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Document 32018D0229

Title and reference
Decisão (UE) 2018/229 da Comissão, de 12 de fevereiro de 2018, que estabelece, nos termos da Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, os valores para a atribuição de classificações com base nos sistemas de monitorização dos Estados-Membros, no seguimento do exercício de intercalibração, e revoga a Decisão 2013/480/UE da Comissão [notificada com o número C(2018) 696]Texto relevante para efeitos do EEE.

C/2018/0696
  • In force
OJ L 47, 20.2.2018, p. 1–91 (BG, ES, CS, DA, DE, ET, EL, EN, FR, HR, IT, LV, LT, HU, MT, NL, PL, PT, RO, SK, SL, FI, SV)

ELI: http://data.europa.eu/eli/dec/2018/229/oj
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Text

20.2.2018   

PT

Jornal Oficial da União Europeia

L 47/1


DECISÃO (UE) 2018/229 DA COMISSÃO

de 12 de fevereiro de 2018

que estabelece, nos termos da Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, os valores para a atribuição de classificações com base nos sistemas de monitorização dos Estados-Membros, no seguimento do exercício de intercalibração, e revoga a Decisão 2013/480/UE da Comissão

[notificada com o número C(2018) 696]

(Texto relevante para efeitos do EEE)

A COMISSÃO EUROPEIA,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia,

Tendo em conta a Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 23 de outubro de 2000, que estabelece um quadro de ação comunitária no domínio da política da água (1), nomeadamente o anexo V, ponto 1.4.1, alínea ix),

Considerando o seguinte:

(1)

A Diretiva 2000/60/CE incumbe os Estados-Membros da proteção, melhoria e recuperação de todas as massas de água de superfície, com o objetivo de alcançar um bom estado ecológico e químico. Incumbe-os ainda da proteção e melhoria de todas as massas de água artificiais e fortemente modificadas, a fim de alcançar um bom potencial ecológico e um bom estado químico.

(2)

De modo a definir um dos seus principais objetivos ambientais, nomeadamente o bom estado ecológico, a Diretiva 2000/60/CE estabelece um procedimento destinado a assegurar a comparabilidade dos resultados da monitorização biológica e das classificações atribuídas com base nos sistemas de monitorização dos Estados-Membros. Os resultados da monitorização biológica efetuada pelos Estados-Membros e as classificações atribuídas com base nos sistemas de monitorização dos Estados-Membros devem ser comparados no âmbito de uma rede de intercalibração, constituída por pontos de monitorização em cada Estado-Membro e em cada ecorregião da União. A Diretiva 2000/60/CE incumbe os Estados-Membros da obtenção das informações necessárias, consoante o caso, referentes aos pontos incluídos na rede de intercalibração, de modo a permitir uma avaliação da conformidade das classificações atribuídas com base nos sistemas de monitorização nacionais com as definições normativas que constam do anexo V, ponto 1.2, da Diretiva 2000/60/CE. A fim de proceder ao exercício de intercalibração, os Estados-Membros são repartidos por grupos de intercalibração geográficos, compostos por Estados-Membros que partilham determinados tipos de massas de águas de superfície, como indicado na secção 2 do anexo da Decisão 2005/646/CE da Comissão (2).

(3)

De acordo com a Diretiva 2000/60/CE, o exercício de intercalibração deve ser realizado a nível dos elementos biológicos, comparando as classificações obtidas pelos sistemas de monitorização nacionais para cada elemento biológico e para cada massa de água de superfície de um determinado tipo comum aos Estados-Membros e assegurando a conformidade dos resultados obtidos com as definições normativas que constam do anexo V, ponto 1.2, da referida diretiva.

(4)

A Comissão contribuiu para três fases do exercício de intercalibração por intermédio do Centro Comum de Investigação. Nos termos da estratégia de aplicação comum da Diretiva-Quadro Água, foram elaborados quatro documentos de orientação — n.o 6 (3), n.o 14 (duas versões (4)) e n.o 30 (5) — para facilitar o processo de intercalibração. Estes documentos indicam os princípios fundamentais do processo de intercalibração e as opções para realizar o exercício, incluindo a calendarização dos trabalhos e os requisitos de informação. Estabelecem, ainda, um procedimento para ajustar métodos de classificação nacionais novos ou revistos à definição harmonizada de bom estado ecológico.

(5)

A Comissão recebeu, até 2007, resultados de intercalibração relativos a vários elementos de qualidade biológica. Esses resultados foram incluídos na Decisão 2008/915/CE da Comissão (6), que define os valores das fronteiras entre classes que os Estados-Membros devem utilizar ao atribuírem classificações com base nos seus sistemas de monitorização nacionais. Os resultados da primeira fase do exercício de intercalibração estavam incompletos, uma vez que nem todos os elementos de qualidade biológica foram abrangidos. Contudo, era necessário adotar os resultados disponíveis do exercício de intercalibração para que pudessem ser utilizados como base de informação na elaboração do primeiro programa de medidas para regiões hidrográficas e dos primeiros planos de gestão de bacia hidrográfica, nos termos dos artigos 11.o e 13.o da Diretiva 2000/60/CE.

(6)

A fim de colmatar as lacunas e de melhorar a comparabilidade dos resultados da intercalibração a tempo de se elaborarem os segundos planos de gestão de bacia hidrográfica, programados para 2015, a Comissão iniciou uma segunda fase do exercício de intercalibração. Os resultados deste exercício de intercalibração foram incluídos na Decisão 2013/480/UE da Comissão (7) e revelaram que, em alguns casos, a intercalibração foi apenas parcialmente alcançada. Além disso, alguns grupos de intercalibração geográficos e elementos de qualidade biológica não dispunham de resultados da intercalibração para serem incluídos na referida decisão.

(7)

Foi, portanto, necessária uma terceira fase do exercício de intercalibração, a fim de colmatar essas lacunas e melhorar a comparabilidade dos resultados da intercalibração a tempo de se elaborarem os terceiros planos de gestão de bacia hidrográfica, programados para 2021. Os resultados desta terceira fase do exercício de intercalibração são apresentados no anexo da presente decisão.

(8)

O anexo da presente decisão apresenta os resultados de exercício de intercalibração. Todos os passos do processo de intercalibração definidos nos documentos de orientação foram integralmente concluídos, no que respeita aos resultados apresentados na parte 1 do anexo. A parte 2 do anexo contém os métodos de classificação nacionais e os respetivos valores de fronteiras em relação aos quais não foi tecnicamente possível concluir a avaliação de comparabilidade devido à falta de tipos comuns, às diferentes pressões abordadas ou aos diferentes conceitos de avaliação. Visto que os resultados apresentados na parte 1 e na parte 2 do anexo são conformes com as definições normativas que constam do anexo V, ponto 1.2, da Diretiva 2000/60/CE, os Estados-Membros devem usar os respetivos valores de fronteiras ao atribuírem classificações com base nos sistemas de monitorização.

(9)

Se uma massa de água que corresponda aos tipos objeto de intercalibração tiver sido designada como massa de água artificial ou fortemente modificada em conformidade com o artigo 4.o, n.o 3, da Diretiva 2000/60/CE, os Estados-Membros poderão usar os resultados apresentados no anexo da presente decisão para deduzir o seu bom potencial ecológico, tendo em conta as modificações físicas que tenha sofrido e as utilizações da água que lhes estejam associadas, em conformidade com as definições normativas do anexo V, ponto 1.2.5, da Diretiva 2000/60/CE.

(10)

Os Estados-Membros devem aplicar os resultados do exercício de intercalibração aos seus sistemas de classificação nacionais, com o objetivo de definir as fronteiras entre o estado excelente e o estado bom, e entre este e o estado razoável, para todos os tipos de águas definidos a nível nacional.

(11)

A informação disponibilizada pela elaboração dos programas de monitorização previstos no artigo 8.o da Diretiva 2000/60/CE e a revisão e atualização das características das regiões hidrográficas previstas no artigo 5.o da mesma diretiva poderão trazer à luz novos elementos passíveis de justificar a adaptação dos sistemas de monitorização e de classificação dos Estados-Membros ao progresso científico e técnico. Os Estados-Membros poderão, igualmente, adotar novos métodos de classificação nacionais que abranjam elementos de qualidade biológica ou subelementos de qualidade biológica e respetivos valores de fronteira cuja conformidade com as definições normativas que constam do anexo V, ponto 1.2, da Diretiva 2000/60/CE deva ser avaliada. Esses factos poderão conduzir a uma revisão dos resultados do exercício de intercalibração a fim de colmatar lacunas e melhorar a qualidade e comparabilidade dos resultados da intercalibração, o que, por sua vez, poderá justificar uma atualização dos resultados apresentados no anexo da presente decisão.

(12)

A Decisão 2013/480/UE deve, por conseguinte, ser revogada e substituída.

(13)

As medidas previstas na presente decisão são conformes com o parecer do comité referido no artigo 21.o, n.o 1, da Diretiva 2000/60/CE,

ADOTOU A PRESENTE DECISÃO:

Artigo 1.o

1.   Para efeitos do anexo V, ponto 1.4.1, alínea iii), da Diretiva 2000/60/CE, os Estados-Membros, no quadro da classificação dos seus sistemas de monitorização, devem utilizar como fronteiras para a definição das diferentes classes os valores que constam da parte 1 do anexo da presente decisão.

2.   Nos casos em que não tenha sido concluída a avaliação de comparabilidade relativa a um elemento de qualidade biológica no âmbito de um grupo de intercalibração geográfico, e para efeitos do anexo V, ponto 1.4.1, alínea iii), da Diretiva 2000/60/CE, os Estados-Membros, no quadro da classificação dos seus sistemas de monitorização, devem utilizar como fronteiras para a definição das diferentes classes os valores que constam da parte 2 do anexo da presente decisão.

3.   Os Estados-Membros podem usar os métodos e os valores das fronteiras entre classes que constam do anexo da presente decisão para deduzirem o bom potencial ecológico de massas de água designadas como artificiais ou fortemente modificadas em conformidade com o artigo 4.o, n.o 3, da Diretiva 2000/60/CE.

Artigo 2.o

A Decisão 2013/480/UE é revogada.

Artigo 3.o

Os destinatários da presente decisão são os Estados-Membros.

Feito em Bruxelas, em 12 de fevereiro de 2018.

Pela Comissão

Karmenu VELLA

Membro da Comissão


(1)  JO L 327 de 22.12.2000, p. 1.

(2)  Decisão 2005/646/CE da Comissão, de 17 de agosto de 2005, relativa ao estabelecimento de um registo dos sítios que constituirão a rede de intercalibração, em conformidade com a Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho (JO L 243 de 19.9.2005, p. 1).

(3)  Estratégia de aplicação comum da Diretiva-Quadro Água (2000/60/CE), documento de orientação n.o 6, «Towards a Guidance on Establishment of the Intercalibration Network and the Process on the Intercalibration Exercise, European Communities, 2003», ISBN 92-894-5126-2.

(4)  Estratégia de aplicação comum da Diretiva-Quadro Água (2000/60/CE), documento de orientação n.o 14. «Guidance document on the Intercalibration Process 2004-2006», ISBN 97892-894-9471-9;

Estratégia de aplicação comum da Diretiva-Quadro Água (2000/60/CE), documento de orientação n.o 14. «Guidance document on the Intercalibration Process 2008-2011», ISBN 978-92-79-18997-5.

(5)  Procedimento para ajustar métodos de classificação novos ou revistos aos resultados de um exercício de intercalibração concluído, documento de orientação n.o 30. «Technical Report 2015-085», ISBN: 978-92-79-38434-9.

(6)  Decisão 2008/915/CE da Comissão, de 30 de outubro de 2008, que estabelece, nos termos da Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, os valores da classificação dos sistemas de monitorização dos Estados-Membros no seguimento do exercício de intercalibração (JO L 332 de 10.12.2008, p. 20).

(7)  Decisão 2013/480/UE da Comissão, de 20 de setembro de 2013, que estabelece, nos termos da Diretiva 2000/60/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, os valores para a atribuição de classificações com base nos sistemas de monitorização dos Estados-Membros, no seguimento do exercício de intercalibração, e revoga a Decisão 2008/915/CE (JO L 266 de 8.10.2013, p. 1).


ANEXO

A parte 1 do presente anexo apresenta os resultados do exercício de intercalibração para os quais foram concluídos todos os passos do processo de intercalibração, incluindo os respetivos valores de fronteiras.

A parte 2 enumera métodos nacionais e respetivos valores de fronteiras que são conformes com as definições normativas que constam do anexo V, ponto 1.2, da Diretiva 2000/60/CE, mas para os quais não foi tecnicamente possível concluir a avaliação de comparabilidade no âmbito de um grupo de intercalibração geográfico, devido à falta de tipos comuns, às diferentes pressões abordadas ou aos diferentes conceitos de avaliação.

-- PARTE 1 --

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios alpinos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Bacia hidrográfica (km2)

Altitude (metros acima do nível do mar) e geomorfologia

Alcalinidade

Regime de caudal

R-A1

Pré-alpino, pequeno a médio, altitude elevada, calcário

10 — 1 000

800-2 500  m (bacia), rochas/calhaus

Alcalinidade elevada (mas não extremamente elevada)

 

R-A2

Pequeno a médio, altitude elevada, silicioso

10 — 1 000

500-1 000  m (altitude máxima da bacia: 3 000  m; altitude média: 1 500  m), calhaus

Não-calcário (granítico, metamórfico), baixa a média alcalinidade

Regime de caudal nival-glacial

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipo R-A1:

Alemanha, Áustria, França, Itália, Eslovénia

Tipo R-A2:

Áustria, França, Itália, Espanha

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo R-A1

 

 

 

Áustria

Erhebung der biologischen Qualitätselemente — Teil Makrozoobenthos (Detaillierte MZB-Methode) [avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte invertebrados bentónicos]

0,80

0,60

França

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF-T-90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,93

0,79

Alemanha

PERLODES — Bewertungsverfahren von Fließgewässern auf Basis des Makrozoobenthos

0,80

0,60

Itália

MacrOper, baseado no STAR_ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,97

0,73

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,80

0,60

Tipo R-A2

 

 

 

Áustria

Erhebung der biologischen Qualitätselemente — Teil Makrozoobenthos (Detaillierte MZB-Methode) [avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte invertebrados bentónicos]

0,80

0,60

França (Alpes)

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF-T-90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,93

0,71

França (Pirenéus)

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF-T-90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,94

0,81

Itália

MacrOper, baseado no STAR_ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,95

0,71

Espanha

BMWP ibérico (IBMWP)

0,83

0,53

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo e país

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo R-A1

 

 

 

Áustria

Leitfaden zur Erhebung der biologischen Qualitätselemente, Teil A3 — Fließgewässer/Phytobenthos [avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte fitobentos]

0,88

0,56

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,94

0,78

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Fließgewässern zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Diatomeen

0,735

0,54

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração (Mancini & Sollazzo, 2009)

0,87

0,7

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,80

0,60

Tipo R-A2

 

 

 

Áustria

Leitfaden zur Erhebung der biologischen Qualitätselemente, Teil A3 — Fließgewässer/Phytobenthos [avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte fitobentos]

0,88

0,56

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,94

0,78

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,94

0,74

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração (Mancini & Sollazzo, 2009)

0,85

0,64

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios centrais/bálticos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Bacia hidrográfica (km2)

Altitude e geomorfologia

Alcalinidade (meq/l)

R-C1

Pequeno, terras baixas, areias siliciosas

10 — 100

Terras baixas, dominadas por substratos arenosos (partículas de pequena dimensão), 3-8 m de largura de canal

> 0,4

R-C2

Pequeno, terras baixas, silicioso — rochas

10 — 100

Terras baixas, material rochoso

3-8 m de largura de canal

< 0,4

R-C3

Pequeno, altitude média, silicioso

10 — 100

Altitude média, rochas (granito) com substrato de cascalho, 2-10 m de largura de canal

< 0,4

R-C4

Médio, terras baixas, terreno misto

100 — 1 000

Terras baixas, substrato arenoso ou de cascalho, 8-25 m de largura de canal

> 0,4

R-C5

Grande, terras baixas, terreno misto

1 000  — 10 000

Terras baixas, zona de barbos, variações de velocidade, altitude máxima da bacia: 800 m acima do nível do mar, > 25 m de largura de canal

> 0,4

R-C6

Pequeno, terras baixas, calcário

10 — 300

Terras baixas, substrato de cascalho (rocha calcária), 3-10 m de largura de canal

> 2

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipo R-C1:

Bélgica (Flandres), Bélgica (Valónia), Alemanha, Dinamarca, França, Itália, Lituânia, Países Baixos, Polónia, Suécia, Reino Unido

Tipo R-C2:

Espanha, França, Irlanda, Suécia, Reino Unido

Tipo R-C3:

Áustria, Bélgica (Valónia), República Checa, Alemanha, Polónia, Espanha, Suécia, França, Luxemburgo, Reino Unido

Tipo R-C4:

Bélgica (Flandres), Bélgica (Valónia), República Checa, Alemanha, Dinamarca, Estónia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Suécia, Reino Unido

Tipo R-C5:

Bélgica (Valónia), República Checa, Estónia, França, Alemanha, Espanha, Irlanda, Itália, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Suécia, Reino Unido

Tipo R-C6:

Bélgica (Valónia), Dinamarca, Estónia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Polónia, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Suécia, Reino Unido

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte invertebrados bentónicos

0,80

0,60

Bélgica (Flandres)

MMIF — índice multimétrico de macroinvertebrados da Flandres

0,90

0,70

Bélgica (Valónia)

IBGN– Indice Biologique Global Normalisé (Norma AFNOR NF T 90 350, 1992); Arrêté du Gouvernement wallon du 13 septembre 2012 relatif à l’identification, à la caractérisation et à la fixation des seuils d’état écologique applicables aux masses d’eau de surface et modifiant le Livre II du Code de l’Environnement, contenant le Code de l’Eau. Moniteur belge 12.10.2012

0,94

(tipo R-C1)

0,97

(tipos R-C3, R-C5, R-C6)

0,75

(tipo R-C1)

0,74

(tipos R-C3, R-C5, R-C6)

República Checa

Sistema checo de avaliação do estado ecológico de rios por meio de invertebrados bentónicos

0,80

0,60

Dinamarca

DSFI — índice da fauna fluvial da Dinamarca

1,00

0,71

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — macroinvertebrados fluviais

0,90

0,70

Alemanha

PERLODES — Bewertungsverfahren von Fließgewässern auf Basis des Makrozoobenthos

0,80

0,60

França

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF T90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,94

0,80

Irlanda

Q-value — sistema de classificação da qualidade

0,85

0,75

Itália

MacrOper, baseado no cálculo do índice STAR_ICM

0,96

0,72

Letónia

LMI — índice de macroinvertebrados da Letónia

0,92

0,72

Lituânia

LRMI — índice de macroinvertebrados fluviais da Lituânia

0,80

0,60

Luxemburgo

Classification luxembourgeoise DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF-T-90-350, AFNOR XP T 90-333 e XP T 90-388

0,96

0,72

Países Baixos

Índice KRW

0,80

0,60

Polónia

RIVECOmacro — MMI_PL

0,91 (tipo R-C1)

0,72 (tipo R-C1)

Espanha

METI

0,93

0,70

Suécia

Índice DJ (Dahl & Johnson 2004)

0,80

0,60

Reino Unido

RICT — instrumento de classificação dos invertebrados fluviais — WHPT

0,97

0,86

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

AIM fluvial — índice austríaco de macrófitas fluviais

RC-3

0,875

0,625

Bélgica (Flandres)

MAFWAT — Sistema flamengo de avaliação por meio de macrófitas

R-C1

0,80

0,60

Bélgica (Valónia)

IBMR-WL — índice biológico de macrófitas fluviais (Arrêté du Gouvernement wallon du 13 septembre 2012 relatif à l’identification, à la caractérisation et à la fixation des seuils d’état écologique applicables aux masses d’eau de surface et modifiant le Livre II du Code de l’Environnement, contenant le Code de l’Eau. Moniteur belge 12.10.2012)

R-C3

0,925

0,607

República Checa

Método checo de avaliação de massas de água de superfície usando macrófitas como elemento de qualidade biológica

R-C3 (tipo nacional 1)

0,83

0,67

R-C3 (tipo nacional 4)

0,82

0,64

R-C4

0,86

0,62

Dinamarca

DSPI — Índice dinamarquês das plantas de águas correntes

R-C1, R-C4

0,70

0,50

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Fließgewässern zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Makrophyten

R-C1

0,745

0,495

R-C3

0,80

0,55

R-C4

0,575

0,395

Alemanha

NRW-Verfahren zur Bewertung von Fließgewässern mit Makrophyten

R-C1, R-C3, R-C4

0,995

0,695

França

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais Norma francesa NF T90-395 (2003-10-01)

R-C3

0,93

0,79

R-C4

0,905

0,79

Irlanda

MTR-IE — Classificação trófica média

R-C4

0,74

0,62

Itália

IBMR-IT — Índice biológico de macrófitas fluviais

R-C1

0,90

0,80

R-C4

0,90

0,80

Lituânia

Índice lituano de macrófitas fluviais

R-C4

0,61

0,41

Letónia

Método letão de avaliação por meio de macrófitas

R-C4

0,75

0,55

Luxemburgo

IBMR-LU — Índice biológico de macrófitas fluviais

R-C3, R-C4, R-C5 e R-C6

0,89

0,79

Países Baixos

Método atualizado de avaliação de rios dos Países Baixos por meio de macrófitas

R-C1 e R-C

0,80

0,60

Polónia

MIR — Índice de macrófitas fluviais

R-C1

0,90

0,65

R-C3

0,910

0,684

R-C4

0,90

0,65

Reino Unido

LEAFPACS 2 — classificação ecológica de rios por meio de macrófitas

R-C1, R-C3 e R-C4 (*1)

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Leitfaden zur Erhebung der biologischen Qualitätselemente, Teil A3 — Fließgewässer/Phytobenthos [avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte fitobentos]

Todos os tipos, altitude < 500 m

0,70

0,42

Todos os tipos, altitude > 500 m

0,71

0,43

Bélgica (Flandres)

PISIAD — proporções de diatomáceas sensíveis aos impactos e associadas aos impactos

Todos os tipos

0,80

0,60

Bélgica (Valónia)

IPS (Coste, in CEMAGREF, 1982; Lenoir & Coste, 1996; Arrêté du Gouvernement wallon du 13 septembre 2012 relatif à l’identification, à la caractérisation et à la fixation des seuils d’état écologique applicables aux masses d’eau de surface et modifiant le Livre II du Code de l’Environnement, contenant le Code de l’Eau. Moniteur belge 12.10.2012)

Todos os tipos

0,98

0,73

República Checa

Método checo de avaliação fluvial por meio de fitobentos

R-C3, R-C4, R-C5

0,80

0,63

Estónia

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

Todos os tipos

0,85

0,70

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

Todos os tipos

0,94

0,78

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Fließgewässern zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Diatomeen

R-C1

0,67

0,43

R-C3

0,67

0,43

R-C4

0,61

0,43

R-C5

0,73

0,55

Irlanda

Versão revista do TDI — índice trófico de diatomáceas

Todos os tipos

0,93

0,78

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração (Mancini & Sollazzo, 2009)

Todos os tipos

0,89

0,70

Irlanda

Versão revista do TDI — índice trófico de diatomáceas

Todos os tipos

0,93

0,78

Lituânia

Índice lituano de fitobentos

R-C1, R-C4, R-C5, R-C6

0,73

0,55

Luxemburgo

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

R-C3, R-C4 (baixa alcalinidade)

0,98

0,78

R-C4 (alcalinidade elevada), R-C5 e R-C6

0,99

0,78

Países Baixos

Índice KRW

Todos os tipos

0,80

0,60

Polónia

Indeks okrzemkowy IO dla rzek (índice de diatomáceas fluviais)

Todos os tipos

0,80

0,58

Espanha

MDIAT — índice multimétrico de diatomáceas

R-C2, R-C3, R-C4

0,93

0,70

Suécia

Métodos de avaliação suecos, regulamentos EPA suecos (NFS 2008:1), baseados no IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

Todos os tipos

0,89

0,74

Reino Unido

DARLEQ2 — avaliação do estado ecológico de rios baseada em diatomáceas

Todos os tipos

1,00

0,75

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios continentais orientais

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Ecorregião

Bacia hidrográfica (km2)

Altitude (metros acima do nível do mar)

Geologia

Substrato

R-E1a

Cárpatos: pequeno a médio, altitude média

10

10 — 1 000

500 — 800

Mista

 

R-E1b

Cárpatos: pequeno a médio, altitude média

10

10 — 1 000

200 — 500

Mista

 

R-E2

Planície: médio, terras baixas

11 e 12

100 — 1 000

< 200

Mista

Areia e limo

R-E3

Planície: grande, terras baixas

11 e 12

> 1 000

< 200

Mista

Areia, limo e cascalho

R-E4

Planície: médio, altitude média

11 e 12

100 — 1 000

200 — 500

Mista

Areia e cascalho

R-EX4

Grande, altitude média

10, 11 e 12

> 1 000

200 — 500

Mista

Cascalho e calhaus

R-EX5

Planície: pequeno, terras baixas

11 e 12

10 — 100

< 200

Mista

Areia e limo

R-EX6

Planície: pequeno, altitude média

11 e 12

10 — 100

200 — 500

Mista

Cascalho

R-EX7

Balcãs: pequeno, calcário, altitude média

5

10 — 100

200 — 500

Calcária

Cascalho

R-EX8

Balcãs: pequeno a médio, nascente cársica calcária

5

10 — 1 000

 

Calcária

Cascalho, areia e limo

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

R-E1a:

Bulgária, República Checa, Roménia, Eslováquia

R-E1b:

Bulgária, República Checa, Hungria, Roménia, Eslováquia

R-E2:

Bulgária, República Checa, Hungria, Roménia, Eslováquia, Eslovénia

R-E3:

Bulgária, República Checa, Hungria, Roménia, Eslováquia, Eslovénia

R-E4:

Áustria, República Checa, Bulgária, Hungria, Roménia, Eslováquia, Eslovénia

R-EX4:

República Checa, Roménia, Eslováquia

R-EX5:

Hungria, Roménia, Eslovénia, Eslováquia

R-EX6:

Hungria, Roménia, Eslovénia

R-EX7:

Eslovénia

R-EX8:

Eslovénia

RESULTADOS DO GRUPO GEOGRÁFICO DE INTERCALIBRAÇÃO DE RIOS CONTINENTAIS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte invertebrados bentónicos

R-E4

0,80

0,60

Bulgária

IBI-BG — índice biótico irlandês adaptado para a Bulgária

R-E1a, R-E1b

0,86

0,67

R-E2, R-E3

0,80

0,60

República Checa

Sistema checo de avaliação do estado ecológico de rios por meio de invertebrados bentónicos

R-E1a, R-E1b, R-E2, R-E3

0,80

0,60

Hungria

Índice multimétrico de macroinvertebrados da Hungria

R-E1b, R-E3, R-E4, R-EX5, R-EX6

0,80

0,60

Roménia

Método de avaliação do estado ecológico de massas de água baseado em macroinvertebrados

R-E1a, R-E1b, R-E3, R-EX4

0,74

0,58

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

R-E4, R-EX5, R-EX6

0,80

0,60

Eslováquia

Sistema eslovaco de avaliação dos invertebrados bentónicos fluviais

R-E1a, R-E1b, R-E2, R-E3, R-E4, R-EX4

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO GEOGRÁFICO DE INTERCALIBRAÇÃO DE RIOS CONTINENTAIS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

AIM fluvial — índice austríaco de macrófitas fluviais

R-E4

0,875

0,625

Bulgária

Índice de referência

R-E2, R-E3

0,570

0,370

R-E4

0,510

0,270

República Checa

Método checo de avaliação de massas de água de superfície usando macrófitas como elemento de qualidade biológica

R-E2, R-E3

0,750

0,500

República Checa

Método checo de avaliação de massas de água de superfície usando macrófitas como elemento de qualidade biológica

R-E4

0,770

0,560

Hungria

Índice de referência

R-E2, R-E3

0,700

0,370

Roménia

Sistema romeno de avaliação de rios baseado em macrófitas: MARI — índice de macrófitas fluviais

R-E2, R-E3, R-E4

R-E2 e R-E3: 0,875 , R-E4: 0,783

Todos os tipos: 0,625

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, makrofiti

R-E2, R-E3, R-E4

0,800

0,600

Eslováquia

IBMR-SK — índice biológico de macrófitas fluviais

R-E2, R-E3, R-E4

0,800

0,600

RESULTADOS DO GRUPO GEOGRÁFICO DE INTERCALIBRAÇÃO DE RIOS CONTINENTAIS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte fitobentos

R-E4

0,70

0,42

Bulgária

Avaliação do estado ecológico de rios da Bulgária baseada no IPS das diatomáceas

R-E1a, R-E1b, R-E3

0,87 (tipo nacional R2, R4)

0,85 (tipo nacional R7, R8)

0,66 (tipo nacional R2, R4)

0,64 (tipo nacional R7, R8)

República Checa

Sistema de avaliação fluvial por meio de fitobentos

R-E1a, R-E1b, R-E2, R-E3, R-EX4

0,80

0,60

Hungria

Avaliação do estado ecológico de rios baseada em diatomáceas

R-E2, R-E3, R-EX5

0,80

0,60

Roménia

RO-AMRP — método de avaliação nacional do estado ecológico de rios da Roménia baseado em fitobentos (diatomáceas)

R-E1a, R-E1b, R-E3

0,80

0,60

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

R-E4, R-EX5, R-EX6, R-EX7, R-EX8

0,80

0,60

Eslováquia

Sistema de avaliação do estado ecológico de rios por meio de fitobentos

R-E1a, R-E1b, R-E2, R-E3, R-E4, R-EX4

0,90

0,70

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios mediterrânicos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Bacia hidrográfica (km2)

Geologia

Regime de caudal

R-M1

Pequenos cursos de água mediterrânicos

< 100

Mista (exceto siliciosa)

Muito sazonal

R-M2

Cursos de água médios mediterrânicos

100 — 1 000

Mista (exceto siliciosa)

Muito sazonal

R-M4

Cursos de água de montanha mediterrânicos

 

Não siliciosa

Muito sazonal

R-M5

Cursos de água temporários

 

 

Temporário

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

R-M1:

Bulgária, França, Grécia, Itália Portugal, Eslovénia, Espanha

R-M2:

Bulgária, França, Grécia, Itália Portugal, Eslovénia, Espanha

R-M4:

Chipre, França, Grécia, Itália, Espanha

R-M5:

Chipre, Itália, Portugal, Eslovénia, Espanha

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MEDITERRÂNICOS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo e país

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

R-M1

 

 

 

França

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF T90-350 e arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,700

Grécia

HESY-2 — sistema de avaliação grego (versão 2)

0,943

0,750

Itália

MacrOper, baseado no ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,970

0,720

Portugal

IPtIN, IPtIS — método de avaliação da qualidade biológica de rios por meio de invertebrados bentónicos

0,870 (tipo 1)

0,678 (tipo 1)

0,850 (tipo 3)

0,686 (tipo 3)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,800

0,600

Espanha

IBMWP — grupo de trabalho ibérico de monitorização biológica

0,845

0,698

Espanha

IMMi-T — índice multimétrico ibero-mediterrânico, por meio de dados quantitativos

0,811

0,707

R-M2

 

 

 

Bulgária

IBI-BG — índice biótico irlandês adaptado para a Bulgária

0,800

0,600

França

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF T90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,700

Grécia

HESY-2 — sistema de avaliação grego (versão 2)

0,944

0,708

Itália

MacrOper, baseado no ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,940

0,700

Portugal

IPtIN, IPtIS — método de avaliação da qualidade biológica de rios por meio de invertebrados bentónicos

0,830 (tipo 2)

0,693 (tipo 2)

0,880 (tipo 4)

0,676 (tipo 4)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,800

0,600

Espanha

IBMWP — grupo de trabalho ibérico de monitorização biológica

0,845

0,698

Espanha

IMMi-T — índice multimétrico ibero-mediterrânico, por meio de dados quantitativos

0,811

0,707

R-M4

 

 

 

Chipre

STAR_ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,972

0,729

França

Classification française DCE: IBGN — Indice Biologique Global Normalisé. AFNOR NF T90-350; arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,700

Grécia

HESY-2 — sistema de avaliação grego (versão 2)

0,850

0,637

Itália

MacrOper, baseado no ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,940

0,700

Espanha

IBMWP — grupo de trabalho ibérico de monitorização biológica

0,840

0,700

Espanha

IMMi-T — índice multimétrico ibero-mediterrânico, por meio de dados quantitativos

0,850

0,694

R-M5

 

 

 

Chipre

STAR_ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,982

0,737

Grécia

HESY-2 — sistema de avaliação grego (versão 2)

0,963

0,673

Itália

MacrOper, baseado no ICMi — índice métrico comum de intercalibração STAR

0,970

0,730

Portugal

IPtIN, IPtIS — método de avaliação da qualidade biológica de rios por meio de invertebrados bentónicos

0,973 (tipo 5)

0,705 (tipo 5)

0,961 (tipo 6)

0,708 (tipo 6)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,800

0,600

Espanha

IBMWP — grupo de trabalho ibérico de monitorização biológica

0,830

0,630

Espanha

IMMi-T — índice multimétrico ibero-mediterrânico, por meio de dados quantitativos

0,830

0,620

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MEDITERRÂNICOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo e país

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

R-M1, M2, M4

 

 

 

Bulgária (R-M1 eR-M2)

RI-BG — índice de referência adaptado para a Bulgária

0,640

0,350

Chipre

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais

0,795

0,596

França

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais Norma francesa NF T90-395 (2003-10-01)

0,930

0,745

Grécia

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais

0,750

0,560

Itália

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais

0,900

0,800

Portugal

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais

0,920

0,690

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, makrofiti

0,800

0,600

Espanha

IBMR — Índice biológico de macrófitas fluviais

0,950

0,740

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MEDITERRÂNICOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo e país

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

R-M1

 

 

 

Bulgária

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

0,820

0,630

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,780

Grécia

IPS (Coste, in Cemagref, 1982) — índice específico de sensibilidade à poluição objeto de intercalibração (EQR IPS)

0,956

0,717

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração (Mancini & Sollazzo, 2009)

0,800

0,610

Portugal

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,970 (tipo 1)

0,730 (tipo 1)

0,910 (tipo 3)

0,680 (tipo 3)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,800

0,600

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,937

0,727

R-M2

 

 

 

Bulgária

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

0,820

0,630

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,780

Grécia

EQR IPS (Coste, in Cemagref, 1982) — índice específico

0,953

0,732

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração

(Mancini & Sollazzo, 2009)

0,800

0,610

Portugal

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,910 (tipo 2)

0,680 (tipo 2)

0,970 (tipo 4)

0,730 (tipo 4)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,800

0,600

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,938

0,727

R-M4

 

 

 

Chipre

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,910

0,683

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF-T-90-354, dezembro de 2007. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,940

0,780

Grécia

EQR IPS (Coste, in Cemagref, 1982) — índice específico

0,932

0,716

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração

(Mancini & Sollazzo, 2009)

0,800

0,610

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,935

0,727

R-M5

 

 

 

Chipre

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,958

0,718

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração

(Mancini & Sollazzo, 2009)

0,880

0,650

Portugal

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,800 (tipo 5)

0,651 (tipo 5)

0,940 (tipo 6)

0,700 (tipo 6)

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,800

0,600

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,935

0,700

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios setentrionais

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Bacia hidrográfica

da secção (km2)

Altitude e geomorfologia

Alcalinidade

(meq/l)

Matéria orgânica

(mg Pt/l)

R-N1

Pequeno, terras baixas, silicioso, alcalinidade moderada

10 — 100

< 200 m acima do nível do mar ou abaixo da cota mais elevada da costa

0,2  — 1

< 30

(< 150 na Irlanda)

R-N3

Pequeno/médio, terras baixas, matéria orgânica, baixa alcalinidade

10 — 1 000

< 0,2

> 30

R-N4

Médio, terras baixas, silicioso, alcalinidade moderada

100 — 1 000

0,2  — 1

< 30

R-N5

Pequeno, altitude média, silicioso, baixa alcalinidade

10 — 100

Entre as terras baixas e as terras altas

< 0,2

< 30

R-N9

Pequeno/médio, altitude média, silicioso, baixa alcalinidade, matéria orgânica (húmico)

10 — 1 000

Entre as terras baixas e as terras altas

< 0,2

> 30

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

R-N1:

Finlândia, Irlanda, Noruega, Suécia, Reino Unido

R-N3:

Finlândia, Irlanda, Noruega, Suécia, Reino Unido

R-N4:

Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

R-N5:

Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

R-N9:

Finlândia, Noruega, Suécia

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos (métodos sensíveis para enriquecimento em matéria orgânica e degradação geral)

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Finlândia

Método finlandês revisto de avaliação de invertebrados fluviais

0,80

0,60

Irlanda

Q-value — sistema de classificação da qualidade

0,85

0,75

Noruega

ASPT

0,99

0,87

Suécia

Índice DJ (Dahl & Johnson 2004)

0,80

0,60

Reino Unido

RICT — instrumento de classificação dos invertebrados fluviais — WHPT

0,97

0,86

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos (métodos sensíveis à acidificação)

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Os resultados a seguir apresentados são aplicáveis aos tipos de rios claros de baixa alcalinidade.

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Noruega

AcidIndex2 — índice Raddum2 modificado (acidificação fluvial)

0,675

0,515

Reino Unido (Escócia)

WFD-AWIC

0,910

0,830

Reino Unido (Inglaterra e País de Gales)

WFD-AWIC

0,980

0,890

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Os resultados a seguir apresentados são aplicáveis a tipos de rios húmicos, de baixa alcalinidade.

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Suécia

MISA — índice multimétrico de acidificação de cursos de água baseado nos invertebrados

0,550

0,400

Reino Unido

WFD-AWIC

0,930

0,830

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo e país

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

R-N3 e R-N9

 

 

 

Finlândia

TIc — índice trófico

0,889

0,610

Suécia

TIc — índice trófico

0,889

0,610

Noruega

TIc — índice trófico

0,889

0,610

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Finlândia

Método finlandês de avaliação de fitobentos fluviais

0,80

0,60

Suécia

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

0,89

0,74

Irlanda

Versão revista do TDI — índice trófico de diatomáceas

0,93

0,78

Reino Unido

DARLEQ 2

1,00

0,75

Noruega

PIT — índice perífito do estado trófico

0,99

(Ca ≤ 1 mg/l)

0,83

0,95

(Ca > 1 mg/l)

Categoria das águas

Rios

Grupos de intercalibração geográficos

Todos

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Panorâmica dos grupos regionais estabelecidos para a intercalibração de peixes de rio:

Grupo de terras baixas/médias : Bélgica (Flandres), Bélgica (Valónia), França, Alemanha, Países Baixos, Lituânia, Luxemburgo, Reino Unido (Inglaterra e País de Gales), Polónia, Letónia, Estónia, Dinamarca, Hungria

Grupo Nórdico : Finlândia, Irlanda, Suécia, Reino Unido (Escócia e Irlanda do Norte), Noruega

Grupo de montanhas de tipo alpino : Áustria, França, Alemanha, Eslovénia, Itália

Grupo Atlântico Sul/Mediterrâneo : Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Bulgária

Grupo do Danúbio : República Checa, Roménia, Eslováquia, Bulgária

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

Grupo terras baixas/médias

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica (Flandres)

Índice IBI para cursos de água e terras baixas

0,850

0,650

Bélgica (Valónia)

IBIP (Arrêté du Gouvernement wallon du 13 septembre 2012 relatif à l’identification, à la caractérisation et à la fixation des seuils d’état écologique applicables aux masses d’eau de surface et modifiant le Livre II du Code de l’Environnement, contenant le Code de l’Eau. Moniteur belge 12.10.2012)

0,958

0,792

França

FBI — índice baseado na ictiofauna: IPR — Indice Poissons Rivière. AFNOR NF-T-90-344

1,131

0,835

Alemanha

FIBS — fischbasiertes Bewertungssystem für Fließgewässer zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

1,086

0,592

Letónia

Índice de ictiofauna da Letónia

0,880

0,660

Lituânia

Índice de ictiofauna fluvial da Lituânia

0,940

0,720

Luxemburgo

Classification française DCE: IPR — Indice Poissons Rivière. AFNOR NF-T-90-344

1,131

0,835

Países Baixos

NLFISR

0,800

0,600

Polónia

Índice EFI+PL

0,800

0,600

Grupo nórdico

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Finlândia

FiFi — índice de ictiofauna da Finlândia — tipo L2

0,665

0,499

Finlândia

FiFi — índice de ictiofauna da Finlândia — tipo L3

0,658

0,493

Finlândia

FiFi — índice de ictiofauna da Finlândia — tipo M1

0,709

0,532

Finlândia

FiFi — índice de ictiofauna da Finlândia — tipo M2

0,734

0,550

Finlândia

FiFi — índice de ictiofauna da Finlândia — tipo M3

0,723

0,542

Irlanda

FCS2 — sistema de classificação da ictiofauna da Irlanda (versão 2)

0,845

0,540

Suécia

Método sueco VIX

0,739

0,467

Reino Unido (Irlanda do Norte)

IR_FCS2

0,845

0,540

Reino Unido (Escócia)

FCS2 Escócia

0,850

0,600

Grupo mediterrânico

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Grécia

HeFI — índice de ictiofauna da Grécia

0,800

0,600

Portugal

F-IBIP — índice piscícola de integridade biótica para rios vadeáveis de Portugal continental

0,850

0,675

Espanha

IBIMED — tipo T2

0,816

0,705

Espanha

IBIMED — tipo T3

0,929

0,733

Espanha

IBIMED — tipo T4

0,864

0,758

Espanha

IBIMED — tipo T5

0,866

0,650

Espanha

IBIMED — tipo T6

0,916

0,764

Grupo alpino

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

FIA

0,875

0,625

França

FBI — índice baseado na ictiofauna: IPR — Indice Poissons Rivière. AFNOR NF-T90-344

1,131

0,876

Alemanha

FIBS — fischbasiertes Bewertungssystem für Fließgewässer zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

1,086

0,592

Itália

Índice NISECI — novo índice do estado ecológico de comunidades ícticas

0,800

0,520

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi rib

0,800

0,600

Grupo do Danúbio

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

TsBRI — índice de ictiofauna de tipo específico da Bulgária

0,860

0,650

República Checa

CZI — método multimétrico checo

0,780

0,585

Roménia

EFI+ — índice europeu de peixes (tipo ciprinícolas de águas rasas)

0,939

0,700

Roménia

EFI+ — índice europeu de peixes (tipo salmonídeos)

0,911

0,755

Eslováquia

FIS — índice de ictiofauna da Eslováquia

0,710

0,570

Categoria das águas

Rios

Grupos de intercalibração geográficos

Todos — rios muito grandes

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do rio

Bacia hidrográfica da secção (km2)

Alcalinidade (meq/l)

R-L1

Rios muito grandes de baixa alcalinidade

> 10 000

< 0,5

R-L2

Rios muito grandes de alcalinidade média a alta

> 10 000

> 0,5

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

R-L1:

Finlândia, Noruega, Suécia

R-L2:

Áustria, Bélgica (Flandres), Bulgária, Croácia, República Checa, Estónia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Itália, Letónia, Lituânia, Países Baixos, Noruega, Polónia, Portugal, Roménia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Suécia

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MUITO GRANDES

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte invertebrados bentónicos (para grandes rios alpinos)

0,80

0,60

Áustria

Sistema eslovaco de avaliação de invertebrados bentónicos em grandes rios (para grandes rios de terras baixas)

0,80

0,60

Bélgica (Flandres)

MMIF — índice multimétrico de macroinvertebrados da Flandres

0,90

0,70

Bulgária

mRBA — Avaliação biológica rápida modificada

0,80

0,60

Croácia

Sistema de avaliação do estado ecológico de rios muito grandes baseado em invertebrados bentónicos

0,80

0,60

República Checa

Sistema checo de avaliação do estado ecológico de grandes rios não vadeáveis por meio de invertebrados bentónicos

0,80

0,60

Alemanha

PTI — Potamon-Typie-Index da Alemanha

0,80

0,60

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — macroinvertebrados de grandes rios

0,90

0,70

Espanha

IBMWP — grupo de trabalho ibérico de monitorização biológica

0,79

0,48

Finlândia

Método finlandês revisto de avaliação de invertebrados fluviais

0,80

0,60

Hungria

HMMI_II — índice multimétrico de macroinvertebrados em rios grandes e muito grandes da Hungria

0,80

0,60

Itália

ISA — Indice per la classificazione sulla base dei Substrati Artificiali (rios mediterrânicos)

0,94

0,70

Itália

ISA — Indice per la classificazione sulla base dei Substrati Artificiali (rios não mediterrânicos)

0,96

0,72

Lituânia

Índice de macroinvertebrados fluviais da Lituânia

0,80

0,60

Letónia

LRMI — Índice de macroinvertebrados em grandes rios da Letónia

0,88

0,63

Países Baixos

Métrica para tipos de águas naturais, em conformidade com a DQA

0,80

0,60

Noruega

ASPT — pontuação média por táxon da Noruega

0,99

0,87

Polónia

RIVECOmacro — MMI_PL

0,91

0,71

Roménia

ECO-BENT — método de avaliação do estado ecológico de massas de água baseado em macroinvertebrados

0,79

0,53

Suécia

ASPT — pontuação média por táxon — e índice DJ

0,80

0,60

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,80

0,60

Eslováquia

Sistema eslovaco de avaliação de invertebrados bentónicos em grandes rios

0,80

0,60

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MUITO GRANDES

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

PhytoFluss-Index 4.0 da Alemanha

0,80

0,60

Bélgica (Flandres)

PhytoFluss-Index 2.0 da Alemanha

0,80

0,60

Bulgária

PhytoFluss-Index 4.0 da Alemanha

0,80

0,60

Croácia

HRPI — índice húngaro de fitoplâncton fluvial

0,80

0,60

República Checa

Método checo de avaliação do estado ecológico de rios baseado em fitoplâncton

0,80

0,60

Alemanha

PhytoFluss-Index da Alemanha

0,80

0,60

Estónia

EST_PHYPLA_R — índice estónio de fitoplâncton em grandes rios

0,85

0,65

Hungria

HRPI — índice húngaro de fitoplâncton fluvial

0,80

0,60

Lituânia

PhytoFluss-Index da Alemanha para rios de terras baixas do tipo 15.2

0,80

0,60

Letónia

Índice letão de fitoplâncton em grandes rios

0,80

0,60

Polónia

Métrica IFPL — método de avaliação de grandes rios por meio de fitoplâncton

1,08

0,92

Roménia

ECO-FITO — método de avaliação do estado ecológico de massas de água baseado em fitoplâncton

0,92

0,76

Eslováquia

Phytoplankton-SK — avaliação de fitoplâncton em grandes rios da Eslováquia

0,80

0,60

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE RIOS MUITO GRANDES

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

R-L1

 

 

 

Finlândia

Método finlandês de avaliação de fitobentos fluviais

0,80

0,60

Suécia

Algas bentónicas em águas correntes — análise de diatomáceas

0,89

0,74

R-L2

 

 

 

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica — parte fitobentos

0,85

0,57

Bulgária

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

0,76

0,58

República Checa

Sistema de avaliação fluvial por meio de fitobentos

0,80

0,60

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — fitobentos fluviais

0,83

0,64

França

IBD 2007 (Coste et al, Ecol. Ind. 2009). AFNOR NF T90-354, abril de 2016. Arrêté ministériel du 25 janvier 2010 modifié relatif aux méthodes et critères d’évaluation de l’état écologique {…} des eaux de surface

0,92

0,76

Espanha

IPS (Coste, in Cemagref, 1982)

0,68

0,48

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Fließgewässern zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Diatomeen

0,725

0,55

Croácia

Sistema de avaliação do estado ecológico de fitobentos em rios baseado em diatomáceas

0,8

0,61

Hungria

Avaliação do estado ecológico de rios baseada em diatomáceas

0,762

0,60

Itália

ICMi — índice métrico comum de intercalibração (Mancini & Sollazzo, 2009)

0,89 (tipo nacional C)

0,70 (tipo nacional C)

0,82 (tipo nacional M3)

0,62 (tipo nacional M3)

Países Baixos

Métrica para tipos de águas naturais, em conformidade com a DQA

0,80

0,60

Portugal

IPS — índice específico de sensibilidade à poluição

0,90 (tipo nacional R_GRS/rio Guadiana)

0,67 (tipo nacional R_GRS/rio Guadiana)

Eslováquia

Sistema de avaliação do estado ecológico de rios por meio de fitobentos

0,90

0,70

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja vodotokov na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,80

0,60

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos alpinos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude (m acima do nível do mar)

Profundidade média (m)

Alcalinidade (meq/l)

Dimensão do lago (km2)

L-AL3

Terras baixas ou de média altitude, profundo, alcalinidade moderada a elevada (influência alpina), grande

50 — 800

> 15

> 1

> 0,5

L-AL4

Altitude média, pouco profundo, alcalinidade moderada a elevada (influência alpina), grande

200 — 800

3 — 15

> 1

> 0,5

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipos L-AL3:

Áustria, França, Alemanha, Itália e Eslovénia

Tipos L-AL4:

Áustria, França, Alemanha, Itália

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

Avaliação dos elementos de qualidade biológica, parte B2 — fitoplâncton

0,80

0,60

França

IPLAC — Indice Phytoplancton Lacustre (índice de fitoplâncton lacustre)

0,80

0,60

Alemanha

PSI (Phyto-Seen-Index) — Bewertungsverfahren für Seen mittels Phytoplankton zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

0,80

0,60

Itália

IPAM — método italiano de avaliação do fitoplâncton

0,80

0,60

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja jezer na podlagi fitoplanktona

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

AIM lacustre — índice austríaco de macrófitas lacustres

L-AL3+

L-AL4

0,80

0,60

França

IBML — Indice Biologique Macrophytique en Lacs (índice francês de macrófitas lacustres)

L-AL3+

L-AL4

0,92

0,72

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Makrophyten

L-AL3+

L-AL4

0,76

0,51

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Makrophyten und Phytobenthos

LAL4

0,74

0,47

Itália

MacroIMMI — índice de macrófitas para a avaliação da qualidade ecológica dos lagos italianos

L-AL3+

L-AL4

0,80

0,60

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja jezer na podlagi fitobentosa in makrofitov, makrofiti

L-AL3

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja jezer na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,80

0,60

Alemanha

AESHNA — Bewertungsverfahren für das eulitorale Makrozoobenthos in Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ALPINOS

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Áustria

ALFI — índice austríaco de ictiofauna lacustre: índice multimétrico de avaliação do estado ecológico dos lagos alpinos baseado na ictiofauna

0,80

0,60

Alemanha

DeLFI_SITE — Deutsches probennahmestandort-spezifisches Bewertungsverfahren für Fische in Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie

0,85

0,69

Itália

LFI — índice de ictiofauna lacustre

0,82

0,64

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos centrais/bálticos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude (m acima do nível do mar)

Profundidade média (m)

Alcalinidade (meq/l)

Tempo de residência (anos)

L-CB1

Terras baixas, pouco profundo, calcário

< 200

3 — 15

> 1

1 — 10

L-CB2

Terras baixas, muito pouco profundo, calcário

< 200

< 3

> 1

0,1  — 1

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração

Tipos L-CB1:

Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Estónia, Irlanda, Lituânia, Letónia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido

Tipos L-CB2:

Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Estónia, Irlanda, Lituânia, Letónia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica (Flandres)

Método flamengo de avaliação do fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Dinamarca

Índice dinamarquês de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Alemanha

PSI (Phyto-Seen-Index) — Bewertungsverfahren für Seen mittels Phytoplankton zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland — German Phyto-Lake-Index (Phyto-See-Index)

0,80

0,60

Irlanda

Índice irlandês de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Letónia

Índice letão de fitoplâncton lacustre

0,81

0,61

Lituânia

PSI — índice alemão de fitoplâncton

0,81

0,61

Países Baixos

Métrica para tipos de águas naturais, em conformidade com a DQA

0,80

0,60

Polónia

PMPL — método polaco de avaliação do fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Reino Unido

PLUTO — instrumento de avaliação do fitoplâncton lacustre incluindo módulo de análise de incertezas

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Tipo de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica (Flandres)

Sistema flamengo de avaliação de macrófitas

Todos os tipos

0,80

0,60

Dinamarca

Índice dinamarquês de macrófitas lacustres

Todos os tipos

0,80

0,60

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — macrófitas lacustres

LCB1

0,78

0,52

LCB2

0,76

0,50

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Makrophyten

Todos os tipos

0,80

0,60

Letónia

Método letão de avaliação de macrófitas

Todos os tipos

0,80

0,60

Lituânia

Índice lituano de macrófitas lacustres

Todos os tipos

0,75

0,50

Países Baixos

Métrica para tipos de águas naturais, em conformidade com a DQA

Todos os tipos

0,80

0,60

Polónia

Método indicador baseado em macrófitas lacustres: ESMI — índice multimétrico do estado ecológico baseado em macrófitas

Todos os tipos

0,68

0,41

Reino Unido

LEAFPACS 2 — classificação ecológica de lagos por meio de macrófitas (*2)

Todos os tipos

0,80

0,66

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica (Flandres)

MMIF — índice multimétrico de macroinvertebrados da Flandres

0,90

0,70

Estónia

Avaliação da qualidade ecológica das águas superficiais da Estónia — macroinvertebrados lacustres

0,86

0,70

Alemanha

AESHNA — Bewertungsverfahren für das eulitorale Makrozoobenthos in Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

0,80

0,60

Letónia

LLMMI — índice multimétrico de macroinvertebrados lacustres da Letónia

0,85

0,52

Lituânia

Índice lituano de macroinvertebrados lacustres

0,74

0,50

Países Baixos

Métrica para tipos de águas naturais, em conformidade com a DQA

0,80

0,60

Reino Unido

CPET — técnica baseada nas exúvias pupais dos quironomídeos

0,77

0,64

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CENTRAIS/BÁLTICOS

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Descrição dos tipos comuns de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude (m acima do nível do mar)

Profundidade média (m)

Alcalinidade (meq/l)

Tempo de residência (anos)

L-CB1

Terras baixas, pouco profundo, calcário

< 200

3 — 15

> 1

1 — 10

L-CB2

Terras baixas, muito pouco profundo, calcário

< 200

< 3

> 1

0,1  — 1

L-CB3

Terras baixas, pouco profundo, pequena dimensão, silicioso (alcalinidade moderada)

< 200

3 — 15

0,2  — 1

1 — 10

L-CB4

Massas de água fortemente modificadas

200 — 700

3 — 30

> 0,2

0,1  — 5

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração

Tipos L-CB1:

Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Estónia, Irlanda, Lituânia, Letónia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido

Tipos L-CB2:

Bélgica, Alemanha, Dinamarca, Estónia, Irlanda, Lituânia, Letónia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido

Tipos L-CB3:

Bélgica, Dinamarca, Estónia, França, Letónia, Polónia

Tipos L-CB4:

República Checa

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

República Checa

CZ-FBI

0,870

0,619

Dinamarca

Índice dinamarquês de ictiofauna lacustre

0,75

0,54

Estónia

LAFIEE

0,80

0,61

Alemanha

DeLFI_SITE — Deutsches probennahmestandort-spezifisches Bewertungsverfahren für Fische in Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie

0,95

0,80

França

ELFI — índice europeu de ictiofauna lacustre: IIL — Indice Ichtyofaune Lacustre

0,73

0,49

Letónia

Índice letão de ictiofauna lacustre

0,76

0,57

Lituânia

Índice lituano de ictiofauna lacustre

0,865

0,605

Países Baixos

VISMAATLAT

0,80

0,60

Polónia

LFI+

0,866

0,595

Polónia

LFI EN

0,804

0,557

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos continentais orientais

Descrição dos tipos comuns de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude (m acima do nível do mar)

Profundidade média (m)

Alcalinidade (meq/l)

Condutividade (μS/cm)

L-EC1

Terras baixas, muito pouco profundo, água dura

< 200

< 6

1 — 4

300-1 000

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração

Tipos L-EC1:

Bulgária, Hungria, Roménia

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ORIENTAIS/CONTINENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

HLPI — índice húngaro de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Hungria

HLPI — índice húngaro de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Roménia

HLPI — índice húngaro de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CONTINENTAIS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira

«Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira

«Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

RI-BG — índice de referência adaptado

0,83

0,58

Hungria

HU-RI — índice de referência adaptado

0,89

0,67

Roménia

MIRO — índice de macrófitas dos lagos romenos (índice de referência adaptado)

0,86

0,66

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS CONTINENTAIS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

HMMI lacustre — índice multimétrico de macroinvertebrados bentónicos lacustres da Hungria

0,85

0,65

Hungria

HMMI lacustre — índice multimétrico de macroinvertebrados bentónicos lacustres da Hungria

0,85

0,65

Roménia

ECO-NL-BENT — sistema romeno de avaliação do estado ecológico de lagos por meio de invertebrados bentónicos

0,93

0,60

GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS ORIENTAIS

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

RESULTADOS DA INTERCALIBRAÇÃO INCOMPLETA

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos mediterrânicos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude

(m)

Precipitação (mm) e temperatura (oC) médias anuais

Profundidade média (m)

Área (km2)

Bacia hidrográfica (km2)

Alcalinidade (meq/l)

L-M5/7

Reservatório, profundo, grande, silicioso, zonas «húmidas»

< 1 000

> 800 e/ou < 15

> 15

0,5  — 50

< 20 000

< 1

L-M8

Reservatório, profundo, grande, calcário

< 1 000

> 15

0,5  — 50

< 20 000

> 1

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração

Tipos L-M5/7:

França, Grécia, Itália, Portugal, Espanha

Tipos L-M8:

Chipre, França, Grécia, Itália, Espanha

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS MEDITERRÂNICOS

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

País e tipo

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira

«Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira

«Estado bom» — «Estado razoável»

LM 5/7

França

IPLAC — Indice Phytoplancton Lacustre (índice de fitoplâncton lacustre)

n.d. (*3)

0,60

Grécia

NMASRP — novo sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,60

Itália

NITMET — novo método italiano

n.d. (*3)

0,60

Portugal

Método de avaliação da qualidade biológica dos reservatórios: NMASRP — novo sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,60

Espanha

MASRP — sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,58

L-M8

Chipre

NMASRP — novo sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,60

França

IPLAC — Indice Phytoplancton Lacustre (índice de fitoplâncton lacustre)

n.d. (*3)

0,60

Grécia

NMASRP — novo sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,60

Itália

NITMET — novo método italiano

n.d. (*3)

0,60

Espanha

MASRP — sistema mediterrânico de avaliação do fitoplâncton dos reservatórios

n.d. (*3)

0,60

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos setentrionais

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Altitude (m acima do nível do mar)

Profundidade média (m)

Alcalinidade (meq/l)

Cor

(mg Pt/l)

L-N1

Terras baixas, pouco profundo, alcalinidade moderada, claro

< 200

3 — 15

0,2  — 1

< 30

L-N2a

Terras baixas, pouco profundo, baixa alcalinidade, claro

< 200

3 — 15

< 0,2

< 30

L-N2b

Terras baixas, profundo, baixa alcalinidade, claro

< 200

> 15

< 0,2

< 30

L-N3a

Terras baixas, pouco profundo, baixa alcalinidade, meso-húmico

< 200

3 — 15

< 0,2

30 — 90

L-N5

Média altitude, pouco profundo, baixa alcalinidade, claro

200 — 800

3 — 15

< 0,2

< 30

L-N6a

Altitude média, pouco profundo, baixa alcalinidade, meso-húmico

200 — 800

3 — 15

< 0,2

30 — 90

L-N8a

Terras baixas, pouco profundo, alcalinidade moderada, meso-húmico

< 200

3 — 15

0,2  — 1

30 — 90

Tipos L-N1, L-N2a, L-N3a, LN-8a:

Irlanda, Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

Tipos L-N2b:

Noruega, Suécia, Reino Unido

Tipos L-N5, L-N6a:

Noruega, Suécia

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira

«Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira

«Estado bom» — «Estado razoável»

Finlândia

Método finlandês de avaliação de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Irlanda

Índice irlandês de fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Noruega

Método de classificação do estado ecológico do fitoplâncton lacustre

0,80

0,60

Suécia

Métodos de avaliação ecológica de lagos usando o fitoplâncton como fator de qualidade

0,80

0,60

Reino Unido

PLUTO — instrumento de avaliação do fitoplâncton lacustre incluindo módulo de análise de incertezas

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Macrófitas

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Alcalinidade (meq/l)

Cor (mg Pt/l)

L-N-M 101

Baixa alcalinidade, claro

0,05  — 0,2

< 30

L-N-M 102

Baixa alcalinidade, húmico

0,05  — 0,2

> 30

L-N-M 201

Alcalinidade moderada, claro

0,2  — 1,0

< 30

L-N-M 202

Alcalinidade moderada, húmico

0,2  — 1,0

> 30

L-N-M 301a

Alta alcalinidade, claro, subtipo atlântico

> 1,0

< 30

L-N-M 302 a

Alta alcalinidade, húmico, subtipo atlântico

> 1,0

> 30

Tipos 101, 102, 201 and 202:

Irlanda, Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

Tipo 301a:

Irlanda, Reino Unido

Tipo 302 a:

Irlanda, Reino Unido

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira

Finlândia

Finnmac — sistema finlandês de classificação de macrófitas

0,8 (todos os tipos)

0,6 (todos os tipos)

Irlanda

Índice de macrófitas livres

0,9 (todos os tipos)

0,68 (todos os tipos)

Noruega

Índice nacional de macrófitas: TIc — índice trófico

Tipo 101: 0,98

Tipo 102: 0,96

Tipo 201: 0,95

Tipo 202: 0,99

Tipo 101: 0,87

Tipo 102: 0,87

Tipo 201: 0,75

Tipo 202: 0,77

Suécia

TMI — índice trófico de macrófitas

Tipo 101: 0,93

Tipo 102: 0,93

Tipo 201: 0,89

Tipo 202: 0,91

Tipo 101: 0,80

Tipo 102: 0,83

Tipo 201: 0,78

Tipo 202: 0,78

Reino Unido

LEAFPACS 2 — classificação ecológica de lagos por meio de macrófitas (*4)

0,8 (todos os tipos)

0,66 (todos os tipos)

Reino Unido

Índice de macrófitas livres (*5)

0,9 (todos os tipos)

0,68 (todos os tipos)

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Ecorregião

Altitude

(m acima do nível do mar)

Alcalinidade (meq/l)

Cor (mg Pt/l)

Acidificação do litoral do lago

 

 

 

 

L-N-BF1

Terras baixas/altitude média, baixa alcalinidade, claro

n.d.

< 800

0,05  — 0,2

< 30

Eutrofização da zona lacustre profunda

 

 

 

 

L-N-BF2

Ecorregião 22, baixa alcalinidade, claro e húmico

22

Área > 1 km2, prof. máx. > 6 m

< 0,2

n.d.

Tipos L-N-BF1:

Noruega, Suécia, Reino Unido, Irlanda, Finlândia

Tipos L-N-BF2:

Finlândia, Suécia

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira

Fronteira

 

Acidificação do litoral do lago

 

 

Noruega

MultiClear: índice multimétrico de invertebrados em lagos claros

0,95

0,74

Suécia

MILA: índice multimétrico de acidificação lacustre baseado em invertebrados

0,85

0,60

Reino Unido

LAMM — métrica de acidificação lacustre baseada em macroinvertebrados

0,86

0,70

 

Eutrofização da zona lacustre profunda

 

 

Finlândia

PICM — método finlandês revisto de avaliação de invertebrados lacustres

0,80

0,60

Suécia

BQI — índice da qualidade bentónica

0,84

0,67

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DE LAGOS SETENTRIONAIS

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Área do lago (km2)

Alcalinidade (meq/l)

Cor (mg Pt/l)

L-N-F1

Lagos dimícticos claros

< 40

< 0,2

< 30

L-N-F2

Lagos dimícticos húmicos

< 5

< 0,2

30 — 90

Tipos L-N-F1:

Irlanda, Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

Tipos L-N-F2:

Irlanda, Finlândia, Noruega, Suécia, Reino Unido

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Eutrofização

Finlândia

EQR4

0,80

0,60

Irlanda

FIL2

0,76

0,53

Reino Unido (Irlanda do Norte)

FIL2

0,76

0,53

Noruega

EindexW3

0,75

0,56

Suécia

EindexW3

0,75

0,56

Acidificação

Noruega

AindexW5

0,74

0,55

Suécia

AindexW5

0,74

0,55

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Fitobentos intergrupos de intercalibração geográficos

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização do lago

Alcalinidade (meq/l)

Ecorregiões

HA

Lagos de alta alcalinidade

> 1

Alpina, Central/Báltica, Continental Oriental, Mediterrânica

MA

Lagos de alcalinidade moderada

0,2  — 1

Alpina, Central/Báltica, Continental Oriental, Mediterrânica, Setentrional

LA

Lagos de baixa alcalinidade

< 0,2

Setentrional

Tipos HA:

Bélgica, Alemanha, Hungria, Irlanda, Itália, Lituânia, Polónia, Suécia, Eslovénia, Reino Unido

Tipos MA:

Bélgica, Finlândia, Irlanda, Itália, Roménia, Suécia, Reino Unido

Tipos LA:

Finlândia, Irlanda, Suécia, Reino Unido

País e tipo

Métodos de classificação

nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo HA

Bélgica (Flandres)

PISIAD — proporções de diatomáceas sensíveis aos impactos e associadas aos impactos

0,80

0,60

Alemanha

Verfahrensanleitung für die ökologische Bewertung von Seen zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie: Makrophyten und Phytobenthos (PHYLIB), Modul Phytobenthos

0,80

0,55

Hungria

MIL — índice multimétrico para lagos

0,80

0,69

Irlanda

Índice trófico de diatomáceas lacustres da Irlanda

0,90

0,63

Itália

EPI-L — método nacional italiano de avaliação da qualidade ecológica de lagos por meio de diatomáceas bentónicas

0,75

0,5

Lituânia

Índice lituano de fitobentos lacustres

0,63

0,47

Polónia

PL IOJ — Multimetryczny Indeks Okrzemkowy dla Jezior (índice multimétrico de diatomáceas lacustres)

0,91

0,76

Suécia

IPS

0,89

0,74

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja jezer na podlagi fitobentosa in makrofitov, fitobentos

0,80

0,60

Reino Unido

DARLEQ 2

0,92

0,70

Tipo MA

Bélgica (Flandres)

PISIAD — proporções de diatomáceas sensíveis aos impactos e associadas aos impactos

0,80

0,60

Finlândia

Método finlandês de avaliação de fitobentos lacustres

0,80

0,60

Irlanda

Índice trófico de diatomáceas lacustres da Irlanda

0,90

0,63

Itália

EPI-L — método nacional italiano de avaliação da qualidade ecológica de lagos por meio de diatomáceas bentónicas

0,75

0,5

Roménia

RO-AMRP — método de avaliação nacional do estado ecológico de lagos naturais da Roménia baseado em fitobentos (diatomáceas)

0,80

0,60

Suécia

IPS

0,89

0,74

Reino Unido

DARLEQ 2

0,93

0,66

Tipo LA

Irlanda

Índice trófico de diatomáceas lacustres da Irlanda

0,90

0,66

Reino Unido

DARLEQ 2

0,92

0,70

Categoria das águas

Águas costeiras

Grupo de intercalibração geográfico

Mar Báltico

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Salinidade da superfície (psu)

Salinidade do fundo (psu)

Exposição

Dias de gelo

Outras características

BC1

0,5  — 6 Oligoalina

1 — 6

Exposta

90 — 150

Sítios no estreito de Quark e no mar de Bótnia, estendendo-se até ao mar do Arquipélago (no que respeita ao fitoplâncton, este último está excluído e integrado no tipo BC9). Influência de substâncias húmicas

BC2

6 — 22 Mesoalina

2 — 6

Muito abrigadas

 

Lagunas

BC3

3 — 6 Oligoalina

3 — 6

Abrigadas

90 — 150

Costas finlandesa e estónia do golfo da Finlândia

BC4

5 — 8 Mesoalina baixa

5 — 8

Abrigadas

< 90

Sítios da Estónia e da Letónia no golfo de Riga

BC5

6 — 8 Mesoalina baixa

6 — 12

Exposta

< 90

Sítios do sudeste do mar Báltico ao longo das costas da Letónia, da Lituânia e da Polónia

BC6

8 — 12 Mesoalina média

8 — 12

Abrigadas

< 90

Sítios ao longo do mar Báltico ocidental na costa sul da Suécia e na costa sudeste da Dinamarca

BC7

6 — 8 Mesoalina média

8 — 11

Exposta

< 90

Costa ocidental polaca e costa oriental alemã

BC8

13 — 18 Mesoalina alta

18 — 23

Abrigadas

< 90

Costas da Dinamarca e da Alemanha no mar Báltico ocidental

BC9

3 — 6 Mesoalina baixa

3 — 6

Moderadamente expostas a expostas

90 — 150

Sítios no ocidente do golfo da Finlândia, mar do Arquipélago e arquipélago de Asko (apenas para o fitoplâncton)

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipo BC1:

Finlândia, Suécia

Tipo BC2:

Alemanha

Tipo BC3:

Estónia, Finlândia

Tipo BC4:

Estónia, Letónia

Tipo BC5:

Letónia, Lituânia

Tipo BC6:

Suécia, Dinamarca

Tipo BC7:

Alemanha, Polónia

Tipo BC8:

Alemanha, Dinamarca

Tipo BC9:

Finlândia, Suécia, Estónia (tipo relevante unicamente para o fitoplâncton)

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR BÁLTICO

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

BC7

Alemanha

Método alemão de avaliação do fitoplâncton costeiro

0,8

0,6

Polónia

Método polaco de avaliação do fitoplâncton costeiro

0,8

0,6

BC8

Dinamarca

Método dinamarquês de avaliação do fitoplâncton costeiro

0,8

0,6

Alemanha

Método alemão de avaliação do fitoplâncton costeiro

0,8

0,6

Resultados para o parâmetro indicador da biomassa (clorofila-a):

País e tipo

Rácios de qualidade ecológica

Valores (μg/l)

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

BC1

Finlândia (exterior do estreito de Quark)

0,76

0,59

1,7

2,2

Finlândia (exterior do mar de Bótnia)

0,78

0,60

1,6

2,1

Suécia (exterior do estreito de Quark)

0,75

0,58

1,6

2,1

Suécia (exterior do mar de Bótnia)

0,80

0,60

1,5

2,0

BC4

Estónia

0,830

0,670

2,4

3,0

Letónia

0,82

0,67

2,2

2,7

BC5

Letónia

0,650

0,390

1,85

3,1

Lituânia

0,880

0,600

2,5

4,9

BC6

Dinamarca

0,78

0,62

1,36

1,72

Suécia

0,79

0,64

1,44

1,78

BC9

Estónia

0,82

0,67

2,20

2,70

Finlândia

0,79

0,65

1,90

2,30

Suécia

0,80

0,67

1,50

1,80

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR BÁLTICO

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

BC3

Estónia

EPI — índice estónio de fitobentos de águas costeiras (macroalgas e angiospérmicas)

0,98

0,86

Finlândia

Limite de profundidade de fucus (macroalgas)

0,92

0,79

BC4

Estónia

EPI — índice estónio de fitobentos (macroalgas e angiospérmicas)

0,91

0,70

Letónia

PEQI — índice de qualidade ecológica de fitobentos

0,90

0,75

BC5

Letónia

MDFLD — profundidade máxima de distribuição da alga vermelha Furcellaria lumbricalis (macroalgas)

0,90

0,75

Lituânia

MDFLD — profundidade máxima de distribuição da alga vermelha Furcellaria lumbricalis (macroalgas) na Lituânia

0,84

0,68

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR BÁLTICO

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

BC1

Finlândia

BBI — índice bentónico finlandês de águas salobras

0,96

0,56

Suécia

BQI — índice multimétrico sueco de qualidade biológica (fauna dos sedimentos moles)

0,77

0,31

BC3

Estónia

ZKI — índice estónio de comunidades macrozoobentónicas em águas costeiras

0,39

0,24

Finlândia

BBI — índice bentónico finlandês de águas salobras

0,94

0,56

BC5

Letónia

BQI — índice de qualidade bentónica

0,87

0,61

Lituânia

BQI — índice lituano de qualidade bentónica

0,94

0,81

BC6

Dinamarca

DKI ver2 — índice dinamarquês da qualidade (versão 2)

0,84

0,68

Suécia

BQI — índice multimétrico sueco de qualidade biológica (fauna dos sedimentos moles)

0,76

0,27

BC7

Alemanha

MarBIT — instrumento de indexação biótica marinha

0,60

Polónia

Índice multimétrico de avaliação de macrozoobentos bálticos como elementos de qualidade biológica

0,58

BC8

Dinamarca

DKI ver2 — índice dinamarquês da qualidade (versão 2)

0,86

0,72

Alemanha

MarBIT — instrumento de indexação biótica marinha

0,80

0,60

Categoria das águas

Águas costeiras

Grupo de intercalibração geográfico

Atlântico Nordeste

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização

Salinidade (psu)

Amplitude da maré (m)

Profundidade (m)

Velocidade da corrente (nós); Exposição

Mistura

Tempo de residência

Tipo relativo à proliferação de macroalgas oportunistas, prados marinhos, vegetação de sapais e invertebrados bentónicos

NEA 1/26

Oceânicas abertas ou de mares confinados, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas

< 30

Mesomareal 1-5

< 30

Média 1-3

Expostas ou abrigadas

Mistura completa

Dias (a semanas, no mar Frísio)

Subtipos relativos a macroalgas de zonas intermareais

NEA 1/26 A2

Oceânicas abertas, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas, águas temperadas (sobretudo > 13oC) e irradiância elevada (sobretudo PAR > 29 mol/m2/dia)

> 30

Mesomareal 1-5

< 30

Média 1-3

Expostas ou abrigadas

Mistura completa Dias

NEA 1/26 B21

Oceânicas abertas ou de mares confinados, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas Águas frias (sobretudo < 13oC) e irradiância média (sobretudo PAR < 29 mol/m2/dia)

> 30 Principalmente mesomareal 1-5 < 30

Média 1-3 Expostas ou abrigadas

Mistura completa Dias

Subtipos relativos a fitoplâncton

NEA 1/26a

Oceânicas abertas, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas

> 30 Mesomareal 1-5 < 30

Média 1-3 Expostas ou abrigadas

Mistura completa Dias

NEA 1/26b

Mares confinados, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas

> 30 Mesomareal 1-5 < 30

Média 1-3 Expostas ou abrigadas

Mistura completa Dias

NEA 1/26c

Mares confinados, confinadas ou abrigadas, parcialmente estratificadas

> 30 Micromareal/Mesomareal < 1-5 < 30

Média 1-3 Expostas ou abrigadas

Parcialmente estratificadas Dias a semanas

NEA 1/26d

Costa escandinava, expostas ou abrigadas, pouco profundas

> 30 Micromareal < 1 < 30

Baixa < 1 Expostas ou moderadamente expostas

Parcialmente estratificadas Dias a semanas

NEA 1/26e

Zonas de afloramento, expostas ou abrigadas, eualinas, pouco profundas

> 30 Mesomareal < 1 < 30

Média 1-3 Expostas ou abrigadas

Mistura completa Dias

Tipos relativos a fitoplâncton, macroalgas, prados marinhos, vegetação de sapais e invertebrados bentónicos

NEA 5

Helgolândia (baía germânica), rochosas, expostas e parcialmente estratificadas

> 30

Mesomareal

< 30

Média 1-3 Exposta

Parcialmente estratificadas Dias

NEA ¾

Polialinas, expostas ou moderadamente expostas (tipo mar Frísio)

Polialina 18-30 Mesomareal 1-5 < 30

Média 1-3 Expostas ou moderadamente expostas

Mistura completa Dias

NEA 7

Sistemas profundos de fiordes e lagoas costeiras

> 30 Mesomareal 1-5 > 30

Baixa < 1 Abrigadas

Mistura completa Dias

NEA 8a

Tipo do arco interior do estreito de Escagerraque, polialinas, micromareais, moderadamente expostas, pouco profundas

Polialina 25-30 Micromareal < 1 > 30

Baixa < 1 Moderadamente expostas

Mistura completa Dias a semanas

NEA 8b

Tipo do arco interior do estreito de Escagerraque, polialinas, micromareais, moderadamente abrigadas, pouco profundas

Polialina 10-30 Micromareal < 1 < 30

Baixa < 1 Abrigadas a moderadamente expostas

Parcialmente estratificadas Dias a semanas

NEA 9

Fiordes com soleira de baixa profundidade na foz e profundidade máxima muito grande na bacia central, fraca renovação das águas profundas

Polialina 25-30 Micromareal < 1 > 30

Baixa < 1 Abrigadas

Parcialmente estratificadas Semanas

NEA 10

Tipo do arco exterior do estreito de Escagerraque, polialinas, micromareais, expostas, profundas

Polialina 25-30 Micromareal < 1 > 30

Baixa < 1 Exposta

Parcialmente estratificadas Dias

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipo NEA1/26 — proliferação de macroalgas oportunistas, prados marinhos, vegetação de sapais e invertebrados bentónicos Bélgica, França, Alemanha, Dinamarca, Irlanda, Países Baixos, Noruega, Portugal, Espanha, Reino Unido

Tipo NEA1/26 A2: macroalgas de zonas intermareais: França, Espanha, Portugal

Tipo NEA1/26 B21: macroalgas de zonas intermareais: França, Irlanda, Noruega, Reino Unido

Tipo NEA1/26a – fitoplâncton: Espanha, França, Irlanda, Noruega, Reino Unido

Tipo NEA1/26b – fitoplâncton: Bélgica, França, Países Baixos, Reino Unido

Tipo NEA1/26c – fitoplâncton: Alemanha, Dinamarca

Tipo NEA1/26d – fitoplâncton: Dinamarca

Tipo NEA1/26e – fitoplâncton: Portugal, Espanha

Tipo NEA3/5: Alemanha

Tipo NEA3/4: Alemanha, Países Baixos

Tipo NEA7: Noruega, Reino Unido

Tipo NEA8a: Noruega, Suécia

Tipo NEA8b: Dinamarca, Suécia

Tipo NEA9: Noruega, Suécia

Tipo NEA10: Noruega, Suécia

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Fitoplâncton:

parâmetro indicador da biomassa (clorofila-a)

Resultados:

rácios de qualidade ecológica e valores dos parâmetros

Os valores dos parâmetros são expressos em μg/l, referindo-se ao 90.o percentil calculado ao longo do período de crescimento definido, durante um período de seis anos.

País e tipo

Rácios de qualidade ecológica

Valores (μg/l)

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

NEA 1/26a

França

0,76

0,33

4,40

10,00

Irlanda

0,82

0,60

9,90

15,00

Noruega

0,67

0,33

2,50

5,00

Espanha (costa cantábrica oriental)

0,67

0,33

1,50

3,00

Espanha (costa cantábrica ocidental-central)

0,67

0,33

3,00

6,00

Espanha (costa do golfo de Cádis)

0,67

0,33

5,00

10,00

Reino Unido

0,80

0,60

5,00

10,00

NEA 1/26b

Bélgica

0,80

0,67

12,50

15,00

França

0,67

0,44

10,00

15,00

Países Baixos

0,67

0,44

10,00

15,00

Reino Unido (sul)

0,82

0,63

9,80

14,30

Reino Unido (norte)

0,80

0,60

10,00

15,00

NEA 1/26c

 

 

 

 

Alemanha

0,67

0,44

5,0

7,5

Dinamarca

0,67

0,44

5,0

7,5

NEA 1/26e

Portugal (afloramento ibérico forte — A5)

0,670

0,440

8,000

12,000

Portugal (afloramento — A6, A7)

0,880

0,490

4,500

8,200

Espanha (afloramento da costa ibérica ocidental)

0,67

0,44

6,00

9,00

Espanha (afloramento da costa ibérica ocidental — rias)

0,67

0,44

8,00

12,00

NEA ¾

Alemanha (região Ems Dollart)

0,80

0,60

7,00

11,00

Alemanha (mar Frísio)

0,80

0,60

7,00

11,00

Países Baixos (região Ems Dollart)

0,80

0,60

6,75

10,13

Países Baixos (mar Frísio)

0,80

0,60

9,60

14,40

Países Baixos (mar do Norte)

0,80

0,60

11,25

16,88

NEA 8a

Noruega

0,79

0,57

3,95

5,53

Suécia

0,75

0,49

1,54

2,35

NEA 8b (estreito de Øresund)

Dinamarca

0,79

0,59

1,22

1,63

Suécia

0,80

0,60

1,18

1,56

NEA 8b (estreitos de Categate e do Grande Belt)

Dinamarca

0,83

0,64

1,22

1,58

Suécia

0,84

0,65

1,18

1,52

NEA 9

Noruega

0,76

0,43

3,92

6,90

Suécia

0,73

0,38

1,89

3,60

NEA 10

Noruega

0,73

0,49

3,53

5,26

Suécia

0,71

0,46

1,39

2,14

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Macroalgas

Macroalgas de zonas intermareais ou submareais em fundo rochoso

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo NEA1/26 A2: macroalgas de zonas intermareais:

França

CCO — cobertura, espécies características, espécies oportunistas em fundos rochosos de zonas intermareais

0,80

0,60

Portugal

PMarMAT — instrumento português de avaliação das macroalgas marinhas

0,80

0,61

Espanha

CFR — qualidade dos fundos rochosos

0,81

0,60

Espanha

RICQI — índice de qualidade das comunidades de fundos rochosos de zonas intermareais

0,82

0,60

Espanha

RSL — lista reduzida de espécies

0,75

0,48

Tipo NEA1/26 B21: macroalgas de zonas intermareais:

Irlanda

RSL — lista reduzida de espécies de costas rochosas

0,80

0,60

Noruega

RSLA — lista reduzida de espécies de costas rochosas (com indicador de abundância)

0,80

0,60

Reino Unido

RSL — lista reduzida de espécies de costas rochosas

0,80

0,60

Tipo NEA7: macroalgas de zonas intermareais

 

Noruega

RSLA — lista reduzida de espécies de costas rochosas (com indicador de abundância)

0,80

0,60

Reino Unido

RSL — lista reduzida de espécies de costas rochosas

0,80

0,60

Tipo NEA8a/9/10: macroalgas submareais

Noruega

MSMDI — índice de profundidade máxima multiespécies

0,80

0,60

Suécia

MSMDI — índice de profundidade máxima multiespécies

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Macroalgas

Proliferação de macroalgas em zonas intermareais de fundos suaves, com indicador de abundância

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo NEA 1/26

Alemanha

OMAI — cobertura/superfície de macroalgas oportunistas em sedimentos moles de zonas intermareais de águas costeiras

0,78

0,59

França

CWOGA — avaliação da proliferação de macroalgas

0,825

0,617

Irlanda

Instrumento OGA — abundância de macroalgas oportunistas verdes

0,80

0,60

Reino Unido

OMBT — instrumento de avaliação da proliferação de macroalgas oportunistas

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Angiospérmicas

Prados marinhos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo NEA 1/26

Alemanha

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais em águas costeiras e de transição

0,80

0,60

França

SBQ — qualidade dos leitos de prados marinhos em massas de água costeiras e de transição

0,80

0,645

Irlanda

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais

0,80

0,61

Países Baixos

Monitorização de leitos de prados marinhos por massa de água, utilizando fotografia aérea e a realidade de terreno e especificando a superfície e a densidade por espécie

0,80

0,60

Portugal

BQI — índice de qualidade dos prados marinhos

0,80

0,60

Reino Unido

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais

0,80

0,61

Tipo NEA 3/4

Alemanha

SG — Bewertungssystem für Makroalgen und Seegräser der Küsten- und Übergangsgewässer zur Umsetzung der EG-Wasserrahmenrichtlinie in Deutschland

0,80

0,60

Países Baixos

Monitorização de leitos de prados marinhos por massa de água, utilizando fotografia aérea e a realidade de terreno e especificando a superfície e a densidade por espécie

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo NEA 1/26

Bélgica

BEQI — índice de qualidade do ecossistema bentónico

0,80

0,60

Dinamarca

Índice dinamarquês da qualidade (DKI)

0,80

0,60

Alemanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,85

0,70

França

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,77

0,53

Irlanda

IQI — índice de qualidade da fauna aquática

0,75

0,64

Países Baixos

BEQI2 — índice de qualidade do ecossistema bentónico (versão 2)

0,80

0,60

Noruega

NQI — índice norueguês da qualidade

0,72

0,63

Portugal

BAT — instrumento de avaliação bentónica

0,79

0,58

Espanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,77

0,63

Reino Unido

IQI — índice de qualidade da fauna aquática

0,75

0,64

Tipo NEA 3/4

Alemanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,85

0,70

Países Baixos

BEQI2 — índice de qualidade do ecossistema bentónico (versão 2)

0,80

0,60

Tipo NEA 7

Noruega

NQI — índice norueguês da qualidade

0,72

0,63

Reino Unido

IQI — índice de qualidade da fauna aquática

0,75

0,64

Tipo NEA 8b

Dinamarca

DKI — índice dinamarquês da qualidade

0,84

0,68

Suécia

BQI — índice multimétrico sueco de qualidade biológica (fauna dos sedimentos moles)

0,71

0,54

Tipo NEA 8a/9/10

Noruega

NQI — índice norueguês da qualidade

0,82

0,63

Suécia

BQI — índice multimétrico sueco de qualidade biológica (fauna dos sedimentos moles)

0,71

0,54

Categoria das águas

Águas costeiras

Grupo de intercalibração geográfico

Mar Mediterrâneo

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração (relativos apenas ao fitoplâncton)

Em relação aos invertebrados bentónicos, às macroalgas e aos prados marinhos, os resultados de intercalibração são aplicáveis a todo o mar Mediterrâneo abrangido pelos sistemas nacionais

Tipo

Descrição

Densidade (kg/m3)

Salinidade média anual (psu)

Tipo I

Elevada influência de entradas de água doce

< 25

< 34,5

Tipo IIA, IIA Adriático

Influência moderada de entradas de água doce (influência continental)

25 — 27

34,5  — 37,5

Tipo IIIW

Costa continental, sem influência de entradas de água doce (bacia ocidental)

> 27

> 37,5

Tipo IIIE

Sem influência de entradas de água doce (bacia oriental)

> 27

> 37,5

Tipo Ilha-W*

Costa insular (bacia ocidental)

Toda a gama

Toda a gama

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Tipo I:

França, Itália

Tipo IIA:

França, Espanha, Itália

Tipo IIA Adriático:

Itália, Eslovénia

Tipo Ilha-W*  (este tipo não tem fronteiras definidas e a intercalibração não é possível, devido a razões devidamente justificadas):

França, Espanha, Itália

Tipo IIIW:

França, Espanha, Itália

Tipo IIIE:

Grécia, Chipre

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Fitoplâncton:

parâmetro indicador da biomassa (clorofila-a)

Resultados:

rácios de qualidade ecológica e valores dos parâmetros

Os valores dos parâmetros são expressos em μg/l de clorofila-a, referindo-se ao 90.o percentil calculado ao longo do ano, durante um período de, pelo menos, cinco anos.

País e tipo

Rácios de qualidade ecológica

Valores (μg/l)

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Tipo IIA

França

0,67

0,37

1,92

3,50

Espanha

0,67

0,37

1,92

3,50

Tipo IIA Adriático

Croácia

0,82

0,61

1,70

4,00

Itália

0,82

0,61

1,70

4,00

Eslovénia

0,82

0,61

1,70

4,00

Tipo IIIW

França

0,67

0,42

1,18

1,89

Espanha

0,67

0,42

1,18

1,89

Tipo IIIE

Chipre

0,66

0,37

0,29

0,53

Grécia

0,66

0,37

0,29

0,53

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Macroalgas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Os resultados a seguir apresentados são aplicáveis à zona infralitoral superior (profundidade entre 3,5 m e 0,2 m) de costas rochosas:

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Chipre

EEI-c — índice de avaliação ecológica

0,76

0,48

França

CARLIT — cartografia das comunidades litorais e sublitorais superiores de costas rochosas

0,75

0,60

Grécia

EEI-c — índice de avaliação ecológica

0,76

0,48

Croácia

CARLIT — cartografia das comunidades litorais e sublitorais superiores de costas rochosas

0,75

0,60

Itália

CARLIT — cartografia das comunidades litorais e sublitorais superiores de costas rochosas

0,75

0,60

Malta

CARLIT — cartografia das comunidades litorais e sublitorais superiores de costas rochosas

0,75

0,60

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja obalnega morja na podlagi makroalg

0,76

0,48

Espanha

CARLIT — cartografia das comunidades litorais e sublitorais superiores de costas rochosas

0,75

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Angiospérmicas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Croácia

POMI — índice multivariado de Posidonia oceanica

0,775

0,55

Chipre

PREI — índice rápido simples de Posidonia oceanica

0,775

0,55

França

PREI — índice rápido simples de Posidonia oceanica

0,775

0,55

Itália

PREI — índice rápido simples de Posidonia oceanica

0,775

0,55

Malta

PREI — índice rápido simples de Posidonia oceanica

0,775

0,55

Espanha

POMI — índice multivariado de Posidonia oceanica

0,775

0,55

Espanha

Sistema valenciano de classificação

0,775

0,55

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Elemento de qualidade biológica

 

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Itália

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,81

0,61

Eslovénia

Metodologija vrednotenja ekološkega stanja obalnega morja na podlagi bentoških nevretenčarjev

0,83

0,62

Chipre

Bentix

0,75

0,58

França

AMBI

0,83

0,58

Grécia

Bentix

0,75

0,58

Espanha

BOPA

0,95

0,54

Espanha

MEDOCC

0,73

0,47

Categoria das águas

Águas costeiras

Grupo de intercalibração geográfico

Mar Negro

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Descrição

CW-BL1

Mesoalinas, micromareais (< 1 m), pouco profundas (< 30 m), moderadamente expostas a muito expostas, substratos mistos (areias finas para zoobentos)

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração: Bulgária e Roménia

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR NEGRO

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

IBI

0,80

0,63

Roménia

IBI

0,80

0,63

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR NEGRO

Elemento de qualidade biológica

Macroalgas e angiospérmicas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

EI — índice ecológico

0,837

0,644

Roménia

EI — índice ecológico

0,837

0,644

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR NEGRO

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bulgária

M-AMBI(n) — índice biótico marinho multivariado normalizado, elaborado pela AZTI

0,90

0,68

Roménia

M-AMBI(n) — índice biótico marinho multivariado normalizado, elaborado pela AZTI

0,90

0,68

Categoria das águas

Águas de transição

Grupo de intercalibração geográfico

Grupo de intercalibração geográfico do mar Báltico

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Salinidade da superfície (psu)

Salinidade do fundo (psu)

Exposição

Dias de gelo

Outras características

BT1

0 — 8 Oligoalina

0 — 8

Muito abrigadas

Lagoa do Vístula (Polónia) e lagoa de Curónia (Lituânia)

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Lituânia, Polónia

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MAR BÁLTICO

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados para o parâmetro indicador da biomassa (clorofila-a):

Os resultados a seguir apresentados referem-se à média do período estival, de maio/junho a setembro.

País

Rácios de qualidade ecológica

Valores (μg/l)

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Lituânia

0,83

0,57

31,70

46,60

Polónia

0,77

0,61

33,46

42,20

Categoria das águas

Águas de transição

Grupo de intercalibração geográfico

Atlântico Nordeste

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo

Caracterização

Salinidade (psu),

Amplitude da maré (m), Profundidade (m)

Velocidade da corrente (nós), Exposição

Mistura

Tempo de residência

NEA 11

Águas de transição

0 — 35 Micromareais a macromareais < 30

Variável Abrigadas ou moderadamente expostas

Parcial ou permanentemente estratificadas Dias a semanas

Países que partilham os tipos de águas que foram objeto de intercalibração:

Bélgica, Alemanha, França, Irlanda, Países Baixos, Portugal, Espanha, Reino Unido

Descrição de subtipos comuns de intercalibração que usam invertebrados bentónicos como elemento de qualidade biológica

Subtipo

Caracterização

Estados-Membros que partilham o subtipo

A

Lagunas

Irlanda, Espanha, Reino Unido

B

Água doce oligoalina, caudal fluvial médio

Irlanda, Espanha, Reino Unido

C

Estuário mesomareal com caudal fluvial irregular

Portugal, Espanha

D

Grandes estuários

Alemanha, Irlanda, Países Baixos, Portugal, Espanha, Reino Unido

E

Estuário pequeno/médio com mais de 50 % de área intermareal

Irlanda, Alemanha, Espanha, Reino Unido

F

Estuário pequeno/médio com menos de 50 % de área intermareal

Irlanda, Portugal, Espanha, Reino Unido

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Fitoplâncton

Fitoplâncton:

parâmetro indicador da biomassa (clorofila-a)

Resultados:

rácios de qualidade ecológica e valores dos parâmetros

Os valores dos parâmetros são expressos em μg/l e correspondem à métrica nacional de clorofila-a calculada durante um período de seis anos. As métricas nacionais da França, Países Baixos, Portugal e Espanha usam habitualmente uma medida do 90.o percentil de clorofila-a com limites de salinidade ajustados, a Irlanda usa uma combinação do 90.o percentil de clorofila-a e valores medianos, e o Reino Unido usa uma métrica baseada na contagem de excedentes de medidas estatísticas. No caso do Reino Unido, os valores do 90.o percentil foram calculados apenas para efeitos de intercalibração.

País

Rácios de qualidade ecológica

Valores (μg/l)

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

França

0,67

0,397

5,33

8,88

Irlanda

0,80

0,60

12,96

25,96

Países Baixos

0,80

0,60

12,00

18,00

Portugal (norte)

0,667

0,467

10,000

14,288

Espanha (estuários cantábricos centrais e galegos — zona de mistura (*6))

0,67

0,44

8,00

12,00

Espanha (estuários cantábricos centrais e galegos — eualinos (*6))

0,67

0,33

4,00

8,00

Espanha (estuários cantábricos orientais — eualinos (*6))

0,67

0,33

1,95

3,90

Espanha (estuários cantábricos orientais — polialinos (*6))

0,67

0,33

3,30

6,60

Espanha (estuários cantábricos orientais — mesoalinos (*6))

0,67

0,33

5,10

10,20

Espanha (estuários cantábricos orientais — oligoalinos (*6))

0,67

0,33

6,60

13,20

Espanha (estuários do golfo de Cádis — zona de mistura (*6))

0,67

0,33

3,75

7,50

Espanha (estuários do golfo de Cádis — eualinos (*6))

0,67

0,33

3,00

6,00

Reino Unido

0,80

0,60

10,00

15,00

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Macroalgas

Proliferação de macroalgas em zonas intermareais de fundos suaves, com indicador de abundância

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

França

TWOGA — avaliação da proliferação de macroalgas

0,80

0,60

Irlanda

Instrumento OGA — abundância de macroalgas oportunistas verdes

0,80

0,60

Reino Unido

OMBT — instrumento de avaliação da proliferação de macroalgas oportunistas

0,80

0,60

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Angiospérmicas

Prados marinhos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Alemanha

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais em águas costeiras e de transição

0,80

0,60

França

SBQ — qualidade dos leitos de prados marinhos em massas de água costeiras e de transição

0,80

0,645

Irlanda

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais

0,80

0,61

Países Baixos

Monitorização de leitos de prados marinhos por massa de água, utilizando fotografia aérea e a realidade de terreno e especificando a superfície e a densidade por espécie

0,80

0,60

Portugal

BQI — índice de qualidade dos prados marinhos

0,800

0,600

Reino Unido

Instrumento de avaliação de prados marinhos de zonas intermareais

0,80

0,61

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Macroalgas e angiospérmicas

Subelemento de qualidade biológica

Angiospérmicas

Vegetação de sapais

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Espanha (Cantábria)

AQI — índice da qualidade das angiospérmicas

0,88

0,73

Portugal

AQuA — índice de avaliação da qualidade das angiospérmicas

0,800

0,600

Reino Unido

SM — instrumento de avaliação da vegetação de sapais do Reino Unido

0,800

0,600

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Subtipo D

Alemanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,850

0,700

Países Baixos

BEQI2 — índice de qualidade do ecossistema bentónico (versão 2)

0,800

0,600

Espanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,770

0,530

Portugal

BAT — instrumento de avaliação bentónica

0,838

0,582

Subtipo E

Espanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,770

0,530

Espanha

QSB — qualidade dos fundos suaves

0,800

0,600

Subtipo F

Espanha

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,770

0,530

Portugal

BAT — instrumento de avaliação bentónica

0,806

0,580

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO ATLÂNTICO NORDESTE

Elemento de qualidade biológica:

Ictiofauna

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica

EBI — índice biótico do estuário do Escalda

0,850

0,615

França

ELFI — índice da ictiofauna de lagoas e estuários

0,910

0,675

Alemanha

FAT — TW — Fischbasiertes Bewertungswerkzeug für Übergangsgewässer der norddeutschen Ästuare

0,840

0,620

Irlanda

TFCI — índice de classificação da ictiofauna em águas de transição

0,810

0,580

Irlanda

EMFI — índice multimétrico da ictiofauna de estuários

0,920

0,650

Países Baixos

FAT — TW — índice da ictiofauna de águas de transição, tipo O2, em conformidade com a DQA

0,800

0,600

Portugal

EFAI — índice multimétrico de avaliação da ictiofauna de estuários

0,865

0,700

Espanha

AFI — índice da ictiofauna elaborado pela AZTI

0,780

0,550

Espanha

TFCI — índice de classificação da ictiofauna em águas de transição

0,900

0,650

Reino Unido

TFCI — índice de classificação da ictiofauna em águas de transição

0,810

0,580

Reino Unido

EMFI — índice multimétrico da ictiofauna de estuários

0,920

0,650

Categoria das águas

Águas de transição

Grupo de intercalibração geográfico

Mar Mediterrâneo

Descrição dos tipos que foram objeto de intercalibração

Tipo comum de intercalibração

Características do tipo

Estados-Membros que partilham o tipo comum de intercalibração

Lagunas costeiras oligoalinas

Lagunas costeiras (salinidade: < 5 psu)

Espanha, França, Itália

Lagunas costeiras mesoalinas, sufocadas e restritas

Lagunas costeiras (salinidade: 5-18 psu)

Espanha (*7), França (*7), Itália, Grécia

Lagunas costeiras polialinas, sufocadas e restritas

Lagunas costeiras (salinidade: 18-40 psu)

Espanha (*7), França (*7), Itália, Grécia

Hiperalinas (salinidade: > 40 psu)

Hiperalinas (salinidade: > 40 psu)

Espanha

Estuários

Estuários de cunha salina

Espanha, Croácia

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica:

Fitoplâncton

Fitoplâncton:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Lagunas costeiras polialinas sufocadas

França

PhIL — índice de fitoplâncton para lagunas mediterrânicas polialinas

0,710

0,390

Grécia

MPI — índice multimétrico irlandês de fitoplâncton

0,780

0,510

Itália

MPI — índice multimétrico irlandês de fitoplâncton

0,780

0,510

Lagunas costeiras polialinas restritas

França

PhIL — índice de fitoplâncton para lagunas mediterrânicas polialinas

0,710

0,390

Grécia

MPI — índice multimétrico irlandês de fitoplâncton

0,820

0,540

Itália

MPI — índice multimétrico irlandês de fitoplâncton

0,820

0,540

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica:

Macroalgas e angiospérmicas

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

França

Exclame

0,8

0,6

Grécia

EEI-c — índice de avaliação ecológica

0,7

0,4

Itália

MaQI — índice da qualidade das macrófitas

0,8

0,6

RESULTADOS DO GRUPO DE INTERCALIBRAÇÃO GEOGRÁFICO DO MEDITERRÂNEO

Elemento de qualidade biológica:

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

País e tipo

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Lagunas costeiras polialinas restritas

França

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,84

0,63

Itália

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,96

0,71

Grécia

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,83

0,62

Lagunas costeiras mesoalinas, sufocadas e restritas

Itália

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,71

Grécia

M-AMBI — índice biótico marinho multivariado, elaborado pela AZTI

0,62

-- PARTE 2 --

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Ictiofauna fluvial intergrupos de calibração geográficos

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais

Grupo mediterrânico

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Itália

Índice NISECI — novo índice do estado ecológico de comunidades ícticas

0,80

0,60

Bulgária

TsBRI — índice de ictiofauna de tipo específico da Bulgária

0,860

0,650

Categoria das águas

Rios

Grupo de intercalibração geográfico

Rios muito grandes intergrupos de intercalibração geográficos

Elemento de qualidade biológica

Macrófitas e fitobentos

Subelemento de qualidade biológica

Fitobentos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais objeto de intercalibração — tipo R-L2

País

Sistemas de classificação nacionais objeto de intercalibração

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Bélgica (Flandres)

Índice PISIAD — proporções de diatomáceas sensíveis aos impactos e associadas aos impactos

0,80

0,60

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos alpinos

Elemento de qualidade biológica

Invertebrados bentónicos

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais

País

Sistemas de classificação nacionais

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

Itália

BQIES — número de espécies esperadas no índice da qualidade bentónica

0,88

0,76

Elemento de qualidade biológica

Ictiofauna

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais

País

Sistemas de classificação nacionais

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

França

ELFI — índice europeu de ictiofauna lacustre: IIL — Indice Ichtyofaune Lacustre

0,73

0,49

Categoria das águas

Lagos

Grupo de intercalibração geográfico

Lagos centrais/bálticos

Elemento de qualidade biológica

Fitoplâncton

Resultados:

rácios de qualidade ecológica dos métodos de classificação nacionais

País

Métodos de classificação nacionais

Rácios de qualidade ecológica

Fronteira «Estado excelente» — «Estado bom»

Fronteira «Estado bom» — «Estado razoável»

França