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Document 21994A0722(03)

Protocolo que fixa, em relação ao período compreendido entre 1 de Janeiro de 1994 a 31 de Dezembro de 1995, as possibilidades de pesca e a compensação financeira previstas no Acordo entre a Comunidade Europeia e o Governo da República da Guiné respeitante à pesca ao largo da costa guineense

JO L 188 de 22.7.1994, p. 5–16 (ES, DA, DE, EL, EN, FR, IT, NL, PT)

Legal status of the document No longer in force, Date of end of validity: 31/12/1995

ELI: http://data.europa.eu/eli/prot/1994/456/oj

Related Council decision

21994A0722(03)

Protocolo que fixa, em relação ao período compreendido entre 1 de Janeiro de 1994 a 31 de Dezembro de 1995, as possibilidades de pesca e a compensação financeira previstas no Acordo entre a Comunidade Europeia e o Governo da República da Guiné respeitante à pesca ao largo da costa guineense

Jornal Oficial nº L 188 de 22/07/1994 p. 0005 - 0016
Edição especial finlandesa: Capítulo 4 Fascículo 6 p. 0105
Edição especial sueca: Capítulo 4 Fascículo 6 p. 0105
L 278 21/11/1995 P. 0002


PROTOCOLO que fixa, em relação ao período compreendido entre 1 de Janeiro de 1994 e 31 de Dezembro de 1995, as possibilidades de pesca e a compensação financeira previstas no Acordo entre a Comunidade Europeia e o Governo da República da Guiné respeitante à pesca ao largo da costa guineense

Artigo 1º

A partir de 1 de Janeiro de 1994 e por um período de dois anos, as possibilidades de pesca concedidas nos termos do artigo 2º do acordo são fixadas do seguinte modo:

1. Arrastões: uma média anual de 4 200 toneladas de arqueação bruta (TAB) por mês;

2. Atuneiros cercadores congeladores: 24 navios;

3. Atuneiros de linha e vara: 10 navios;

4. Palangreiros de superfície: cinco navios.

Artigo 2º

1. A compensação financeira referida no artigo 8º do acordo é fixada, para o período previsto no artigo 1º, em 1 700 000 ecus, pagáveis em duas fracções anuais iguais.

2. A afectação da compensação é da exclusiva competência do Governo da República da Guiné.

3. A compensação será paga numa conta aberta numa instituição financeira ou em qualquer outro organismo designado pelo Governo da República da Guiné.

Artigo 3º

As possibilidades de pesca, referidas no ponto 1 do artigo 1º, podem ser aumentadas, a pedido da Comunidade, por fracções sucessivas de 1 000 toneladas de arqueação bruta por mês em média anual. Nesse caso, a compensação financeira referida no artigo 2º é aumentada proporcionalmente, pro rata temporis.

Artigo 4º

Além disso, a Comunidade participará, durante o período referido no artigo 1º, com um montante de 450 000 ecus no financiamento de um programa científico ou técnico guineense destinado a melhorar os conhecimentos haliêuticos relativos à zona económica exclusiva da República da Guiné.

Este montante será colocado à disposição do Governo da República da Guiné e será pago na conta indicada pelas autoridades da Guiné.

Artigo 5º

As duas partes acordam em que a melhoria da competência e dos conhecimentos das pessoas que se dedicam à pesca marítima constitui um elemento essencial do êxito da sua cooperação. Para esse efeito, a Comunidade facilitará o acolhimento dos nacionais da Guiné nos estabelecimentos dos seus Estados-membros e colocará à sua disposição bolsas de estudo e de formação prática nas várias disciplinas científicas, técnicas e económicas relacionadas com a pesca.

As bolsas podem igualmente ser utilizadas em qualquer Estado ligado à Comunidade por um acordo de cooperação. O custo total das bolsas não pode exceder 550 000 ecus. A pedido das autoridades da Guiné, uma parte desse montante pode ser utilizado para cobrir despesas de participação em reuniões internacionais ou em estágios no domínio da pesca, bem como para a organização de seminários sobre a pesca na Guiné e o reforço do funcionamento e das infra-estruturas administrativas do departamento das pescas. Este montante é pagável à medida que for utilizado.

Artigo 6º

Se a Comunidade não efectuar os pagamentos previstos nos artigos 2º e 4º, a aplicação do presente protocolo pode ser suspensa.

Artigo 7º

O anexo do Acordo entre a Comunidade Económica Europeia e o Governo da República da Guiné respeitante à pesca ao largo da costa guineense é revogado e substituído pelo anexo do presente protocolo.

Artigo 8º

O presente protocolo entra em vigor na data da sua assinatura.

O presente protocolo é aplicável a partir de 1 de Janeiro de 1994.

ANEXO

CONDIÇÕES DE EXERCÍCIO DA PESCA POR NAVIOS DA COMUNIDADE NA ZONA DE PESCA DA GUINÉ

A. Formalidades aplicáveis ao pedido e à emissão de licenças

As autoridades competentes da Comunidade submetem, por intermédio da Delegação da Comissão na Guiné, ao Ministério das Pescas da República da Guiné, um pedido por cada navio que pretenda pescar com base no acordo, pelo menos 30 dias antes da data de início do período de validade solicitado.

Os pedidos devem ser apresentados nos formulários fornecidos para o efeito pelo Governo da República da Guiné e cujo modelo consta do apêndice 1.

Cada pedido de licença deve ser acompanhado da prova de pagamento da taxa respeitante ao seu período de validade. O pagamento é efectuado na conta aberta junto do tesouro público da Guiné.

As taxas incluem todos os impostos nacionais e locais, com exclusão das taxas portuárias e dos encargos relativos a prestações de serviços.

As licenças para todos os navios são emitidas pelas autoridades da Guiné e entregues aos armadores ou seus representantes por intermédio da Delegação da Comissão das Comunidades Europeias na Guiné no prazo de 30 dias a contar da recepção da prova de pagamento acima referida.

A licença é emitida para um navio determinado e não é transferível. Todavia, em caso de força maior devidamente comprovado e a pedido da Comunidade Europeia, a licença de um navio será substituída por uma nova licença estabelecida em nome de outro navio de características similares às do navio a substituir. O armador do navio a substituir entregará a licença anulada ao Ministério das Pescas da República da Guiné por intermédio das autoridades da Comissão das Comunidades Europeias.

Da nova licença deve constar:

- a data de emissão,

- o prazo de validade da nova licença, que abrange o período compreendido entre a data de chegada do novo navio e a data do termo da licença do navio a substituir.

Nesse caso, não será devida qualquer taxa, tal como prevista no segundo parágrafo do artigo 5º do acordo, para o período remanescente da validade.

A licença deve ser permanentemente conservada a bordo.

I. Disposições aplicáveis aos arrastões

1. Antes de receber a licença, e uma vez por ano, cada navio deve apresentar-se no porto de Conacri para se submeter às inspecções previstas na regulamentação em vigor. Estas inspecções serão efectuadas por pessoas devidamente habilitadas e, no caso de a chegada do navio ter sido anunciada com, pelo menos, 48 horas de antecedência, nas 24 horas úteis seguintes à chegada do navio em causa ao porto. Em caso de renovação da licença durante o mesmo ano civil, os navios ficam isentos da inspecção.

2. Cada navio deve ser representado por um consignatário de nacionalidade guineense, estabelecido na Guiné.

3. a) As taxas relativas às licenças anuais serão fixadas, para o período de vigência do presente protocolo, do seguinte modo:

- 126 ecus por TAB e por ano para os navios para peixe,

- 150 ecus por TAB e por ano para os navios para cefalópodes,

- 152 ecus por TAB e por ano para os navios para camarão.

O pagamento das taxas relativas às licenças anuais pode ser efectuado em prestações trimestrais ou semestrais. Neste caso, o montante a pagar será acrescido de, respectivamente, 5 % e 3 %.

b) As taxas relativas às licenças semestrais são fixadas, para o período de vigência do presente protocolo, do seguinte modo:

- 82 ecus por TAB e por semestre para os navios para peixe,

- 97 ecus por TAB e por semestre para os navios para cefalópodes,

- 99 ecus por TAB e por semestre para os navios para camarão.

Todavia, os navios que não desembarcarem 100 quilogramas de peixe por TAB e por ano devem, em conformidade com o disposto no ponto C, pagar uma taxa suplementar de 10 ecus por TAB e por ano.

II. Disposições aplicáveis aos atuneiros e aos palangreiros de superfície

a) As taxas anuais são fixadas em 20 ecus por tonelada pescada na zona de pesca da Guiné.

b) As licenças são emitidas após pagamento ao Ministério das Pescas de um montante forfetário de 1 500 ecus por atuneiro cercador e por ano e de 300 ecus por atuneiro de vara e linha e palangreiro de superfície, por ano, equivalente às taxas para:

- 75 toneladas de atum pescado por atuneiro cercador e por ano,

- 15 toneladas pescadas por atuneiro de vara e linha e palangreiro de superfície, por ano.

O cômputo definitivo das taxas devidas a título da campanha é aprovado pela Comissão das Comunidades Europeias no final de cada ano civil, com base nas declarações de capturas estabelecidas por navio e confirmadas pelos institutos científicos responsáveis pela verificação dos dados das capturas (Orstom e Instituto Espanhol de Oceanografia - IEO). O cômputo será comunicado simultaneamente ao Ministério das Pescas e aos armadores. Os eventuais pagamentos adicionais serão efectuados pelos armadores ao Ministério das Pescas da Guiné, o mais tardar 30 dias após a notificação do cômputo final, na conta aberta junto do tesouro público da Guiné.

Todavia, se o cômputo definitivo for inferior ao montante do adiantamento acima referido, o montante residual correspondente não é recuperável pelo armador.

B. Declaração das capturas

Todos os navios da Comunidade autorizados a pescar na zona de pesca da Guiné no âmbito do acordo são obrigados a comunicar ao Ministério das Pescas as suas capturas, com cópia à Delegação da Comissão na Guiné, de acordo com as seguintes regras:

- os arrastões declaram as suas capturas nos formulários cujo modelo consta em anexo (apêndice 2). As declarações de capturas são mensais e devem ser comunicadas, pelo menos, uma vez por trimestre,

- os atuneiros cercadores, atuneiros de vara e linha e palangreiros de superfície devem manter um diário de pesca, em conformidade com o apêndice 3, para cada período de pesca passado na zona de pesca da Guiné. O formulário deve ser enviado, no prazo de 45 dias seguintes ao termo da campanha de pesca passada na zona de pesca da Guiné, ao Ministério das Pescas, por intermédio da Delegação da Comissão das Comunidades Europeias na Guiné,

- os formulários devem ser preenchidos de forma legível e assinados pelo capitão do navio.

Em caso de inobservância da presente disposição, o Governo da Guiné reserva-se o direito de suspender a licença do navio em falta até ao cumprimento da formalidade.

Neste caso, a Delegação da Comissão das Comunidades Europeias na Guiné será informada do facto.

C. Desembarque de capturas

A fim de contribuir para o abastecimento da população local em pescado capturado na zona de pesca da Guiné, os arrastões autorizados a pescar nessa zona são obrigados a desembarcar gratuita e anualmente 100 quilogramas de pescado por TAB.

Os desembarques podem ser efectuados individual ou colectivamente, sendo feita referência aos navios em causa.

D. Capturas acessórias

1. Os navios para peixe não podem ter a bordo mais de 15 % de espécies que não sejam peixe, em relação à totalidade das capturas realizadas na zona de pesca da Guiné.

Os navios para cefalópodes não podem ter a bordo mais de 20 % de crustáceos e mais de 30 % de peixes, em relação à totalidade das capturas realizadas na zona de pesca da Guiné.

Os navios para camarão não podem ter a bordo mais de 25 % de cefalópodes e 50 % de peixes em relação à totalidade das capturas realizadas na zona de pesca da Guiné.

É autorizada uma tolerância máxima de 5 % em relação a estas percentagens.

Estes limites serão mencionados na licença.

2. Além disso, os atuneiros de linha e vara serão autorizados a pescar isco vivo para efectuar a sua campanha de pesca na zona de pesca da Guiné.

E. Embarque de pescadores

Os armadores que beneficiem das licenças de pesca previstas no acordo contribuirão para a formação profissional prática dos nacionais da Guiné nas condições e limites seguintes:

1. Cada armador de arrastão compromete-se a contratar:

- três pescadores por navio inferior ou igual a 350 TAB,

- um número de pescadores equivalente a 25 % do número de pescadores embarcados nos navios de tonelagem superior a 350 TAB;

2. Na frota de atuneiros cercadores, devem estar embarcados, em permanência, três pescadores guineenses;

3. Na frota de atuneiros de linha e vara, devem estar embarcados, durante a campanha de pesca do atum nas águas guineenses, três pescadores guineenses, não podendo ser excedido o número de um pescador por navio;

4. Na frota de palangreiros de superfície, os armadores comprometem-se a contratar dois pescadores por navio;

5. O salário destes pescadores deve ser fixado antes da emissão das licenças, de comum acordo entre os armadores ou seus representantes e o Ministério das Pescas; o seu pagamento fica a cargo dos armadores e deve incluir o regime social a que está sujeito o pescador (nomeadamente, seguro de vida, de acidente, de doença).

Em caso de não embarque, os armadores dos atuneiros cercadores, dos atuneiros de linha e vara e dos palangreiros de superfície devem pagar ao Ministério das Pescas, por campanha de pesca, um montante forfetário equivalente aos salários dos pescadores não embarcados.

O referido montante será utilizado para a formação dos pescadores da Guiné e será pago na conta indicada pelas autoridades guineenses.

F. Embarque de pescadores-observadores

1. Os pescadores-observadores têm por missão verificar as actividades de pesca na zona de pesca da Guiné e recolher todos os dados estatísticos sobre as operações de pesca do navio em causa. Ser-lhes-ão proporcionadas todas as condições necessárias ao exercício das suas funções, incluindo o acesso às instalações e aos documentos, nomeadamente a comunicação semanal, por rádio, dos dados sobre a pesca.

2. Cada arrastão recebe a bordo um pescador designado pelo Secretariado de Estado das Pescas, de entre os pescadores guineenses embarcados, para desempenhar igualmente funções de observador.

O capitão facilitará o trabalho do pescador-observador independentemente das operações de pesca propriamente ditas. O pescador-observador será remunerado, na qualidade de pescador, pelo armador, de acordo com as normas em vigor.

Em princípio, a presença a bordo do pescador-observador não se pode prolongar para além de duas viagens de pesca.

3. A pedido do Ministério das Pescas, os atuneiros e palangreiros admitirão a bordo um observador. A presença a bordo desse observador não deve exceder o tempo necessário para o cumprimento da sua missão.

O capitão facilitará o trabalho do observador, que beneficiará das mesmas condições que os oficiais do navio em causa.

Se o observador for embarcado num porto estrangeiro, as suas despesas de viagem serão custeadas pelo armador.

Se um navio, a bordo do qual se encontre um observador da Guiné, sair da zona de pesca da Guiné, serão envidados todos os esforços para que esse observador regresse a Conacri o mais rapidamente possível, a expensas do armador.

G. Inspecção e controlo

Qualquer navio da Comunidade que pesque na zona da Guiné permitirá e facilitará o acesso a bordo e o cumprimento das funções de inspecção e controlo de qualquer funcionário da Guiné. A presença desse funcionário a bordo não deve ultrapassar o tempo necessário para efectuar verificações das capturas por amostragem, bem como qualquer outra inspecção relativa às actividades de pesca.

H. Zonas de pesca

Todos os navios referidos no artigo 1º do protocolo estão autorizados a exercer as suas actividades de pesca nas águas situadas para além das 12 milhas marítimas.

I. Malhagem mínima autorizada

A malhagem mínima autorizada no saco das redes de arrasto (malha esticada) é de:

a) 40 mm para os camarões;

b) 40 mm para os cefalópodes;

c) 60 mm para os peixes.

Estas dimensões mínimas podem ser objecto de alterações no sentido de uma uniformização com os Estados-membros da comissão sub-regional das pescas. As eventuais alterações serão examinadas no âmbito da comissão mista.

J. Entrada e saída da zona

Todos os navios da Comunidade que exerçam as suas actividades de pesca na zona da Guiné ao abrigo do acordo devem comunicar à estação de rádio do Ministério das Pescas a data, hora e posição, aquando de cada entrada e saída da zona de pesca guineense.

O indicativo de chamada e as frequências a utilizar serão comunicados aos armadores, pelo Ministério das Pescas, aquando da emissão da licença.

Se não for possível utilizar a rádio, os navios podem recorrer a meios alternativos de comunicação, como o telex (nº 22315) ou o telegrama.

K. Procedimento em caso de apresamento

1. A Delegação da Comissão das Comunidades Europeias na Guiné deve ser informada num prazo de 48 horas do apresamento de um navio de pesca que arvore pavilhão de um Estado-membro da Comunidade e que opere no âmbito de um acordo celebrado entre a Comunidade e um país terceiro efectuado na zona económica exclusiva da Guiné e receberá simultaneamente um relatório sucinto das circunstâncias e razões que conduziram a esse apresamento.

2. Em relação aos navios autorizados a pescar nas águas guineenses e antes de considerar eventuais medidas em relação ao capitão ou à tripulação do navio, ou qualquer acção relativa à carga ou ao equipamento do navio, com excepção das destinadas a assegurar a conservação das provas relativas à presumível infracção, deve realizar-se, no prazo de 48 horas após a recepção das informações acima referidas, uma reunião de concertação entre a Delegação da Comissão das Comunidades Europeias, o Ministério das Pescas e as autoridades de controlo, com a eventual participação de um representante do Estado-membro em causa.

No decurso dessa reunião de concertação, as partes devem trocar todos os documentos ou informações úteis designadamente as provas do registo automático das posições do navio durante a viagem de pesca em curso e até ao momento do apresamento que possam contribuir para clarificar as circunstâncias da ocorrência dos factos verificados.

O armador ou o seu representante será informado do resultado da concertação e de quaisquer medidas que possam resultar do apresamento.

3. Antes de qualquer processo judicial, procurar-se-á resolver o litígio resultante da presumível infracção mediante transacção. Este procedimento terminará, o mais tardar, três dias úteis após o apresamento.

4. Se não tiver sido possível resolver a questão mediante transacção, será intentada uma acção judicial, deve ser fixada pela autoridade competente uma caução bancária num prazo de 48 horas a contar do termo da transacção, e enquanto se aguarda a decisão judicial. O montante da caução não deve ser superior ao montante máximo da multa prevista na legislação nacional para a presumível infracção em causa. A caução bancária será restituída pela autoridade competente ao armador logo que o capitão do navio em causa seja absolvido por decisão judicial.

5. O navio e a sua tripulação serão libertados:

- logo que termine a reunião de concertação, se as verificações o permitirem, ou

- logo após o cumprimento das obrigações decorrentes da transacção, ou

- logo após o depósito da caução bancária (acção judicial).

6. Se uma das partes considerar que existe um problema na aplicação do procedimento acima referido, pode requerer uma consulta urgente, nos termos do artigo 10º do acordo.

Apêndice 1

>POSIÇÃO NUMA TABELA>

REQUERENTE

Firma: .

Número de registo de comércio: .

Nome do responsável: .

Data e local de nascimento: .

Profissão: .

Endereço: .

.

Número de empregados: .

Nome e endereço do co-signatário: .

.

NAVIO

Tipo de navio: . Número de matrícula: .

Novo nome: . Antigo nome: .

Data e local de construção: .

Nacionalidade de origem: .

Comprimento: . Largura: . Pontal: .

Arqueação bruta: . Arqueação líquida: .

Natureza do material de construção: .

Marca do motor principal: .

Tipo: ................... Potência em CV: .

Hélice: Fixo: Passo variável: Com tubeira: Velocidade de cruzeiro: .

Indicativo de chamada: . Frequência de chamada: .

Lista dos meios de detecção, de navegação e de transmissão:

Radar Sonar Sonda de cabo de pano VHF BLU Navegador por satélite Outros: .

Número de tripulantes: .

MODO DE CONSERVAÇÃO

Gelo Gelo + Refrigeração Congelação: em salmoura a seco em água do mar refrigerada Potência frigorífica total (FG): .

Capacidade de congelação, em toneladas, por 24 horas: .

Capacidade dos porões: .

TIPO DE PESCA

A. Pesca demersal

Demersal costeira Demersal profunda Tipo de arrastão: para cefalópodes para camarão para peixe Comprimento do arrastão: . Comprimento do cabo de pano: .

Malhagem do saco: .

Malhagem das asas: .

Velocidade de arrasto: .

B. Pesca de grandes pelágicos (atuneira)

Com cana Número de canas Com rede de cerco Comprimento da rede: . Altura: .

Número de malhas: . Capacidade em toneladas: .

C. Pesca com palangres e nassas

De superfície De fundo Comprimento da linha: . Número de anzóis: .

Número de linhas: .

Número de nassas: .

INSTALAÇÃO EM TERRA

Endereço e número de autorização: .

. Firma: .

Actividades: .

Comércio grossista interno Para exportação Natureza e número do cartão de comerciante grossista: .

Descrição das instalações de tratamento e de conservação:

.

.

.

.

.

Número de empregados: .

NB: Assinalar com uma cruz as respostas afirmativas nas casas reservadas para esse efeito.

Observações técnicas

Autorização do Ministério das Pescas

Apêndice 2

>INÍCIO DE GRÁFICO>

SECRETARIA DE ESTADO DA PESCA ESTATÍSTICA DE CAPTURA E DE ESFORÇO Mês: Ano: Nome do navio: Potência do motor: Método de pesca: Nacionalidade (pavilhão): Arqueação bruta (t): Porto de desembarque: Zona de pesca Espécies de pescado Data Longitude Latitude Número de redes Número de horas de pesca Totais 1/ 2/ 3/ 4/ 5/ 6/ 7/ 8/ 9/ 10/ 11/ 12/ 13/ 14/ 15/ 16/ 17/ 18/ 19/ 20/ 21/ 22/ 23/ 24/ 25/ 26/ 27/ 28/ 29/ 30/ 31/

>FIM DE GRÁFICO>

>INÍCIO DE GRÁFICO>

Apêndice 3

>FIM DE GRÁFICO>

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