de FPP1

 

0080

1.1.1.1.4.1

(-) Participações diretas em instrumentos de FPP1

 

0090

1.1.1.1.4.2

(-) Participações indiretas em instrumentos de FPP1

 

0091

1.1.1.1.4.3

(-) Participações sintéticas em instrumentos de FPP1

 

0092

1.1.1.1.5

(-) Obrigações efetivas ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FPP1

 

0130

1.1.1.2

Resultados retidos

 

0140

1.1.1.2.1

Resultados retidos de exercícios anteriores

 

0150

1.1.1.2.2

Resultados elegíveis

 

0160

1.1.1.2.2.1

Resultados atribuíveis aos proprietários da empresa-mãe

 

0170

1.1.1.2.2.2

(-) Parte não elegível do lucro provisório ou de final de exercício

 

0180

1.1.1.3

Outro rendimento integral acumulado

 

0200

1.1.1.4

Outras reservas

 

0210

1.1.1.5

Fundos para riscos bancários gerais

 

0220

1.1.1.6

Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FPP1 que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos

 

0230

1.1.1.7

Participação minoritária reconhecida nos FPP1

 

0240

1.1.1.8

Ajustamentos transitórios devidos a participações minoritárias adicionais

 

0250

1.1.1.9

Ajustamentos dos FPP1 devidos a filtros prudenciais

 

0260

1.1.1.9.1

(-) Aumentos de capital próprio resultantes de ativos titularizados

 

0270

1.1.1.9.2

Reserva de cobertura dos fluxos de caixa

 

0280

1.1.1.9.3

Ganhos e perdas cumulativos devidos a alterações no risco de crédito próprio sobre passivos avaliados pelo justo valor

 

0285

1.1.1.9.4

Ganhos e perdas de justo valor decorrentes do risco de crédito próprio da instituição em relação a passivos derivados

 

0290

1.1.1.9.5

(-) Ajustamentos de valor devidos aos requisitos de avaliação prudente

 

0300

1.1.1.10

(-) Goodwill

 

0310

1.1.1.10.1

(-) Goodwill contabilizado como ativo intangível

 

0320

1.1.1.10.2

(-) Goodwill incluído na avaliação de investimentos significativos

 

0330

1.1.1.10.3

Passivos por impostos diferidos associados a goodwill

 

0335

1.1.1.10.4

Reavaliação contabilística do goodwill das filiais resultante da consolidação de filiais atribuíveis a terceiros

 

0340

1.1.1.11

(-) Outros ativos intangíveis

 

0350

1.1.1.11.1

(-) Outros ativos intangíveis antes da dedução dos passivos por impostos diferidos

 

0360

1.1.1.11.2

Passivos por impostos diferidos associados a outros ativos intangíveis

 

0365

1.1.1.11.3

Reavaliação contabilística de outros ativos intangíveis das filiais resultante da consolidação de filiais atribuíveis a terceiros

 

0370

1.1.1.12

(-) Ativos por impostos diferidos que dependem da rentabilidade futura e não decorrem de diferenças temporárias líquidos dos passivos por impostos associados

 

0380

1.1.1.13

(-) Défice IRB de ajustamentos do risco de crédito para perdas esperadas

 

0390

1.1.1.14

(-) Ativos de fundos de pensões de benefício definido

 

0400

1.1.1.14.1

(-) Ativos de fundos de pensões de benefício definido

 

0410

1.1.1.14.2

Passivos por impostos diferidos associados aos ativos de fundos de pensões de benefício definido

 

0420

1.1.1.14.3

Ativos de fundos de pensões de benefício definido que a instituição pode utilizar sem restrições

 

0430

1.1.1.15

(-) Participações cruzadas em FPP1

 

0440

1.1.1.16

(-) Excesso de dedução de elementos dos FPA1 relativamente aos FPA1

 

0450

1.1.1.17

(-) Participações elegíveis fora do setor financeiro que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250  %

 

0460

1.1.1.18

(-) Posições de titularização que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250  %

 

0470

1.1.1.19

(-) Transações incompletas que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250  %

 

0471

1.1.1.20

(-) Posições num cabaz relativamente ao qual uma instituição não pode determinar a ponderação de risco nos termos do método IRB, e que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250  %

 

0472

1.1.1.21

(-) Exposições sobre ações segundo o Método dos Modelos Internos que podem alternativamente ser objeto de uma ponderação de risco de 1 250  %

 

0480

1.1.1.22

(-) Instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0490

1.1.1.23

(-) Ativos por impostos diferidos dedutíveis que dependem da rentabilidade futura e decorrem de diferenças temporárias

 

0500

1.1.1.24

(-) Instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0510

1.1.1.25

(-) Montante que excede o limiar de 17.65 %

 

0511

1.1.1.25.1

(-) Montante que excede o limiar de 17.65 % relacionado com instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0512

1.1.1.25.2

(-) Montante que excede o limiar de 17.65 % relacionado com ativos por impostos diferidos resultantes de diferenças temporárias

 

0513

1.1.1.25A

(-) Cobertura insuficiente para exposições não produtivas

 

0514

1.1.1.25B

(-) Défices em matéria do compromisso de valor mínimo

 

0515

1.1.1.25C

(-) Outros impostos previsíveis

 

0520

1.1.1.26

Outros ajustamentos transitórios dos FPP1

 

0524

1.1.1.27

(-) Deduções adicionais aos FPP1 por força do artigo 3.o do CRR

 

0529

1.1.1.28

Elementos ou deduções dos FPP1 – outros

 

0530

1.1.2

FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1

 

0540

1.1.2.1

Instrumentos de fundos próprios elegíveis como FPA1

 

0551

1.1.2.1.1

Instrumentos de fundos próprios integralmente realizados e emitidos diretamente

 

0560

1.1.2.1.2*

Rubrica para memória: instrumentos de fundos próprios não elegíveis

 

0571

1.1.2.1.3

Prémios de emissão

 

0580

1.1.2.1.4

(-) Instrumentos próprios de FPA1

 

0590

1.1.2.1.4.1

(-) Participações diretas em instrumentos de FPA1

 

0620

1.1.2.1.4.2

(-) Participações indiretas em instrumentos de FPA1

 

0621

1.1.2.1.4.3

(-) Participações sintéticas em instrumentos de FPA1

 

0622

1.1.2.1.5

(-) Obrigações efetivas ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FPA1

 

0660

1.1.2.2

Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FPA1 que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos

 

0670

1.1.2.3

Instrumentos emitidos por filiais reconhecidos como FPA1

 

0680

1.1.2.4

Ajustamentos transitórios devidos ao reconhecimento adicional nos FPA1 de instrumentos emitidos por filiais

 

0690

1.1.2.5

(-) Participações cruzadas em FPA1

 

0700

1.1.2.6

(-) Instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0710

1.1.2.7

(-) Instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0720

1.1.2.8

(-) Excesso de dedução de elementos dos FP2 relativamente aos FP2

 

0730

1.1.2.9

Outros ajustamentos transitórios dos FPA1

 

0740

1.1.2.10

Excesso de dedução de elementos dos FPA1 relativamente aos FPA1 (deduzido aos FPP1)

 

0744

1.1.2.11

(-) Deduções adicionais aos FPA1 por força do artigo 3.o do CRR

 

0748

1.1.2.12

Elementos ou deduções dos FPA1 – outros

 

0750

1.2

FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 2

 

0760

1.2.1

Instrumentos de fundos próprios elegíveis como FP2

 

0771

1.2.1.1

Instrumentos de fundos próprios integralmente realizados e emitidos diretamente

 

0780

1.2.1.2*

Rubrica para memória: Instrumentos de fundos próprios não elegíveis

 

0791

1.2.1.3

Prémios de emissão

 

0800

1.2.1.4

(-) Instrumentos próprios de FP2

 

0810

1.2.1.4.1

(-) Participações diretas em instrumentos de FP2

 

0840

1.2.1.4.2

(-) Participações indiretas em instrumentos de FP2

 

0841

1.2.1.4.3

(-) Participações sintéticas em instrumentos de FP2

 

0842

1.2.1.5

(-) Obrigações efetivas ou contingentes de compra de instrumentos próprios de FP2

 

0880

1.2.2

Ajustamentos transitórios devidos a instrumentos de FP2 que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos

 

0890

1.2.3

Instrumentos emitidos por filiais reconhecidos como FP2

 

0900

1.2.4

Ajustamentos transitórios devidos ao reconhecimento adicional nos FP2 de instrumentos emitidos por filiais

 

0910

1.2.5

Excesso de provisões relativamente às perdas esperadas elegíveis segundo o Método IRB

 

0920

1.2.6

Ajustamentos para o risco geral de crédito segundo o Método-Padrão

 

0930

1.2.7

(-) Participações cruzadas em FP2

 

0940

1.2.8

(-) Instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0950

1.2.9

(-) Instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0955

1.2.9A

(-) Excedente de deduções dos passivos elegíveis relativamente aos passivos elegíveis

 

0960

1.2.10

Outros ajustamentos transitórios dos FP2

 

0970

1.2.11

Excesso de dedução de elementos dos FP2 relativamente aos FP2 (deduzido aos FPA1)

 

0974

1.2.12

(-) Deduções adicionais aos FP2 por força do artigo 3.o do CRR

 

0978

1.2.13

Elementos ou deduções dos FP2 — outros

 



C 02.00 — REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CA2)

Linhas

Rubrica

Título

Montante

0010

1

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO

 

0020

1*

Do qual: empresas de investimento nos termos do artigo 95.o, n.o 2, e do artigo 98.o do CRR

 

0030

1**

Do qual: empresas de investimento nos termos do artigo 96.o, n.o 2, e do artigo 97.o do CRR

 

0040

1.1

MONTANTES DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO RELATIVAMENTE AOS RISCOS DE CRÉDITO, DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E DE REDUÇÃO DOS MONTANTES A RECEBER E ÀS OPERAÇÕES INCOMPLETAS

 

0050

1.1.1

Método-padrão (SA)

 

0051

1.1.1*

Dos quais: Requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 124.o do CRR

 

0060

1.1.1.1

Classes de risco SA excluindo posições de titularização

 

0070

1.1.1.1.01

Administrações centrais ou bancos centrais

 

0080

1.1.1.1.02

Administrações regionais ou autoridades locais

 

0090

1.1.1.1.03

Entidades do setor público

 

0100

1.1.1.1.04

Bancos multilaterais de desenvolvimento

 

0110

1.1.1.1.05

Organizações internacionais

 

0120

1.1.1.1.06

Instituições

 

0130

1.1.1.1.07

Empresas

 

0140

1.1.1.1.08

Retalho

 

0150

1.1.1.1.09

Garantidas por hipotecas sobre bens imóveis

 

0160

1.1.1.1.10

Exposições em situação de incumprimento

 

0170

1.1.1.1.11

Elementos associados a riscos particularmente elevados

 

0180

1.1.1.1.12

Obrigações cobertas

 

0190

1.1.1.1.13

Créditos sobre instituições e empresas com uma avaliação de crédito de curto prazo

 

0200

1.1.1.1.14

Organismos de investimento coletivo (OIC)

 

0210

1.1.1.1.15

Capital próprio

 

0211

1.1.1.1.16

Outros elementos

 

0240

1.1.2

Método das Notações Internas (IRB)

 

0241

1.1.2*

Dos quais: requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 164.o do CRR

 

0242

1.1.2**

Dos quais: Requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 124.o do CRR

 

0250

1.1.2.1

Métodos IRB nos casos em que não são utilizadas estimativas próprias das LGD nem fatores de conversão

 

0260

1.1.2.1.01

Administrações centrais e bancos centrais

 

0270

1.1.2.1.02

Instituições

 

0280

1.1.2.1.03

Empresas – PME

 

0290

1.1.2.1.04

Empresas — Empréstimos especializados

 

0300

1.1.2.1.05

Empresas – Outros

 

0310

1.1.2.2

Métodos IRB nos casos em que são utilizadas estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão

 

0320

1.1.2.2.01

Administrações centrais e bancos centrais

 

0330

1.1.2.2.02

Instituições

 

0340

1.1.2.2.03

Empresas – PME

 

0350

1.1.2.2.04

Empresas — Empréstimos especializados

 

0360

1.1.2.2.05

Empresas – Outros

 

0370

1.1.2.2.06

Retalho – Garantidos por imóveis PME

 

0380

1.1.2.2.07

Retalho – Garantidos por imóveis não PME

 

0390

1.1.2.2.08

Retalho — Renováveis elegíveis

 

0400

1.1.2.2.09

Retalho – Outras PME

 

0410

1.1.2.2.10

Retalho – Outras não PME

 

0420

1.1.2.3

Capital próprio IRB

 

0450

1.1.2.5

Outros ativos que não constituem obrigações de crédito

 

0460

1.1.3

Montante da exposição ao risco relacionado com as contribuições para o fundo de incumprimento de uma CCP

 

0470

1.1.4

Posições de titularização

 

0490

1.2

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ENTREGA

 

0500

1.2.1

Risco de liquidação/entrega extra carteira de negociação

 

0510

1.2.2

Risco de liquidação/entrega na carteira de negociação

 

0520

1.3

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO DE POSIÇÃO, CAMBIAL E SOBRE MERCADORIAS

 

0530

1.3.1

Montante da exposição ao risco de posição, cambial e de mercadorias segundo os Métodos-Padrão (SA)

 

0540

1.3.1.1

Instrumentos de dívida negociados

 

0550

1.3.1.2

Capital próprio

 

0555

1.3.1.3

Método específico para riscos de posição em OIC

 

0556

1.3.1.3*

Rubrica para memória: OIC investidos exclusivamente em instrumentos de dívida negociados

 

0557

1.3.1.3**

Rubrica para memória: OIC investidos exclusivamente em instrumentos de capital próprio ou em instrumentos mistos

 

0560

1.3.1.4

Cambial

 

0570

1.3.1.5

Mercadorias

 

0580

1.3.2

Montante da exposição ao risco de posição, cambial e de mercadorias segundo os Modelos Internos (IM)

 

0590

1.4

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO OPERACIONAL (OpR)

 

0600

1.4.1

Método do Indicador Básico (BIA) para o OpR

 

0610

1.4.2

Métodos-Padrão (TSA)/Métodos-Padrão alternativos (ASA) para o OpR

 

0620

1.4.3

Métodos Avançados de Mensuração (AMA) do OpR

 

0630

1.5

MONTANTE ADICIONAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO DEVIDO A DESPESAS GERAIS FIXAS

 

0640

1.6

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO DE AJUSTAMENTO DA AVALIAÇÃO DE CRÉDITO

 

0650

1.6.1

Método Avançado

 

0660

1.6.2

Método-Padrão

 

0670

1.6.3

Com base no Método do Risco Inicial

 

0680

1.7

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO RELACIONADA COM AS GRANDES EXPOSOÇÕES DA CARTEIRA DE NEGOCIAÇÃO

 

0690

1.8

OUTROS MONTANTES DE EXPOSIÇÃO AO RISCO

 

0710

1.8.2

Dos quais: requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 458.o do CRR

 

0720

1.8.2*

Dos quais: requisitos aplicáveis às grandes exposições

 

0730

1.8.2**

Dos quais: por força das ponderações de risco modificadas para o tratamento de bolhas especulativas em ativos no setor dos imóveis destinados à habitação e dos imóveis para fins comerciais

 

0740

1.8.2***

Dos quais: por força de exposições dentro do setor financeiro

 

0750

1.8.3

Dos quais: requisitos prudenciais adicionais mais rigorosos com base no artigo 459.o do CRR

 

0760

1.8.4

Dos quais: montante adicional da exposição ao risco por força do artigo 3.o do CRR

 



C 03.00 — RÁCIOS DE FUNDOS PRÓPRIOS E NÍVEIS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CA3)

Linhas

ID

Rubrica

Montante

0010

1

Rácio de FPP1

 

0020

2

Excedente(+)/Défice(–) de FPP1

 

0030

3

Rácio de FP1

 

0040

4

Excedente(+)/Défice(–) de FP1

 

0050

5

Rácio de fundos próprios totais

 

0060

6

Excedente(+)/Défice(–) de fundos próprios totais

 

Rubricas para memória: requisito total de fundos próprios do SREP (TSCR), requisito global de fundos próprios (OCR) e orientações do pilar 2 (P2G)

0130

13

Rácio do requisito total de fundos próprios do SREP (TSCR)

 

0140

13*

TSCR: a constituir através dos FPP1

 

0150

13**

TSCR: a constituir através dos FP1

 

0160

14

Rácio do requisito global de fundos próprios (OCR)

 

0170

14*

OCR: a constituir através dos FPP1

 

0180

14**

OCR: a constituir através dos FP1

 

0190

15

OCR e orientações do pilar 2 (P2G)

 

0200

15*

OCR e P2G: a constituir através dos FPP1

 

0210

15**

OCR e P2G: a constituir através dos FP1

 

0220

16

Excedente(+)/Défice(-) dos FPP1 tendo em conta os requisitos do artigo 92.o do CRR e do artigo 104.o-A da CRD

 

Rubricas para memória: Rácios de fundos próprios sem a aplicação das disposições transitórias da IFRS 9

0300

20

Rácio de FPP1 sem a aplicação das disposições transitórias da IFRS 9

 

0310

21

Rácio de FP1 sem a aplicação das disposições transitórias da IFRS 9

 

0320

22

Rácio de fundos próprios totais sem a aplicação das disposições transitórias da IFRS 9

 



C 04.00 — RUBRICAS PARA MEMÓRIA (CA4)

Linha

ID

Rubrica

Coluna

Ativos e passivos por impostos diferidos

0010

0010

1

Total dos ativos por impostos diferidos

 

0020

1.1

Ativos por impostos diferidos que não dependem da rendibilidade futura

 

0030

1.2

Ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura e não decorrem de diferenças temporárias

 

0040

1.3

Ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura e decorrem de diferenças temporárias

 

0050

2

Total dos passivos por impostos diferidos

 

0060

2.1

Passivos por impostos diferidos não dedutíveis aos ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura

 

0070

2.2

Passivos por impostos diferidos dedutíveis aos ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura

 

0080

2.2.1

Passivos por impostos diferidos dedutíveis associados a ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura e não decorrem de diferenças temporárias

 

0090

2.2.2

Passivos por impostos diferidos dedutíveis associados a ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura e decorrem de diferenças temporárias

 

0093

2A

Excesso de pagamento de imposto e reporte de prejuízos fiscais

 

0096

2B

Ativos por impostos diferidos sujeitos a uma ponderação de risco de 250 %

 

0097

2C

Ativos por impostos diferidos sujeitos a uma ponderação de risco de 0 %

 

Exceção às deduções aos FPP1

0901

2W

Exceção à dedução de ativos intangíveis aos FPP1

 

Classificação contabilística dos instrumentos de FPA1

0905

2Y

Instrumentos de fundos próprios e os prémios de emissão conexos classificados como capital próprio segundo as normas contabilísticas aplicáveis

 

0906

2Z

Instrumentos de fundos próprios e os prémios de emissão conexos classificados como passivos segundo as normas contabilísticas aplicáveis

 

Ajustamentos para risco de crédito e perdas esperadas

0100

3

Excesso (+) ou défice (–), no método IRB, dos ajustamentos para o risco de crédito, ajustamentos de valor adicionais e outras reduções de fundos próprios por perdas esperadas em exposições que não se encontram em incumprimento

 

0110

3.1

Total dos ajustamentos para o risco de crédito, ajustamentos de valor adicionais e outras reduções dos fundos próprios elegíveis para inclusão no cálculo do montante das perdas esperadas

 

0120

3.1.1

Ajustamentos para risco geral de crédito

 

0130

3.1.2

Ajustamentos para risco específico de crédito

 

0131

3.1.3

Ajustamentos de valor adicionais e outras reduções dos fundos próprios

 

0140

3.2

Total das perdas esperadas elegíveis

 

0145

4

Excesso (+) ou défice (–), no método IRB, dos ajustamentos para o risco específico de crédito por perdas esperadas em exposições em incumprimento

 

0150

4.1

Ajustamentos para o risco específico de crédito e posições tratadas de modo semelhante

 

0155

4.2

Total das perdas esperadas elegíveis

 

0160

5

Montantes das exposições ponderadas pelo risco para o cálculo do limite superior do excesso de provisões elegíveis como FP2

 

0170

6

Provisões brutas totais elegíveis para inclusão nos FP2

 

0180

7

Montantes das exposições ponderadas pelo risco para o cálculo do limite superior das provisões elegíveis como FP2

 

Limiares para as deduções aos FPP1

0190

8

Limiar não dedutível de participações em entidades do setor financeiro nas quais uma instituição não tem um investimento significativo

 

0200

9

Limiar de 10 % para os FPP1

 

0210

10

Limiar de 17.65 % para os FPP1

 

0225

11

Fundos próprios elegíveis para efeitos de participações elegíveis fora do setor financeiro

 

Investimentos em fundos próprios de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

0230

12

Participações em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0240

12.1

Participações diretas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0250

12.1.1

Participações diretas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0260

12.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0270

12.2

Participações indiretas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0280

12.2.1

Participações indiretas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0290

12.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0291

12.3

Participações sintéticas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0292

12.3.1

Participações sintéticas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0293

12.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

0300

13

Participações em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0310

13.1

Participações diretas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0320

13.1.1

Participações diretas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0330

13.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0340

13.2

Participações indiretas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0350

13.2.1

Participações indiretas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0360

13.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0361

13.3

Participações sintéticas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0362

13.3.1

Participações sintéticas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0363

13.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

0370

14

Participações em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0380

14.1

Participações diretas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0390

14.1.1

Participações diretas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0400

14.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0410

14.2

Participações indiretas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0420

14.2.1

Participações indiretas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0430

14.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0431

14.3

Participações sintéticas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0432

14.3.1

Participações sintéticas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo

 

0433

14.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

Investimentos em fundos próprios de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

0440

15

Participações em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0450

15.1

Participações diretas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0460

15.1.1

Participações diretas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0470

15.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0480

15.2

Participações indiretas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0490

15.2.1

Participações indiretas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0500

15.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0501

15.3

Detenções sintéticas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0502

15.3.1

Participações sintéticas brutas em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0503

15.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

0504

15A

Investimentos em FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo – sujeitos a uma ponderação do risco de 250 %

 

0510

16

Participações em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0520

16.1

Participações diretas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0530

16.1.1

Participações diretas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0540

16.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0550

16.2

Participações indiretas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0560

16.2.1

Participações indiretas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0570

16.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0571

16.3

Participações sintéticas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0572

16.3.1

Participações sintéticas brutas em FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0573

16.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

0580

17

Participações em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo, líquidas das posições curtas

 

0590

17.1

Participações diretas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0600

17.1.1

Participações diretas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0610

17.1.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações diretas brutas incluídas acima

 

0620

17.2

Participações indiretas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0630

17.2.1

Participações indiretas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0640

17.2.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações indiretas brutas incluídas acima

 

0641

17.3

Participações sintéticas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0642

17.3.1

Participações sintéticas brutas em FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

0643

17.3.2

(-) Posições curtas cuja compensação é permitida em relação às participações sintéticas brutas incluídas acima

 

Montantes totais da exposição ao risco ligada a participações não deduzidas da correspondente categoria de fundos próprios:

0650

18

Posições ponderadas pelo risco sobre participações em FPP1 de entidades do setor financeiro que não são deduzidas aos FPP1 da instituição

 

0660

19

Posições ponderadas pelo risco sobre participações em FPA1 de entidades do setor financeiro que não são deduzidas aos FPA1 da instituição

 

0670

20

Posições ponderadas pelo risco sobre participações em FP2 de entidades do setor financeiro que não são deduzidas aos FP2 da instituição

 

Derrogação temporária da dedução aos fundos próprios

 

0680

21

Detenção de instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

0690

22

Detenção de instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

0700

23

Detenção de instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

0710

24

Detenção de instrumentos de FPA1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

0720

25

Detenção de instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição não tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

0730

26

Detenção de instrumentos de FP2 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo objeto de uma derrogação temporária

 

Reservas de fundos próprios

0740

27

Requisito combinado de reservas de fundos próprios

 

0750

 

Reserva de conservação de fundos próprios

 

0760

 

Reserva de conservação decorrente de riscos macroprudenciais ou sistémicos identificados ao nível de um Estado-Membro

 

0770

 

Reserva contracíclica de fundos próprios específica da instituição

 

0780

 

Reserva para risco sistémico

 

0800

 

Reserva de instituição de importância sistémica global

 

0810

 

Reserva de outras instituições de importância sistémica

 

Requisitos do Pilar II

0820

28

Requisitos de fundos próprios relativos aos ajustamentos do Pilar II

 

Informação adicional sobre as empresas de investimento

0830

29

Capital inicial

 

0840

30

Fundos próprios com base nas despesas gerais fixas

 

Informação adicional para o cálculo dos limiares de relato

0850

31

Exposições iniciais não nacionais

 

0860

32

Total das exposições iniciais

 



C 05.01 — DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS (CA5.1)

 

Ajustamentos dos FPP1

Ajustamentos dos FPA1

Ajustamentos dos FP2

Ajustamentos incluídos nos APR

Rubricas para memória

Percentagem aplicável

Montante elegível sem disposições transitórias

Código

ID

Rubrica

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0010

1

AJUSTAMENTOS TOTAIS

 

 

 

 

 

 

0020

1,1

INSTRUMENTOS QUE BENEFICIAM DA SALVAGUARDA DE DIREITOS ADQUIRIDOS

ligação a {CA1;r0220}

ligação a {CA1;r0660}

ligação a {CA1;r0880}

 

 

 

0060

1.1.2

Instrumentos que não constituem auxílio estatal

 

 

 

 

 

 

0061

1.1.3

Instrumentos emitidos através de veículos com objeto específico

 

 

 

 

 

 

0062

1.1.4

Instrumentos emitidos antes de 27 de junho de 2019 que não cumprem os critérios de elegibilidade relacionados com os poderes de redução e de conversão nos termos do artigo 59.o da BRRD ou que são sujeitos a mecanismos de novação ou de compensação

 

 

 

 

 

 

0063

1.1.4.1*

dos quais: Instrumentos sem redução ou conversão legal ou contratualmente obrigatória após o exercício dos poderes do artigo 59.o da BRRD

 

 

 

 

 

 

0064

1.1.4.2*

dos quais: Instrumentos regidos pela legislação dos países terceiros sem exercício efetivo e executório dos poderes do artigo 59.o da BRRD

 

 

 

 

 

 

0065

1.1.4.3*

dos quais: Instrumentos sujeitos a mecanismos de novação ou de compensação

 

 

 

 

 

 

0070

1,2

PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS E EQUIVALENTES

ligação a {CA1;r0240}

ligação a {CA1;r0680}

ligação a {CA1;r0900}

 

 

 

0080

1.2.1

Instrumentos e elementos dos fundos próprios não elegíveis como participações minoritárias

 

 

 

 

 

 

0090

1.2.2

Reconhecimento transitório nos fundos próprios consolidados de participações minoritárias

 

 

 

 

 

 

0091

1.2.3

Reconhecimento transitório nos fundos próprios consolidados de fundos próprios adicionais de nível 1 elegíveis

 

 

 

 

 

 

0092

1.2.4

Reconhecimento transitório nos fundos próprios consolidados de fundos próprios de nível 2 elegíveis

 

 

 

 

 

 

0100

1,3

OUTROS AJUSTAMENTOS TRANSITÓRIOS

ligação a {CA1;r0520}

ligação a {CA1;r0730}

ligação a {CA1;r0960}

 

 

 

0111

1.3.1.6

Ganhos e perdas não realizados de determinadas exposições sobre títulos de dívida de administrações centrais, administrações regionais, autoridades locais e entidades do setor público

 

 

 

 

 

 

0112

1.3.1.6.1

dos quais: montante A

 

 

 

 

 

 

0140

1.3.2

Deduções

 

 

 

 

 

 

0170

1.3.2.3

Ativos por impostos diferidos que dependem da rendibilidade futura e não decorrem de diferenças temporárias

 

 

 

 

 

 

0380

1.3.2.9

Ativos por impostos diferidos que dependem da rentabilidade futura e decorrem de diferenças temporárias e instrumentos de FPP1 de entidades do setor financeiro nas quais a instituição tem um investimento significativo

 

 

 

 

 

 

0385

1.3.2.9a

Ativos por impostos diferidos que dependem da rentabilidade futura e decorrem de diferenças temporárias

 

 

 

 

 

 

0425

1.3.2.11

Isenção da dedução de participações de capital em empresas de seguros dos elementos dos FPP1

 

 

 

 

 

 

0430

1.3.3

Filtros e deduções adicionais

 

 

 

 

 

 

0440

1.3.4

Ajustamentos devidos ao regime transitório da IFRS 9

 

 

 

 

 

 

0441

1.3.4.1

Rubrica para memória: impacto da componente estática nas perdas de crédito esperadas

 

 

 

 

 

 

0442

1.3.4.2

Rubrica para memória: impacto da componente dinâmica nas perdas de crédito esperadas no período de 1.1.2018 – 31.12.2019

 

 

 

 

 

 

0443

1.3.4.3

Rubrica para memória: impacto da componente dinâmica nas perdas de crédito esperadas no período com início em 1.1.2020

 

 

 

 

 

 



C 05.02 - INSTRUMENTOS QUE BENEFICIAM DA SALVAGUARDA DE DIREITOS ADQUIRIDOS: INSTRUMENTOS QUE NÃO CONSTITUEM AUXÍLIO ESTATAL (CA5.2)

 

Montante dos instrumentos acrescido dos prémios de emissão conexos

Base de cálculo do limite

Percentagem aplicável

Limite

(-) Montante que excede os limites para a determinação de direitos adquiridos

Montante total que beneficia da salvaguarda de direitos adquiridos

Código

ID

Rubrica

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0010

1.

Instrumentos elegíveis nos termos do artigo 57.o, alínea a), da Diretiva 2006/48/CE

 

 

 

 

 

ligação a {CA5.1;r060;c010}

0020

2.

Instrumentos elegíveis nos termos do artigo 57.o, alínea c-A), e do artigo 154.o, n.os 8 e 9, da Diretiva 2006/48/CE, sob reserva do limite previsto no artigo 489.o do CRR

 

 

 

 

 

ligação a {CA5.1;r060;c020}

0030

2,1

Total de instrumentos sem opção de compra nem incentivo ao resgate

 

 

 

 

 

 

0040

2,2

Instrumentos que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos com opção de compra e incentivo ao resgate

 

 

 

 

 

 

0050

2.2.1

Instrumentos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que preenchem as condições previstas no artigo 52.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0060

2.2.2

Instrumentos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que não preenchem as condições previstas no artigo 52.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0070

2.2.3

Instrumentos com uma opção de compra exercível até ao dia 20 de julho de 2011, inclusive, e que não preenchem as condições previstas no artigo 52.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0080

2,3

Excedente do limite para os instrumentos de FPP1 que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos

 

 

 

 

 

 

0090

3

Rubricas elegíveis para efeitos do artigo 57.o, alíneas e), f), g) ou h), da Diretiva 2006/48/CE, sob reserva do limite previsto no artigo 490.o do CRR

 

 

 

 

 

ligação a {CA5.1;r060;c030}

0100

3,1

Total de elementos sem incentivo ao resgate

 

 

 

 

 

 

0110

3,2

Elementos que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos com um incentivo ao resgate

 

 

 

 

 

 

0120

3.2.1

Elementos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que preenchem as condições previstas no artigo 63.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0130

3.2.2

Elementos com uma opção de compra exercível após a data de relato e que não preenchem as condições previstas no artigo 63.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0140

3.2.3

Elementos com uma opção de compra exercível até ao dia 20 de julho de 2011, inclusive, e que não preenchem as condições previstas no artigo 63.o do CRR após a data do vencimento efetivo

 

 

 

 

 

 

0150

3,3

Excesso sobre o limite para os instrumentos de FPA1 que beneficiam da salvaguarda de direitos adquiridos

 

 

 

 

 

 



C 06.01 - SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE ENTIDADES LIGADAS – TOTAL (GS TOTAL)

 

INFORMAÇÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DAS ENTIDADES PARA A SOLVÊNCIA DO GRUPO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE FUNDOS PRÓPRIOS

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO

 

FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS

 

 

FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS

 

REQUISITO COMBINADO DE RESERVAS DE FUNDOS PRÓPRIOS

 

CRÉDITO; CRÉDITO DE CONTRAPARTE; RISCOS DE REDUÇÃO DOS MONTANTES A RECEBER, TRANSAÇÕES INCOMPLETAS E RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ENTREGA

RISCOS DE POSIÇÃO, CAMBIAL E DE MERCADORIAS

RISCO OPERACIONAL

OUTROS MONTANTES DE EXPOSIÇÃO AO RISCO

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NO FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 1

 

 

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 2

RUBRICA PARA MEMÓRIA:

GOODWILL (-) / (+) GOODWILL NEGATIVO

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1

DOS QUAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA O RESULTADO CONSOLIDADO

DOS QUAIS: (-) GOODWILL / (+) GOODWILL NEGATIVO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE CONSERVAÇÃO DE FUNDOS PRÓPRIOS

RESERVA CONTRACÍCLICA DE FUNDOS PRÓPRIOS ESPECÍFICA DA INSTITUIÇÃO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE CONSERVAÇÃO DEVIDO A UM RISCO MACROPRUDENCIAL OU SISTÉMICO IDENTIFICADO AO NÍVEL DE UM ESTADO-MEMBRO

RESERVAS PRUDENCIAIS PARA O RISCO SISTÉMICO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE INSTITUIÇÃO DE IMPORTÂNCIA SISTÉMICA GLOBAL

RESERVAS PRUDENCIAIS PARA OUTRAS INSTITUIÇÕES DE IMPORTÂNCIA SISTÉMICA

PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS INCLUÍDAS NOS FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1 CONSOLIDADOS

INSTRUMENTOS DOS FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 1

0250

0260

0270

0280

0290

0300

0310

0320

0330

0340

0350

0360

0370

0380

0390

0400

0410

0420

0430

0440

0450

0470

0480

0010

TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 06.02 - SOLVÊNCIA DO GRUPO: INFORMAÇÕES SOBRE ENTIDADES LIGADAS (GS)

ENTIDADES NO PERÍMETRO DA CONSOLIDAÇÃO

INFORMAÇÃO SOBRE ENTIDADES SUJEITAS A REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS

INFORMAÇÃO SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DAS ENTIDADES PARA A SOLVÊNCIA DO GRUPO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE FUNDOS PRÓPRIOS

NOME

CÓDIGO

TIPO DE CÓDIGO

CÓDIGO NACIONAL

INSTITUIÇÃO OU EQUIVALENTE (SIM / NÃO)

TIPO DE ENTIDADE

ÂMBITO DOS DADOS: CONSOLIDAÇÃO INDIVIDUAL TOTAL (SF) OU CONSOLIDAÇÃO INDIVIDUAL PARCIAL (SP)

CÓDIGO DO PAÍS

PERCENTAGEM DE PARTICIPAÇÃO (%)

 

 

FUNDOS PRÓPRIOS -

 

 

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO

 

FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS

 

FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS

 

REQUISITO COMBINADO DE RESERVAS DE FUNDOS PRÓPRIOS

 

MONTANTE TOTAL DA EXPOSIÇÃO AO RISCO

CRÉDITO; CRÉDITO DE CONTRAPARTE; RISCOS DE REDUÇÃO DOS MONTANTES A RECEBER, TRANSAÇÕES INCOMPLETAS E RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ ENTREGA

RISCOS DE POSIÇÃO, CAMBIAL E DE MERCADORIAS

RISCO OPERACIONAL

OUTROS MONTANTES DE EXPOSIÇÃO AO RISCO

FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 TOTAIS

 

 

FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 2

 

CRÉDITO; CRÉDITO DE CONTRAPARTE; RISCOS DE REDUÇÃO DOS MONTANTES A RECEBER, TRANSAÇÕES INCOMPLETAS E RISCO DE LIQUIDAÇÃO/ENTREGA

RISCOS DE POSIÇÃO, CAMBIAL E DE MERCADORIAS

RISCO OPERACIONAL

OUTROS MONTANTES DE EXPOSIÇÃO AO RISCO

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NO FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 1

 

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 2

RUBRICA PARA MEMÓRIA: GOODWILL (-) / (+) GOODWILL NEGATIVO

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1

DOS QUAIS: CONTRIBUIÇÕES PARA O RESULTADO CONSOLIDADO

DOS QUAIS: (-) GOODWILL / (+) GOODWILL NEGATIVO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE CONSERVAÇÃO DE FUNDOS PRÓPRIOS

RESERVA CONTRACÍCLICA DE FUNDOS PRÓPRIOS ESPECÍFICA DA INSTITUIÇÃO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE CONSERVAÇÃO DEVIDO A UM RISCO MACROPRUDENCIAL OU SISTÉMICO IDENTIFICADO AO NÍVEL DE UM ESTADO-MEMBRO

RESERVAS PRUDENCIAIS PARA O RISCO SISTÉMICO

RESERVAS PRUDENCIAIS DE INSTITUIÇÃO DE IMPORTÂNCIA SISTÉMICA GLOBAL

RESERVAS PRUDENCIAIS PARA OUTRAS INSTITUIÇÕES DE IMPORTÂNCIA SISTÉMICA

FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1

 

FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1

 

PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS INCLUÍDAS NOS FUNDOS PRÓPRIOS PRINCIPAIS DE NÍVEL 1 CONSOLIDADOS

INSTRUMENTOS DOS FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS INCLUÍDOS NOS FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS CONSOLIDADOS DE NÍVEL 1

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ELEGÍVEIS

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS CONEXOS, RESULTADOS RETIDOS CONEXOS E PRÉMIOS DE EMISSÃO

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 1 CONEXOS, RESULTADOS RETIDOS CONEXOS E PRÉMIOS DE EMISSÃO

DOS QUAIS: PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS

INSTRUMENTOS DE FUNDOS PRÓPRIOS CONEXOS, RESULTADOS RETIDOS CONEXOS, PRÉMIOS DE EMISSÃO E OUTRAS RESERVAS

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS ADICIONAIS DE NÍVEL 1 ELEGÍVEIS

DOS QUAIS: FUNDOS PRÓPRIOS DE NÍVEL 2 ELEGÍVEIS

0011

0021

0026

0027

0030

0035

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0110

0120

0130

0140

0150

0160

0170

0180

0190

0200

0210

0220

0230

0240

0250

0260

0270

0280

0290

0300

0310

0320

0330

0340

0350

0360

0370

0380

0390

0400

0410

0420

0430

0440

0450

0470

0480

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 07.00 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CR SA)

Classe de risco SA

 

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES ASSOCIADAS À EXPOSIÇÃO ORIGINAL (-)

EXPOSIÇÕES LÍQUIDAS DE AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO (CRM) COM EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES

EXPOSIÇÕES LÍQUIDAS APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO QUE AFETAM O MONTANTE DA EXPOSIÇÃO: PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO. MÉTODO INTEGRAL SOBRE CAUÇÕES FINANCEIRAS

VALOR TOTALMENTE AJUSTADO DAS EXPOSIÇÕES (E*)

REPARTIÇÃO DO VALOR DO RISCO TOTALMENTE AJUSTADO DOS ELEMENTOS EXTRAPATRIMONIAIS POR FATORES DE CONVERSÃO

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

 

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS PME (-)

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS INFRAESTRUTURAS (-)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

 

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO: VALORES AJUSTADOS (Ga)

PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

SUBSTITUIÇÃO DA EXPOSIÇÃO DEVIDO A CRM

AJUSTAMENTO DA EXPOSIÇÃO PARA A VOLATILIDADE

CAUÇÕES FINANCEIRAS: VALOR AJUSTADO (Cvam) (-)

0 %

20 %

50 %

100 %

DAS QUAIS: DECORRENTES DO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE

 

DAS QUAIS: COM UMA AVALIAÇÃO DE CRÉDITO REALIZADA POR UMA AGÊNCIA DE NOTAÇÃO EXTERNA DESIGNADA

DAS QUAIS: COM UMA AVALIAÇÃO DE CRÉDITO DERIVADA DE UMA ADMINISTRAÇÃO CENTRAL

(-) GARANTIAS

(-) DERIVADOS DE CRÉDITO

(-) CAUÇÕES FINANCEIRAS: MÉTODO SIMPLES

(-) OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

(-) TOTAL DAS SAÍDAS

TOTAL DAS ENTRADAS (+)

 

(-) DAS QUAIS: AJUSTAMENTOS DE VOLATILIDADE E DO PRAZO DE VENCIMENTO

DAS QUAIS: DECORRENTES DO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE, EXCLUINDO EXPOSIÇÕES COMPENSADAS ATRAVÉS DE UMA CCP

0010

0030

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0110

0120

0130

0140

0150

0160

0170

0180

0190

0200

0210

0211

0215

0216

0217

0220

0230

0240

0010

TOTAL DAS EXPOSIÇÕES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Célula ligada a CA

 

 

0015

das quais: Exposições em incumprimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0020

das quais: PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0030

das quais: Exposições sujeitas a um fator de apoio às PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0035

das quais: Exposições sujeitas ao fator de apoio às infraestruturas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0040

das quais: Garantidas por hipotecas sobre imóveis – Imóveis residenciais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

das quais: Exposições tratadas permanentemente de forma parcial segundo o Método-Padrão

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0060

das quais: Exposições nos termos do Método-Padrão com autorização prévia de supervisão para uma aplicação sequencial do Método IRB

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES TOTAIS POR TIPO DE EXPOSIÇÃO:

0070

Exposições patrimoniais sujeitas a risco de crédito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0080

Exposições extrapatrimoniais sujeitas a risco de crédito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exposições /Operações sujeitas a risco de crédito de contraparte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0090

Conjuntos de compensação de operações de financiamento através de valores mobiliários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0100

das quais: Objeto de compensação central através de uma CCP elegível

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0110

Conjuntos de compensação de Derivados e Operações de Liquidação Longa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0120

das quais: Objeto de compensação central através de uma CCP elegível

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0130

Decorrentes de conjuntos de compensação contratual cruzada entre produtos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES TOTAIS POR PONDERAÇÃO DE RISCO:

0140

0 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0150

2 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0160

4 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0170

10 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0180

20 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0190

35 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0200

50 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0210

70 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0220

75 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0230

100 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0240

150 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0250

250 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0260

370 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0270

1 250 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0280

Outras ponderações de risco

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES TOTAIS POR MÉTODO (OIC):

0281

Método baseado na transparência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0282

Método com base no mandato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0283

Abordagem alternativa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RUBRICAS PARA MEMÓRIA

0290

Exposições garantidas por hipotecas sobre imóveis comerciais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0300

Exposições em incumprimento sujeitas a uma ponderação de risco de 100 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0310

Exposições garantidas por hipotecas sobre imóveis residenciais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0320

Exposições em incumprimento sujeitas a uma ponderação de risco de 150 %

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 08.01 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO-PADRÃO PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CR IRB 1)

Classe de risco IRB:

Estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão:

 

ESCALA DE NOTAÇÃO INTERNA

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO (CRM) COM EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES

EXPOSIÇÕES APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

 

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

 

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DE RISCO DE CRÉDITO TIDAS EM CONTA NAS ESTIMATIVAS DAS LGD EXCLUINDO O DUPLO INCUMPRIMENTO

SOB RESERVA DO TRATAMENTO DO DUPLO INCUMPRIMENTO

LGD MÉDIA PONDERADA PELAS EXPOSIÇÕES (%)

LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES (%) PARA AS GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E PARA AS ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

PRAZO MÉDIO DE VENCIMENTO PONDERADO PELAS EXPOSIÇÕES (DIAS)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS PME (-)

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS INFRAESTRUTURAS (-)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

RUBRICAS PARA MEMÓRIA:

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO (-)

SUBSTITUIÇÃO DA EXPOSIÇÃO DEVIDO A CRM

 

UTILIZAÇÃO DE ESTIMATIVAS PRÓPRIAS DAS LGD:

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES (-)

NÚMERO DE DEVEDORES

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DE DERIVADOS DE CRÉDITO

PD ATRIBUÍDA AO GRAU OU CATEGORIA DE DEVEDORES

(%)

 

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

GARANTIAS (-)

DERIVADOS DE CRÉDITO (-)

TOTAL DAS SAÍDAS (-)

TOTAL DAS ENTRADAS (+)

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: DECORRENTES DO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

GARANTIAS

DERIVADOS DE CRÉDITO

UTILIZAÇÃO DE ESTIMATIVAS PRÓPRIAS DAS LGD:

OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

 

CAUÇÕES FINANCEIRAS ELEGÍVEIS

OUTRAS CAUÇÕES ELEGÍVEIS

 

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

NUMERÁRIO DEPOSITADO

APÓLICES DE SEGURO DE VIDA

INSTRUMENTOS DETIDOS POR TERCEIROS

IMÓVEIS

OUTRAS CAUÇÕES FÍSICAS

VALORES A RECEBER

 

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0110

0120

0130

0140

0150

0160

0170

0171

0172

0173

0180

0190

0200

0210

0220

0230

0240

0250

0255

0256

0257

0260

0270

0280

0290

0300

0310

0010

TOTAL DAS EXPOSIÇÕES

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Célula ligada a CA

 

 

 

 

 

0015

das quais: Exposições sujeitas a um fator de apoio às PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0016

das quais: Exposições sujeitas ao fator de apoio às infraestruturas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES TOTAIS POR TIPO DE EXPOSIÇÃO:

 

0020

Rubricas patrimoniais sujeitas a risco de crédito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0030

Rubricas extrapatrimoniais sujeitas a risco de crédito

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Exposições /Operações sujeitas a risco de crédito de contraparte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0040

Conjuntos de compensação de operações de financiamento através de valores mobiliários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

Conjuntos de compensação de Derivados e Operações de Liquidação Longa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0060

Decorrentes de conjuntos de compensação contratual cruzada entre produtos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0070

EXPOSIÇÕES AFETADAS A GRAUS OU CATEGORIAS DE DEVEDORES: TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0080

MÉTODO DE AFETAÇÃO DO CRÉDITO ESPECIALIZADO: TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0160

TRATAMENTO ALTERNATIVO: GARANTIDAS POR IMÓVEIS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0170

EXPOSIÇÕES DECORRENTES DE TRANSAÇÕES INCOMPLETAS COM APLICAÇÃO DE PONDERAÇÕES DE RISCO SEGUNDO O TRATAMENTO ALTERNATIVO OU DE 100 % E OUTRAS EXPOSIÇÕES SUJEITAS A PONDERAÇÃO DE RISCO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0180

RISCO DE REDUÇÃO DOS MONTANTES A RECEBER: TOTAL DOS MONTANTES A RECEBER ADQUIRIDOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 08.02 - RISCOS DE CRÉDITO E DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: DISCRIMINAÇÃO POR GRAUS OU CATEGORIAS DE DEVEDORES (CR IRB 2)

Classe de risco IRB:

Estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão:

GRAU DE DEVEDOR (IDENTIFICADOR DA LINHA)

ESCALA DE NOTAÇÃO INTERNA

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO (CRM) COM EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES

EXPOSIÇÕES APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

 

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

 

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DE RISCO DE CRÉDITO TIDAS EM CONTA NAS ESTIMATIVAS DAS LGD EXCLUINDO O DUPLO INCUMPRIMENTO

SOB RESERVA DO TRATAMENTO DO DUPLO INCUMPRIMENTO

LGD MÉDIA PONDERADA PELAS EXPOSIÇÕES (%)

LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES (%) PARA AS GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E PARA AS ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

PRAZO MÉDIO DE VENCIMENTO PONDERADO PELAS EXPOSIÇÕES (DIAS)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

(-) AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS PME

(-) AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS INFRAESTRUTURAS

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

RUBRICAS PARA MEMÓRIA:

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

(-) OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

SUBSTITUIÇÃO DA EXPOSIÇÃO DEVIDO A CRM

UTILIZAÇÃO DE ESTIMATIVAS PRÓPRIAS DAS LGD:

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

(-) AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES

NÚMERO DE DEVEDORES

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DE DERIVADOS DE CRÉDITO

PD ATRIBUÍDA AO GRAU OU CATEGORIA DE DEVEDORES

(%)

 

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

(-) GARANTIAS

(-) DERIVADOS DE CRÉDITO

(-) TOTAL DAS SAÍDAS

TOTAL DAS ENTRADAS (+)

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: DECORRENTES DO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

GARANTIAS

DERIVADOS DE CRÉDITO

UTILIZAÇÃO DE ESTIMATIVAS PRÓPRIAS DAS LGD:

OUTRA PROTEÇÃO REAL DE CRÉDITO

 

CAUÇÕES FINANCEIRAS ELEGÍVEIS

OUTRAS CAUÇÕES ELEGÍVEIS

 

DAS QUAIS: GRANDES ENTIDADES DO SETOR FINANCEIRO E ENTIDADES FINANCEIRAS NÃO REGULAMENTADAS

NUMERÁRIO DEPOSITADO

APÓLICES DE SEGURO DE VIDA

INSTRUMENTOS DETIDOS POR TERCEIROS

IMÓVEIS

OUTRAS CAUÇÕES FÍSICAS

VALORES A RECEBER

 

0005

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0110

0120

0130

0140

0150

0160

0170

0171

0172

0173

0180

0190

0200

0210

0220

0230

0240

0250

0255

0256

0257

0260

0270

0280

0290

0300

0310

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 08.03 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: DISCRIMINAÇÃO POR INTERVALOS DE PD (CR IRB 3)

Classe de risco IRB:

Estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão:

INTERVALO DE PD

EXPOSIÇÕES PATRIMONIAIS

EXPOSIÇÕES EXTRAPATRIMONIAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

FATORES DE CONVERSÃO MÉDIOS PONDERADOS PELAS EXPOSIÇÕES

VALOR DAS EXPOSIÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO E APÓS CRM

PD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES (%)

NÚMERO DE DEVEDORES

LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES (%)

PRAZO MÉDIO DE VENCIMENTO PONDERADO PELA EXPOSIÇÃO (ANOS)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0110

0010

0,00 a <0,15

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0020

0,00 a <0,10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0030

0,10 a <0,15

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0040

0,15 a <0,25

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

0,25 a <0,50

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0060

0,50 a <0,75

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0070

0,75 a <2,5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0080

0,75 a <1,75

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0090

1,75 a <2,5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0100

2,5 a <10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0110

2,5 a <5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0120

5 a <10

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0130

10 a <100

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0140

10 a <20

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0150

20 a <30

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0160

30 a <100

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0170

100 (por defeito)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 08.04 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: DEMONSTRAÇÕES DE FLUXOS DE MONTANTES DE EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO (RWEA) (CR IRB 4)

 

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO

0010

0010

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO NO FINAL DO PERÍODO DE RELATO ANTERIOR

 

0020

VOLUME DOS ATIVOS (+/-)

 

0030

QUALIDADE DOS ATIVOS (+/-)

 

0040

ATUALIZAÇÕES DO MODELO (+/-)

 

0050

METODOLOGIA E POLÍTICAS (+/-)

 

0060

AQUISIÇÕES E ALIENAÇÕES (+/-)

 

0070

OPERAÇÕES CAMBIAIS (+/-)

 

0080

OUTRAS (+/-)

 

0090

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO NO FINAL DO PERÍODO DE RELATO

 



C 08.05 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: VERIFICAÇÕES A POSTERIORI DE PD (CR IRB 5)

Classe de risco IRB:

Estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão:

INTERVALO DE PD

PD MÉDIA ARITMÉTICA (%)

NÚMERO DE DEVEDORES NO FIM DO ANO ANTERIOR

 

TAXA DE INCUMPRIMENTO MÉDIA OBSERVADA (%)

TAXA DE INCUMPRIMENTO HISTÓRICA MÉDIA ANUAL (%)

DOS QUAIS: EM SITUAÇÃO DE INCUMPRIMENTO DURANTE O ANO

0010

0020

0030

0040

0050

0010

0,00 a <0,15

 

 

 

 

 

0020

0,00 a <0,10

 

 

 

 

 

0030

0,10 a <0,15

 

 

 

 

 

0040

0,15 a <0,25

 

 

 

 

 

0050

0,25 a <0,50

 

 

 

 

 

0060

0,50 a <0,75

 

 

 

 

 

0070

0,75 a <2,5

 

 

 

 

 

0080

0,75 a <1,75

 

 

 

 

 

0090

1,75 a <2,5

 

 

 

 

 

0100

2,5 a <10

 

 

 

 

 

0110

2,5 a <5

 

 

 

 

 

0120

5 a <10

 

 

 

 

 

0130

10 a <100

 

 

 

 

 

0140

10 a <20

 

 

 

 

 

0150

20 a <30

 

 

 

 

 

0160

30 a <100

 

 

 

 

 

0170

100 (por defeito)

 

 

 

 

 



C 08.05.1 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: VERIFICAÇÕES A POSTERIORI DE PD DE ACORDO COM O ARTIGO 180.o, N.o 1, ALÍNEA f) (CR IRB 5)

Classe de risco IRB:

Estimativas próprias das LGD e/ou fatores de conversão:

INTERVALO DE PD

EQUIVALENTE DA NOTAÇÃO EXTERNA

PD MÉDIA ARITMÉTICA (%)

NÚMERO DE DEVEDORES NO FIM DO ANO ANTERIOR

 

TAXA DE INCUMPRIMENTO MÉDIA OBSERVADA (%)

TAXA DE INCUMPRIMENTO HISTÓRICA MÉDIA ANUAL (%)

DOS QUAIS: EM SITUAÇÃO DE INCUMPRIMENTO DURANTE O ANO

0005

0006

0010

0020

0030

0040

0050

 

 

 

 

 

 

 



C 08.06 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: MÉTODO DE AFETAÇÃO DO CRÉDITO ESPECIALIZADO (CR IRB 6)

Tipo de crédito especializado:

 

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

EXPOSIÇÕES APÓS EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO CRM ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

 

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

 

PONDERAÇÃO DE RISCO

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

RUBRICAS PARA MEMÓRIA:

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

(-) AJUSTAMENTOS DE VALOR E PROVISÕES

DOS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

DAS QUAIS: DECORRENTES DO RISCO DE CRÉDITO DE CONTRAPARTE

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0070

0080

0090

0100

0010

CATEGORIA 1

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

50 %

 

 

 

0020

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

70 %

 

 

 

0030

CATEGORIA 2

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

70 %

 

 

 

0040

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

90 %

 

 

 

0050

CATEGORIA 3

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

115 %

 

 

 

0060

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

115 %

 

 

 

0070

CATEGORIA 4

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

250 %

 

 

 

0080

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

250 %

 

 

 

0090

CATEGORIA 5

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

-

 

 

 

0100

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

-

 

 

 

0110

TOTAL

INFERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0120

IGUAL OU SUPERIOR A 2,5 ANOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 08.07 - RISCO DE CRÉDITO E TRANSAÇÕES INCOMPLETAS: MÉTODO IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS: ÂMBITO DA UTILIZAÇÃO DOS MÉTODOS IRB E SA (CR IRB 7)

 

VALOR TOTAL DAS EXPOSIÇÕES NA ACEÇÃO DO ARTIGO 166.o DO CRR

VALOR TOTAL DAS EXPOSIÇÕES SUJEITAS AO SA E IRB

PERCENTAGEM DO VALOR TOTAL DAS EXPOSIÇÕES TRATADAS PERMANENTEMENTE DE FORMA PARCIAL SEGUNDO O SA (%)

PERCENTAGEM DO VALOR TOTAL DAS EXPOSIÇÕES SUJEITAS A UM PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO (%)

PERCENTAGEM DO VALOR TOTAL DAS EXPOSIÇÕES SUJEITAS AO MÉTODO IRB (%)

0010

0020

0030

0040

0050

0010

ADMINISTRAÇÕES CENTRAIS OU BANCOS CENTRAIS

 

 

 

 

 

0020

DOS QUAIS: ADMINISTRAÇÕES REGIONAIS OU AUTORIDADES LOCAIS

 

 

 

 

 

0030

DOS QUAIS: ENTIDADES DO SETOR PÚBLICO

 

 

 

 

 

0040

INSTITUIÇÕES

 

 

 

 

 

0050

EMPRESAS

 

 

 

 

 

0060

DAS QUAIS: EMPRESAS – EMPRÉSTIMOS ESPECIALIZADOS, EXCLUINDO MÉTODO DE AFETAÇÃO

 

 

 

 

 

0070

DAS QUAIS: EMPRESAS – EMPRÉSTIMOS ESPECIALIZADOS, INCLUINDO MÉTODO DE AFETAÇÃO

 

 

 

 

 

0080

DAS QUAIS: EMPRESAS – PME

 

 

 

 

 

0090

RETALHO

 

 

 

 

 

0100

DO QUAL: RETALHO – GARANTIDOS POR IMÓVEIS PME

 

 

 

 

 

0110

DO QUAL: RETALHO – GARANTIDOS POR IMÓVEIS NÃO PME

 

 

 

 

 

0120

DO QUAL: RETALHO – RENOVÁVEIS ELEGÍVEIS

 

 

 

 

 

0130

DO QUAL: RETALHO – OUTRAS PME

 

 

 

 

 

0140

DO QUAL: RETALHO – OUTRAS NÃO PME

 

 

 

 

 

0150

CAPITAL PRÓPRIO

 

 

 

 

 

0160

OUTROS ATIVOS QUE NÃO CONSTITUEM OBRIGAÇÕES DE CRÉDITO

 

 

 

 

 

0170

TOTAL

 

 

 

 

 



C 09.01 - DISCRIMINAÇÃO GEOGRÁFICA DAS EXPOSIÇÕES POR ESTABELECIMENTO DO DEVEDOR: EXPOSIÇÕES SA (CR GB 1)

País:

 

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

Novos incumprimentos observados no período

Ajustamentos para risco geral de crédito

Ajustamentos para risco específico de crédito

Anulações

Ajustamentos de valor adicionais e outras reduções dos fundos próprios

Ajustamentos para risco de crédito/anulações devidos a novos incumprimentos observados

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

(-) AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS PME

(-) AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS INFRAESTRUTURAS

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

 

Exposições em incumprimento

0010

0020

0040

0050

0055

0060

0061

0070

0075

0080

0081

0082

0090

0010

Administrações centrais ou bancos centrais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0020

Administrações regionais ou autoridades locais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0030

Entidades do setor público

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0040

Bancos multilaterais de desenvolvimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

Organizações internacionais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0060

Instituições

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0070

Empresas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0075

das quais: PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0080

Retalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0085

do qual: PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0090

Garantidas por hipotecas sobre bens imóveis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0095

das quais: PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0100

Exposições em situação de incumprimento

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0110

Rubricas associadas a riscos particularmente elevados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0120

Obrigações cobertas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0130

Créditos sobre instituições e empresas com uma avaliação de crédito de curto prazo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0140

Organismos de investimento coletivo (OIC)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0141

Método baseado na transparência

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0142

Método com base no mandato

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0143

Abordagem alternativa

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0150

Exposições sobre ações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0160

Outras exposições

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0170

Exposições totais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 09.02 - DISCRIMINAÇÃO GEOGRÁFICA DAS EXPOSIÇÕES POR ESTABELECIMENTO DO DEVEDOR: EXPOSIÇÕES IRB (CR GB 2)

País:

 

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

Novos incumprimentos observados no período

Ajustamentos para risco geral de crédito

Ajustamentos para risco específico de crédito

Anulações

Ajustamentos para risco de crédito/anulações devidos a novos incumprimentos observados

(%) PD ATRIBUÍDA AO GRAU OU CATEGORIA DE DEVEDORES

LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES (%)

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

 

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS PME (-)

AJUSTAMENTO DO MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO DEVIDO AO FATOR DE APOIO ÀS INFRAESTRUTURAS (-)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO APÓS A APLICAÇÃO DOS FATORES DE APOIO

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

 

Das quais: em situação de incumprimento

 

Das quais: em situação de incumprimento

Das quais: em situação de incumprimento

0010

0030

0040

0050

0055

0060

0070

0080

0090

0100

0105

0110

0120

0121

0122

0125

0130

0010

Administrações centrais ou bancos centrais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0020

Instituições

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0030

Empresas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0042

Das quais: Crédito especializado (excl. CE segundo o método da afetação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0045

Das quais: Crédito especializado segundo o método da afetação

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

Das quais: PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0060

Retalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0070

Garantidas por bens imóveis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0080

PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0090

Não PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0100

Renováveis elegíveis

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0110

Outro retalho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0120

PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0130

Não PME

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0140

Capital próprio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0150

Exposições totais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



C 09.04 — DISCRIMINAÇÃO DAS EXPOSIÇÕES AO CRÉDITO RELEVANTES PARA EFEITOS DE CÁLCULO DA RESERVA CONTRACÍCLICA POR PAÍS E DA TAXA DE RESERVA CONTRACÍCLICA ESPECÍFICA DA INSTITUIÇÃO (CCB)

País:

 

Montante

Percentagem

Informação qualitativa

0010

0020

0030

Exposições ao crédito relevantes — Risco de crédito

 

0010

Valor da exposição segundo o Método-Padrão

 

 

 

0020

Valor da exposição segundo o Método IRB

 

 

 

Exposições ao crédito relevantes — Risco de mercado

 

0030

Soma das exposições longas e curtas da carteira de negociação para os métodos-padrão

 

 

 

0040

Valor das exposições da carteira de negociação para efeitos dos modelos internos

 

 

 

Exposições ao crédito relevantes — Titularização

 

0055

Valor de exposição das posições de titularização da carteira bancária

 

 

 

Requisitos de fundos próprios e ponderações

 

0070

Requisitos de fundos próprios totais para o CCB

 

 

 

0080

Requisitos de fundos próprios para as exposições ao crédito relevantes — Risco de crédito

 

 

 

0090

Requisitos de fundos próprios para as exposições ao crédito relevantes — Risco de mercado

 

 

 

0100

Requisitos de fundos próprios para as exposições ao crédito relevantes — Posições de titularização da carteira bancária

 

 

 

0110

Ponderações dos requisitos de fundos próprios

 

 

 

Taxas de reserva contracíclica de fundos próprios

 

0120

Taxa de reserva contracíclica de fundos próprios definida pela autoridade designada

 

 

 

0130

Taxa de reserva contracíclica de fundos próprios aplicável para o país da instituição

 

 

 

0140

Taxa de reserva contracíclica de fundos próprios específica da instituição

 

 

 

Utilização do limiar de 2 %

 

0150

Utilização do limiar de 2 % para as exposições sujeitas a risco geral de crédito

 

 

 

0160

Utilização do limiar de 2 % para as exposições da carteira de negociação

 

 

 



C 10.01 - RISCO DE CRÉDITO: AÇÕES – MÉTODOS IRB PARA OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS (CR EQU IRB 1)

 

ESCALA DE NOTAÇÃO INTERNA

EXPOSIÇÕES ORIGINAIS ANTES DA APLICAÇÃO DOS FATORES DE CONVERSÃO

TÉCNICAS DE REDUÇÃO DO RISCO DE CRÉDITO (CRM) COM EFEITOS DE SUBSTITUIÇÃO SOBRE AS EXPOSIÇÕES

VALOR DAS EXPOSIÇÕES

 

LGD MÉDIAS PONDERADAS PELAS EXPOSIÇÕES

(%)

MONTANTE DAS EXPOSIÇÕES PONDERADAS PELO RISCO

RUBRICA PARA MEMÓRIA:

PROTEÇÃO PESSOAL DE CRÉDITO

SUBSTITUIÇÃO DA EXPOSIÇÃO DEVIDO A CRM

DAS QUAIS: RUBRICAS EXTRAPATRIMONIAIS

MONTANTE DAS PERDAS ESPERADAS

PD ATRIBUÍDA AO GRAU DOS DEVEDORES

(%)

GARANTIAS (-)

DERIVADOS DE CRÉDITO (-)

TOTAL DAS SAÍDAS (-)

0010

0020

0030

0040

0050

0060

0061

0070

0080

0090

0010

EXPOSIÇÕES TOTAIS SOBRE AÇÕES PELO MÉTODO IRB

 

 

 

 

 

 

 

 

Célula ligada a CA

 

0020

MÉTODO PD/LGD: TOTAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

0050

MÉTODO DA PONDERAÇÃO DE RISCO SIMPLES: TOTAL