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[pic] | COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS |
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[pic] | COMISIÓN DE LAS COMUNIDADES EUROPEAS |
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Bruxelas, 1.12.2008
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Bruselas, 1.12.2008
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COM(2008) 804 final
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COM(2008) 804 final
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COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES
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COMUNICACIÓN DE LA COMISIÓN AL PARLAMENTO EUROPEO, AL CONSEJO, AL COMITÉ ECONÓMICO Y SOCIAL EUROPEO Y AL COMITÉ DE LAS REGIONES
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"Para uma sociedade da informação acessível"
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«Hacia una sociedad de la información accesible»
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COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES
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COMUNICACIÓN DE LA COMISIÓN AL PARLAMENTO EUROPEO, AL CONSEJO, AL COMITÉ ECONÓMICO Y SOCIAL EUROPEO Y AL COMITÉ DE LAS REGIONES
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"Para uma sociedade da informação acessível"
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«Hacia una sociedad de la información accesible»
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[SEC(2008) 2915]
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[SEC(2008) 2915]
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[SEC(2008) 2916]
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[SEC(2008) 2916]
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1. RESUMO EXECUTIVO
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1. RESUMEN
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À medida que a nossa sociedade evolui para uma "sociedade da informação", estamos a tornar-nos intrinsecamente mais dependentes, na nossa vida quotidiana, de produtos e serviços baseados na tecnologia. No entanto, a fraca acessibilidade das tecnologias da informação (ou acessibilidade electrónica) continua a impedir muitos europeus deficientes de acederem aos benefícios da dita sociedade da informação.
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A medida que nuestra sociedad evoluciona hacia una «sociedad de la información», va en aumento necesariamente nuestra dependencia, en la vida cotidiana, de los productos y servicios basados en la tecnología. Sin embargo, la escasa accesibilidad electrónica sigue impidiendo que muchos europeos con discapacidad disfruten de las ventajas de la sociedad de la información.
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Esta questão da acessibilidade electrónica tem ganho nos últimos anos grande visibilidade e atenção políticas. Em 2006, na "Declaração de Riga", os ministros europeus acordaram em certos objectivos tendo em vista a realização de progressos significativos até 2010. Em 2007, uma avaliação comparativa mostrou que o ritmo dos progressos era ainda insuficiente e que eram necessários mais esforços para atingir os objectivos de Riga. A acessibilidade da Web, especialmente a acessibilidade dos sítios Web das administrações públicas, emergiu como grande prioridade devido à importância crescente da Internet na vida de todos os dias.
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Esta cuestión de la accesibilidad electrónica ha sido objeto en los últimos años de gran atención y ha estado muy presente en las políticas. En 2006, los ministros europeos concertaron unos objetivos, plasmados en su «Declaración de Riga», a fin de conseguir progresos importantes para 2010. En 2007, una evaluación comparativa demostró que todavía no se avanzaba a un ritmo suficiente y que sería necesario redoblar los esfuerzos para alcanzar los objetivos de Riga. La accesibilidad web, especialmente en el caso de las páginas web de la administración pública, se ha erigido en una de las principales prioridades, dada la importancia creciente de Internet en la vida cotidiana.
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A Comissão considera ser agora urgente estabelecer uma abordagem comum mais coerente e eficaz para a acessibilidade electrónica, e em particular para a acessibilidade da Web , para acelerar o advento de uma sociedade da informação acessível, como anunciado na Agenda Social renovada[1]. Através da presente comunicação, a Comissão faz o ponto da situação, estabelece os fundamentos para uma acção europeia e apresenta as principais medidas a tomar.
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La Comisión considera urgente en este momento elaborar un enfoque más coherente, común y eficaz en materia de accesibilidad electrónica, y en particular de accesibilidad web , para acelerar el advenimiento de una sociedad de la información accesible, según lo anunciado en la Agenda Social Renovada[1]. En la presente Comunicación, la Comisión describe la situación actual, justifica la actuación europea y expone los pasos más importantes que conviene dar.
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Para estabelecer uma abordagem comum e coerente da acessibilidade electrónica :
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Para construir un enfoque común y coherente en materia de accesibilidad electrónica :
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- Os organismos europeus de normalização (OEN) devem intensificar as suas actividades de normalização no domínio da acessibilidade electrónica para reduzir a fragmentação do mercado e facilitar a adopção de produtos e serviços baseados nas TIC.
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- Las organizaciones europeas de normalización deben llevar a cabo unas actividades más amplias de normalización de la accesibilidad electrónica para reducir la fragmentación del mercado y facilitar la adopción creciente de los bienes y servicios que las TIC hacen posibles.
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- Os Estados-Membros, as partes interessadas e a Comissão devem estimular o aumento da inovação e da implantação de produtos e serviços no domínio da acessibilidade electrónica, designadamente através da utilização dos programas de investigação e inovação comunitários e dos fundos estruturais.
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- Los Estados miembros, las partes interesadas y la Comisión deben estimular la intensificación de la innovación y el despliegue en relación con la accesibilidad electrónica, en particular mediante el uso de los programas de investigación e innovación de la UE y de los Fondos Estructurales.
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- Todas as partes interessadas devem tirar pleno partido das possibilidades oferecidas pela legislação comunitária actual para tratarem da questão da acessibilidade electrónica. A Comissão incluirá requisitos adequados em matéria de acessibilidade electrónica nas revisões da legislação ou nas novas propostas legislativas.
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- Todas las partes interesadas deben aprovechar al máximo las oportunidades de abordar la accesibilidad electrónica que ofrece la legislación actual de la UE. La Comisión incluirá los requisitos sobre accesibilidad electrónica adecuados en la legislación nueva o que se revise.
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- A Comissão encorajará as actividades de cooperação entre as partes interessadas para aumentar a coerência, a coordenação e o impacto das acções. Designadamente, um novo grupo ad hoc de alto nível será mandatado para fornecer orientações sobre a abordagem geral coerente a adoptar para a acessibilidade electrónica (incluindo a acessibilidade da Web) e propor acções prioritárias para eliminar os obstáculos à acessibilidade electrónica.
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- La Comisión impulsará las actividades de cooperación entre las partes interesadas a fin de reforzar la coherencia, coordinación y repercusión de las acciones. En particular, un nuevo grupo especial de alto nivel estará encargado de elaborar orientaciones sobre el enfoque coherente global aplicable a la accesibilidad electrónica (incluida la accesibilidad web) y proponer acciones prioritarias para superar las barreras que la dificultan.
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Para acelerar os progressos no caso especial da acessibilidade da Web :
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Para acelerar los progresos en el caso particular de la accesibilidad web :
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- Os OEN devem adoptar rapidamente normas europeias para a acessibilidade da Web, após o estabelecimento de orientações actualizadas sobre esta matéria (WCAG 2.0) pelo Consórcio World Wide Web.
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- Las organizaciones europeas de normalización deben adoptar rápidamente unas normas europeas en materia de accesibilidad web, tras el establecimiento de unas directrices actualizadas (WCAG 2.0) por parte del World Wide Web Consortium .
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- Os Estados-Membros devem acelerar os trabalhos para tornarem os sítios Web públicos acessíveis e preparar-se conjuntamente para a rápida adopção de normas europeias sobre a acessibilidade da Web.
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- Los Estados miembros deben intensificar sus esfuerzos para conseguir que los páginas web públicas sean accesibles y preparar conjuntamente la rápida adopción de las normas europeas sobre accesibilidad web.
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- A Comissão acompanhará os progressos realizados e publicará as suas constatações , podendo tomar posteriormente medidas legislativas.
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- La Comisión efectuará un seguimiento de los progresos, los hará públicos y podría eventualmente, en una fase posterior, proponer medidas legislativas.
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2. ACESSIBILIDADE ELECTRÓNICA
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2. ACCESIBILIDAD ELECTRÓNICA
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Entende-se por acessibilidade electrónica a possibilidade de ultrapassagem dos obstáculos técnicos e das dificuldades sentidas pelas pessoas com deficiência, incluindo muitos idosos, quando procuram participar em condições de igualdade na sociedade da informação.
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La accesibilidad electrónica significa superar las barreras técnicas y las dificultades que experimentan las personas con discapacidad, incluidas muchas personas de la tercera edad, cuando intentan participar en pie de igualdad en la sociedad de la información.
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Para que sejam dadas a toda a gente as mesmas oportunidades de participação na sociedade de hoje, há que tornar acessível toda a gama de bens, produtos e serviços TIC, que incluem computadores, telefones, televisões, administração pública em linha, comércio em linha, centros de chamadas ou terminais self-service , como as máquinas ATM e as máquinas de emissão automática de bilhetes.
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Si se quiere que todos tengan iguales oportunidades de participación en la sociedad actual, es preciso que la totalidad de los bienes, productos y servicios de TIC sean accesibles. Y en esto se incluyen los ordenadores, los teléfonos, los televisores, la administración pública en línea, la compra en línea, los centros de llamadas, los terminales de autoservicio (tales como los cajeros automáticos) y las máquinas expendedoras de tiques.
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2.1. Ponto da situação
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2.1. Situación actual
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A escala do desafio da acessibilidade é considerável e tem vindo a aumentar: cerca de 15% da população europeia possui uma deficiência e um em cada cinco europeus em idade activa possui uma incapacidade que exige uma solução em termos de acesso. No cômputo geral, três em cada cinco pessoas deverão beneficiar da acessibilidade electrónica, na medida em que ela melhora a facilidade de utilização global[2].
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La envergadura del reto de la accesibilidad es grande y no deja de aumentar: alrededor del 15 % de la población europea padece alguna discapacidad, y hasta uno de cada cinco europeos en edad laboral padece minusvalías que exigen soluciones accesibles. En total, tres de cada cinco personas podrían beneficiarse de la accesibilidad electrónica, en la medida en que mejora la utilizabilidad general[2].
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A acessibilidade electrónica tem implicações socioeconómicas quer para os indivíduos quer para a Europa no seu todo. Por exemplo, as soluções de acesso baseadas nas TIC podem ajudar os trabalhadores mais velhos a manterem-se empregados e melhorar a adesão aos serviços públicos em linha, como os serviços de "governo electrónico" e de saúde em linha. A falta de acessibilidade electrónica exclui sectores significativos da população e impede-os de exercerem plenamente as suas actividades profissionais, educativas, de lazer, de participação democrática e sociais. O reforço da acessibilidade electrónica contribuirá para os objectivos da inserção económica e social.
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La accesibilidad electrónica tiene consecuencias socioeconómicas tanto para las personas como para Europa en su conjunto. Por ejemplo, las soluciones basadas en unas TIC accesibles podrían ayudar a los trabajadores de más edad a conservar su empleo y potenciar la aceptación de los servicios públicos en línea, por ejemplo los de administración pública y salud. La ausencia de accesibilidad electrónica excluye a importantes sectores de la población y les impide ejercer plenamente sus actividades profesionales, de educación, de ocio, sociales y de participación democrática. Reforzar la accesibilidad electrónica contribuirá al logro de los objetivos de inclusión económica y social.
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Muitos países adoptaram pelo menos algumas medidas legislativas ou de apoio para promoverem a acessibilidade electrónica, e uma parte das empresas de tecnologias da informação e das comunicações (TIC) está a fazer esforços significativos para melhorar a acessibilidade dos seus produtos e serviços[3].
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Muchos países han adoptado por lo menos algunas medidas legislativas o de apoyo para promover la accesibilidad electrónica y algunos sectores de la industria de las TIC están haciendo importantes esfuerzos para mejorar la accesibilidad de sus productos y servicios[3].
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A acessibilidade electrónica é também um elemento central da política europeia de info-inclusão[4]. Num contexto mais vasto, as TIC inserem-se no âmbito da proposta de directiva relativa à igualdade de tratamento entre as pessoas, que menciona o acesso a, e a oferta de, bens e serviços disponíveis para o público[5]. A Comunidade Europeia e os Estados-Membros têm igualmente de cumprir as suas obrigações a título da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência no que se refere à acessibilidade dos bens e serviços TIC. Alguns actos legislativos da União Europeia já abordam directa ou indirectamente as questões da acessibilidade electrónica.
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La accesibilidad electrónica constituye también un elemento clave de la política europea de inclusión digital[4]. En un contexto más amplio, las TIC entran en el ámbito de aplicación de la propuesta de Directiva sobre igualdad de trato, que hace referencia al acceso a los bienes y servicios disponibles al público y al suministro de los mismos[5]. La Comunidad Europea y los Estados miembros deben también cumplir las obligaciones que les impone la Convención de las Naciones Unidas sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad en relación con la accesibilidad de los bienes y servicios de TIC. Algunos actos de la legislación de la UE abordan ya, directa o indirectamente, problemas relacionados con la accesibilidad electrónica.
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2.2. Razões para uma nova acção
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2.2. Justificación de la necesidad de nuevas actuaciones
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Apesar dos benefícios que é capaz de produzir e da atenção política que tem merecido, os progressos realizados a nível da acessibilidade electrónica continuam a ser insatisfatórios. Há exemplos notórios de défice de acessibilidade: os serviços de retransmissão com texto, essenciais para as pessoas surdas ou com dificuldades na fala, apenas se encontram disponíveis em metade dos Estados-Membros; os serviços de emergência directamente acessíveis por textofone apenas existem em sete Estados-Membros; as emissões televisivas com audiodescrição, legendas e linguagem gestual continuam a ser marginais; apenas 8% das máquinas ATM instaladas pelos dois principais bancos retalhistas europeus oferecem assistência vocal[6].
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Pese a los beneficios y a la atención política, los progresos en materia de accesibilidad electrónica siguen siendo insatisfactorios. Existen numerosos y llamativos ejemplos de deficiencias en la accesibilidad. Así por ejemplo, los servicios de retransmisión de texto, esenciales para los sordos y las personas con deficiencias en el habla, sólo están disponibles en la mitad de los Estados miembros; los servicios de urgencia son directamente accesibles por teléfono de texto en sólo siete Estados miembros; la radiodifusión con audiodescripción, los programas de televisión subtitulados y los programas de televisión con lenguaje de signos siguen siendo muy limitados; sólo el 8 % de los cajeros automáticos instalados por los dos principales bancos comerciales europeos son capaces de «hablar»[6].
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O actual acervo comunitário respeitante à acessibilidade electrónica é limitado. A nível dos Estados-Membros, verificam-se discrepâncias consideráveis no tratamento da acessibilidade electrónica, quer a nível dos problemas abordados (normalmente os serviços de telefonia fixa, os serviços de teledifusão e a acessibilidade dos sítios Web públicos), quer na gama de instrumentos políticos utilizados. Colocado perante exigências contraditórias e incertezas, o sector das TIC é vítima desta fragmentação do mercado, que dificulta a realização das economias de escala necessárias para apoiar a inovação generalizada e o crescimento do mercado. Parte das empresas do sector está activamente empenhada e a cooperar com os utilizadores (por exemplo, no que toca à acessibilidade da televisão digital), mas outra parte demasiado grande limita-se a observar.
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El acervo comunitario existente en materia de accesibilidad electrónica es bastante limitado. A nivel de Estado miembro, existe una fragmentación considerable en el trato dispensado a la accesibilidad electrónica, tanto en lo que se refiere a los problemas abordados (por regla general, accesibilidad en los servicios de telefonía fija, los servicios de radiodifusión televisiva y las páginas web públicas) como a la exhaustividad de los instrumentos políticos utilizados. Enfrentada a unos requisitos divergentes y a notables incertidumbres, la industria de las TIC se ve perjudicada por esta fragmentación del mercado que le impide obtener las economías de escala necesarias para la sustentar la innovación generalizada y el crecimiento del mercado. Algunos sectores de la industria manifiestan un compromiso activo y cooperan con los usuarios (p. ej., en el caso de la televisión digital accesible), pero son demasiados los que se mantienen al margen.
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O problema principal da acessibilidade electrónica é que os esforços actualmente empreendidos estão a produzir um impacto insuficiente devido à falta de coerência, à falta de clareza no estabelecimento das prioridades e ao fraco apoio legislativo e financeiro.
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El problema clave de la accesibilidad electrónica es que los esfuerzos actuales no alcanzan suficiente repercusión dada la falta de coherencia, la escasa claridad en la fijación de prioridades y el magro apoyo legislativo y financiero.
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Para se conseguirem melhorias significativas, é, pois, fundamental uma abordagem europeia comum e coerente em matéria de acessibilidade electrónica.
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Por ello, si se quieren conseguir mejoras significativas, resulta esencial un enfoque europeo común y coherente con respecto a la accesibilidad electrónica.
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2.3. Acções propostas
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2.3. Acciones propuestas
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(1) Factores de mudança – reforçar as prioridades políticas, a coordenação e a cooperação das partes interessadas
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1. Conseguir que la situación cambie: reforzar las prioridades políticas, la coordinación y la cooperación entre partes interesadas
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A nível europeu, empreenderam-se várias actividades nos últimos anos. Chegou agora o momento de aumentar as sinergias entre essas actividades e de reforçar cada domínio de acção, para se obter um impacto mais acentuado e mais coerente.
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A nivel europeo, se han acometido en los últimos años diversas actividades. Ahora es el momento de incrementar las sinergias entre ellas y reforzar las distintas áreas de actuación para lograr una repercusión más amplia y coherente.
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Os Estados-Membros, os utilizadores e a indústria devem acelerar os seus esforços e procurar, através de uma maior cooperação a nível europeu e de uma melhor exploração dos instrumentos políticos comunitários existentes, obter melhores resultados. Para apoiar e reforçar a coerência e a eficácia de uma abordagem comum e ajudar a definir prioridades, a Comissão criará um grupo ad hoc de alto nível para a acessibilidade electrónica , que prestará contas ao Grupo de Alto Nível i2010, e que reunirá associações de defesa do consumidor e representantes dos utilizadores deficientes e idosos, das empresas de TIC, de tecnologias de assistência e de serviços, universidades e autoridades competentes.
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Los Estados miembros, los usuarios y la industria deben intensificar sus esfuerzos y tratar de multiplicar el impacto a través de una mayor cooperación a nivel europeo y una mejor explotación de los actuales instrumentos políticos de la UE. A fin de sostener y fortalecer la coherencia y la eficacia de un enfoque común y de contribuir a definir las prioridades, la Comisión creará un grupo especial de alto nivel sobre accesibilidad electrónica , que dependerá del Grupo de alto nivel i2010, y reunirá a las organizaciones de consumidores y los representantes de los usuarios con discapacidad y de la tercera edad, las industrias de las TIC y de la tecnología y los servicios asistenciales, el mundo académico y las autoridades pertinentes.
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No início de 2009, a Comissão criará um grupo ad hoc de alto nível encarregado de fornecer orientações sobre as prioridades e definir uma abordagem mais coerente para a acessibilidade electrónica. As partes interessadas são convidadas a empenhar-se nesta cooperação.
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A principios de 2009, la Comisión establecerá un grupo especial de alto nivel que facilitará orientaciones sobre las prioridades y aportará un enfoque más coherente en materia de accesibilidad electrónica. Se hace un llamamiento a las partes interesadas para que se comprometan con esta cooperación.
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A Comissão intensificará o apoio actualmente dado à cooperação com e entre as partes interessadas. Concretamente, os grupos que acompanham a implementação da iniciativa i2010, as questões da normalização, os problemas das telecomunicações e o plano de acção a favor das pessoas com deficiência devem utilizar as orientações do grupo de alto nível para definirem as suas prioridades. É também importante que os utilizadores, as autoridades competentes e a indústria reforcem o seu empenho e cooperação em tudo o que respeita à acessibilidade electrónica .
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La Comisión potenciará su actual apoyo a la cooperación con las partes interesadas y de éstas entre sí. En particular, los grupos que siguen la ejecución de i2010, las cuestiones de normalización, los asuntos relacionados con las telecomunicaciones y el plan de acción en materia de discapacidad deberían fijar sus prioridades inspirándose en las orientaciones del grupo de alto nivel. También es importante que los usuarios, las autoridades pertinentes y la industria refuercen su compromiso y cooperación en las cuestiones relativas a la accesibilidad electrónica.
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É necessário definir as prioridades em matéria de acessibilidade electrónica. A primeira delas é a acessibilidade da Web, em que a abordagem coerente e comum proposta pode ser aplicada. A segunda é a acessibilidade da televisão digital e das comunicações electrónicas, incluindo a acessibilidade do número de emergência único europeu. Para estas, haverá que reforçar a cooperação dos utilizadores e da indústria e, com a ajuda do grupo de alto nível, harmonizá-la melhor com os apoios legislativo e à inovação a nível da UE.
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Es preciso seleccionar prioridades en relación con la accesibilidad electrónica. La primera es la accesibilidad web, a la que podrá aplicarse el enfoque coherente y común propuesto. A continuación figura la accesibilidad de la televisión digital y las comunicaciones electrónicas, incluida la accesibilidad del número único europeo de urgencia. En este caso, habrá que reforzar la cooperación de los usuarios y de la industria y, con ayuda del grupo de alto nivel, relacionarla mejor con el apoyo a la legislación y la innovación a nivel de la UE.
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Os terminais self-service e os serviços bancários electrónicos são outra grande prioridade[7]. Uma cooperação mais estreita entre as partes interessadas permitirá obter uma orientação sobre outras prioridades e definir um futuro programa comum de trabalho.
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Los terminales de autoservicio y la banca electrónica constituyen otra de las principales prioridades[7]. Una estrecha cooperación de las partes interesadas ayudará a obtener orientaciones sobre nuevas prioridades y definir un programa común para el trabajo futuro.
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A Comissão já abordou a questão da acessibilidade electrónica na sua proposta de uma nova versão do Quadro Europeu da Interoperabilidade no que respeita ao governo electrónico[8], e voltará a fazê-lo na acção de seguimento da iniciativa i2010 e do plano de acção em favor das pessoas com deficiência.
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La Comisión ha abordado ya la accesibilidad electrónica en su propuesta de nueva versión del marco europeo de interoperabilidad para la administración electrónica[8], y lo hará igualmente en las medidas continuadoras de la iniciativa i2010 y del Plan de acción sobre discapacidad.
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A Comissão garantirá que a acessibilidade electrónica continue a ser uma prioridade política no seguimento da iniciativa i2010 e do plano de acção em favor das pessoas com deficiência.
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La Comisión velará por que la accesibilidad electrónica siga constituyendo una prioridad política en las medidas continuadoras de i2010 y del Plan de acción sobre discapacidad.
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Esta coordenação e cooperação mais estreitas serão ainda mais reforçadas através da melhor exploração das actividades a seguir mencionadas.
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Esta coordinación y cooperación más estrechas se verán reforzadas más aún a través de la mejor explotación de las actividades que a continuación se mencionan.
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(2) Avaliar os progressos e reforçar as boas práticas
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2. Seguimiento de los progresos y fortalecimiento de las buenas prácticas
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Na senda dos estudos conduzidos entre 2006 e 2008[9], a Comissão lançará em 2009 um novo estudo para continuar a acompanhar a implementação e os progressos gerais realizados a nível da acessibilidade electrónica e da acessibilidade da Web.
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La Comisión pondrá en marcha en 2009 un estudio de seguimiento de los progresos y de la aplicación de la accesibilidad electrónica en general y de la accesibilidad web en particular, continuador de los dos estudios realizados en 2006-2008[9].
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No âmbito do Programa para a Competitividade e a Inovação (PCI) de 2009, a Comissão irá propor uma nova rede temática sobre a acessibilidade electrónica e a acessibilidade da Web, tendo em vista reforçar mais a cooperação entre as partes interessadas, a aquisição de experiência e a recolha de boas práticas. Procurará também reforçar a rede ePractice de intercâmbio de boas práticas em matéria de governo electrónico, de saúde em linha e de info-inclusão, que já reuniu vastas competências em matéria de acessibilidade electrónica.
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Al amparo del Programa de Innovación y Competitividad (PIC) 2009, la Comisión propondrá una nueva red temática sobre accesibilidad electrónica y accesibilidad web para fomentar la cooperación entre las partes interesadas, la acumulación de experiencias y la recopilación de buenas prácticas. Tratará también de reforzar ePractice , red de intercambio de buenas prácticas en materia de administración, salud e inclusión electrónicas, que ha acumulado ya una gran cantidad de conocimientos técnicos sobre la accesibilidad electrónica.
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A Comissão avaliará os progressos e a implementação da acessibilidade da Web e da acessibilidade electrónica, e apoiará a cooperação e o intercâmbio de boas práticas através do lançamento de estudos e de uma rede temática no âmbito do PCI em 2009 .
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La Comisión seguirá los progresos y la aplicación de la accesibilidad web y la accesibilidad electrónica y respaldará la cooperación y el intercambio de buenas prácticas mediante estudios y una red temática del PIC , que se pondrá en marcha en 2009.
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(3) Apoiar a inovação e a implantação
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3. Apoyo a la innovación y al despliegue
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A investigação e a inovação em matéria de acessibilidade electrónica conta já com um significativo apoio. Em 2008, 13 novos projectos receberam cerca de 43 milhões de euros a título do programa comunitário de investigação. No quadro dos programas de investigação da UE, a Comissão continuará a apoiar activamente a acessibilidade electrónica e as TIC para a autonomia das pessoas idosas lançando um novo convite à apresentação de propostas em 2009 .
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La investigación y la innovación relacionadas con la accesibilidad electrónica cuentan ya con amplios apoyos. En 2008, se financiaron 13 nuevos proyectos con aproximadamente 43 millones de euros procedentes del programa de investigación de la UE. La Comisión seguirá respaldando activamente la accesibilidad electrónica y las TIC al servicio de la autonomía de las personas de la tercera edad a través de los programas de investigación de la UE con una nueva convocatoria de propuestas en 2009.
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A Comissão garantirá que a acessibilidade electrónica seja uma grande prioridade da investigação e da inovação em 2009 e em anos futuros.
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La Comisión velará por que la accesibilidad electrónica siga siendo una de las prioridades esenciales de la investigación y la innovación en 2009 y años posteriores.
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Os Estados-Membros e a Comissão utilizarão o programa de investigação conjunto «Assistência à autonomia no domicílio» (AAD), lançado em 2008, para estimular a descoberta de soluções inovadoras baseadas nas TIC para uma vida autónoma e para a prevenção e a gestão das doenças crónicas das pessoas idosas.
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Los Estados miembros y la Comisión utilizarán el programa conjunto de investigación sobre la vida cotidiana asistida por el entorno (AAL), puesto en marcha en 2008, para fomentar las soluciones innovadoras basadas en las TIC para la vida autónoma y la prevención y gestión de las enfermedades crónicas de las personas de la tercera edad.
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No âmbito do PCI de 2008, a Comissão financiou um projecto-piloto sobre a acessibilidade da televisão, assim como outros projectos piloto sobre as TIC para as pessoas idosas, com o objectivo de acelerar a implantação das tecnologias. Em 2009, a Comissão financiará um projecto-piloto sobre "conversação total" (combinação de comunicações áudio, vídeo e de texto para apoiar as pessoas com deficiência), que ajudará as pessoas com problemas a nível da audição e da fala a acederem ao número de emergência europeu '112'.
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Al amparo del PIC de 2008, la Comisión ha financiado un proyecto piloto sobre televisión accesible y otros sobre TIC para la tercera edad a fin de acelerar el despliegue de la tecnología. En 2009, la Comisión financiará un proyecto piloto sobre «conversación total» (combinación de las comunicaciones de audio, texto y vídeo al servicio de las personas con discapacidad), que ayudará a las personas con deficiencias auditivas y del habla a acceder al número europeo de urgencia 112.
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Os Estados-Membros e as partes interessadas são vivamente encorajados a estimular a inovação em matéria de acessibilidade electrónica e a sua implantação por intermédio dos fundos estruturais, do sétimo Programa-Quadro, do programa AAD e dos programas nacionais.
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Se urge a los Estados miembros y a las partes interesadas a fomentar la innovación y el despliegue en materia de accesibilidad electrónica a través de los Fondos Estructurales, el 7º PM, el programa AAL y los programas nacionales.
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O Regulamento relativo aos fundos estruturais[10] exige que os Estados-Membros considerem a acessibilidade para as pessoas com deficiência como um dos critérios para a obtenção de financiamento. Nesse contexto, a Comissão fornecerá, em 2009, uma "caixa de ferramentas" DEFICIÊNCIA, aplicável às TIC, e encorajará os Estados-Membros e as regiões a garantirem que a acessibilidade das TIC seja incorporada nos seus critérios de contratação pública e de financiamento.
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El Reglamento de los Fondos Estructurales[10] exige que los Estados miembros consideren la accesibilidad de las personas con discapacidad como uno de los criterios para obtener financiación. En este contexto, la Comisión presentará en 2009 un «juego de herramientas para la discapacidad» aplicable a las TIC e instará a los Estados miembros y a las regiones a garantizar que la accesibilidad a las TIC sea incorporada en sus criterios de financiación y de contratación pública.
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A Comissão fornecerá, em 2009, uma "caixa de ferramentas" DEFICIÊNCIA aplicável às TIC destinada a ser utilizado nos fundos estruturais e noutros programas.
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La Comisión presentará en 2009 un «juego de herramientas para la discapacidad» aplicable a las TIC para su uso en los Fondos Estructurales y otros programas.
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(4) Facilitar as actividades de normalização
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4. Facilitar las actividades de normalización
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A Comissão continua a apoiar fortemente a acessibilidade electrónica no seu programa de trabalho para a normalização. Em particular, o mandato 376 conferido aos organismos europeus de normalização é uma actividade importante de normalização para impulsionar a acessibilidade electrónica[11]. A Comissão promoverá a utilização dos resultados deste trabalho de normalização e procurará dar rapidamente continuidade ao mandato 376, para que sejam produzidas as normas concretas e os sistemas de avaliação da conformidade com elas relacionados. Este processo será complementado e apoiado por um diálogo com/entre as partes interessadas, o intercâmbio de boas práticas e a implantação de projectos-piloto, como indicado nas propostas de acção da presente comunicação.
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La Comisión sigue prestando un decidido apoyo a la accesibilidad electrónica en su programa de trabajos de normalización. En particular, el mandato 376 conferido a las organizaciones europeas de normalización constituye una actividad de normalización importante para fomentar la accesibilidad electrónica[11]. La Comisión promoverá el uso de los resultados obtenidos en estos trabajos de normalización y procurará que se dé curso rápidamente al mencionado mandato para elaborar tanto las normas propiamente dichas como los regímenes de evaluación de la conformidad conexos. Este proceso será complementado y respaldado por el diálogo de las partes interesadas, el intercambio de buenas prácticas y proyectos piloto de despliegue, según consta en las acciones propuestas en la presente Comunicación.
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Nos termos do mandato 376, os OEN devem elaborar rapidamente normas europeias para a acessibilidade electrónica, em cooperação com as partes interessadas em causa, ao longo de 2009 e posteriormente.
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En virtud del mandato 376, las organizaciones europeas de normalización deben elaborar rápidamente unas normas comunitarias relativas a la accesibilidad electrónica, en cooperación con las partes interesadas pertinentes durante 2009 y años posteriores.
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(5) Explorar as possibilidades da legislação actual e pensar em nova legislação
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5. Explotar la legislación actual y estudiar la posible legislación nueva
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Existe uma correlação clara a nível nacional entre a existência de legislação e o nível real de progresso em matéria de acessibilidade electrónica[12]. Os estudos apontam para riscos de fragmentação jurídica na UE devido às medidas legislativas divergentes. Tendo isso em conta, e baseando-se nas comunicações de 2005 e 2007, a Comissão começou a estudar a viabilidade de uma abordagem legislativa mais geral para a acessibilidade electrónica.
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Existe una correlación clara a nivel nacional entre la existencia de legislación y los progresos reales conseguidos en relación con la accesibilidad electrónica[12]. La investigación indica que existe el riesgo de fragmentación jurídica en la UE a causa de la adopción de medidas legislativas divergentes. Por este motivo, y apoyándose en las Comunicaciones de 2005 y 2007, la Comisión ha empezado a explorar un planteamiento legislativo más general en materia de accesibilidad electrónica.
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No entanto, dada a natureza vasta, complexa e evolutiva do domínio da acessibilidade electrónica, não existe ainda um consenso claro quanto a uma possível legislação comunitária dedicada à acessibilidade electrónica[13], nomeadamente quanto a aspectos como o âmbito, as normas, os mecanismos de controlo da conformidade e as ligações com a legislação existente. Além disso, embora exista um claro consenso quanto à necessidade de actuar conjuntamente para melhorar a acessibilidade electrónica, existem diferentes pontos de vista sobre as próximas questões a atacar prioritariamente. A Comissão concluiu, portanto, que esta não é ainda a altura certa para uma proposta legislativa específica sobre a acessibilidade electrónica, mas continuará a avaliar a sua viabilidade e relevância, tendo em conta os progressos concretos no terreno.
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No obstante, dado que el campo del accesibilidad electrónica se caracteriza por su amplitud, complejidad y rápida evolución, no existe aún un consenso claro sobre la posible legislación específica comunitaria al respecto[13], p. ej., en cuanto a elementos tales como el alcance, las normas, los mecanismos de observancia y las relaciones con la legislación en vigor. Además, aunque haya un claro consenso sobre la necesidad de actuar conjuntamente para mejorar la accesibilidad electrónica, discrepan las opiniones en cuanto a las prioridades más inmediatas. Por ello, la Comisión ha llegado a la conclusión de que todavía no es el momento de presentar una propuesta legislativa concreta sobre accesibilidad electrónica, pero seguirá evaluando su viabilidad y pertinencia, teniendo en cuenta los progresos reales registrados en este ámbito.
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Existem, no entanto, disposições na actual legislação comunitária que continuam por explorar, em particular no domínio dos equipamentos de radiotelecomunicações, das comunicações electrónicas, da contratação pública, dos direitos de autor na sociedade da informação, da igualdade de tratamento no emprego, do IVA e das isenções aos auxílios estatais[14]. O aproveitamento pleno destas disposições já melhoraria significativamente a acessibilidade electrónica nos Estados-Membros. A Comissão encoraja, por conseguinte, os Estados-Membros a tirarem o maior partido da legislação existente antes de se pensar em nova legislação.
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En cualquier caso, existen disposiciones en la actual legislación de la UE que están poco explotadas, en particular en relación con los equipos de radiocomunicación y telecomunicación, las comunicaciones electrónicas, la contratación pública, los derechos de autor en la sociedad de la información, la igualdad en el empleo, los impuestos sobre el valor añadido y las excepciones aplicables a las ayudas estatales[14]. Aprovechar al máximo estas disposiciones supondría ya una mejora significativa de la accesibilidad electrónica en los Estados miembros. Por ello, la Comisión insta a los Estados miembros a sacar el máximo partido de la legislación existente antes de pensar en otra nueva.
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Alguns dos actos legislativos comunitários atrás referidos estão neste momento a ser revistos ou sê-lo-ão em breve[15]. A Comissão tudo fará para garantir que, se adequado, os requisitos em matéria de acessibilidade electrónica sejam considerados e reforçados nestas revisões. Além disso, as propostas legislativas no domínio das comunicações electrónicas reforçam significativamente as disposições do actual quadro regulamentar relativas aos utilizadores deficientes. A Comissão irá também acompanhar cuidadosamente a transposição e a aplicação da Directiva relativa aos serviços de comunicação social audiovisual[16], em particular do seu artigo 3.º-C, que incentiva os fornecedores de serviços de comunicação social sob a sua jurisdição a assegurarem que os seus serviços se tornem progressivamente acessíveis às pessoas com deficiência visual ou auditiva.
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Varias de las disposiciones legislativas comunitarias mencionadas se encuentran actualmente, o se encontrarán pronto, en proceso de revisión[15]. La Comisión trabajará para garantizar que, cuando proceda, se tengan en cuenta y se refuercen en estas revisiones los requisitos relacionados con la accesibilidad electrónica. Además, las propuestas legislativas sobre las comunicaciones electrónicas potencian sensiblemente las disposiciones del marco actual referentes a los usuarios con discapacidad. La Comisión efectuará asimismo un atento seguimiento de la transposición y aplicación de la Directiva sobre servicios de medios audiovisuales[16], y en particular de su artículo 3 quater , que prevé que los Estados miembros alienten a los prestadores de servicios de comunicación audiovisual bajo su jurisdicción a garantizar que sus servicios sean gradualmente accesibles a las personas con una discapacidad visual o auditiva.
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A Comissão garantirá que, nas revisões da legislação comunitária, sejam integradas disposições relativas à acessibilidade electrónica . Os Estados-Membros, as partes interessadas e a Comissão devem tirar pleno partido das possibilidades oferecidas pela actual legislação para reforçar a acessibilidade electrónica .
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La Comisión velará por que se integren en las revisiones de la legislación comunitaria unas disposiciones adecuadas en relación con accesibilidad electrónica . Los Estados miembros, las partes interesadas y la Comisión deben aprovechar al máximo las oportunidades que brinda la legislación actual para reforzar la accesibilidad electrónica.
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3. ACESSIBILIDADE DA WEB
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3. ACCESIBILIDAD WEB
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A acessibilidade da Web , um aspecto importante da acessibilidade electrónica, oferece às pessoas com deficiência a possibilidade de tomarem contacto, compreenderem, navegarem, interagirem e contribuírem para a Web. Beneficia igualmente outras pessoas confrontadas com limitações a nível visual, motor ou cognitivo, como é o caso das pessoas idosas. A acessibilidade da Web ganhou particular importância devido ao crescimento explosivo dos serviços de informação em linha e dos serviços interactivos: operações bancárias, compras, administração, serviços públicos e comunicação com familiares ou amigos distantes.
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La accesibilidad web constituye un aspecto importante del accesibilidad electrónica, pues ofrece a las personas con discapacidad la posibilidad de percibir, comprender, navegar, interactuar y realizar aportaciones a la web. También resulta beneficiosa para otras personas con limitaciones de tipo visual, cognitivo o de la destreza, como por ejemplo las personas de la tercera edad. La accesibilidad web ha adquirido particular importancia a causa del crecimiento exponencial de los servicios interactivos y de información en línea: banca, compra, administración y servicios públicos y comunicación a distancia con parientes o amigos.
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3.1. Ponto da situação
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3.1. Situación actual
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Apesar da sua importância, o nível geral de acessibilidade da Web continua a ser fraco em toda a UE. Vários estudos efectuados nos últimos anos a nível nacional e europeu constataram que a maioria dos sítios Web, públicos e privados, não cumpre nem sequer as orientações mais básicas internacionalmente aceites em matéria de acessibilidade. Um estudo recente concluiu que apenas 5,3% dos sítios Web da administração pública e praticamente nenhum dos sítios Web comerciais estudados cumpriam inteiramente as orientações básicas em matéria de acessibilidade[17]. Isto explica por que razão muitas pessoas consideram que certos sítios Web importantes são difíceis de utilizar e estão, por conseguinte, em risco de ficarem parcial ou totalmente excluídas da sociedade da informação .
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Pese a su importancia, el nivel global de la accesibilidad web sigue siendo bajo en la UE. Varias encuestas nacionales y europeas realizadas a lo largo de los últimos años han puesto de manifiesto que la mayoría de las páginas web, públicas o privadas, no respetan ni siquiera las directrices más básicas sobre accesibilidad aceptadas internacionalmente. Una encuesta reciente reveló que sólo el 5,3 % de los sitios web de la administración pública, y apenas algunos de los comerciales, estudiados observaban plenamente las directrices básicas sobre accesibilidad[17]. Esto explica por qué a muchas personas les resulta difícil utilizar Internet y corren, en consecuencia, el riesgo de quedar parcial o totalmente excluidos de la sociedad de la información.
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A acessibilidade dos sítios Web públicos tem merecido nos últimos anos uma atenção política crescente nos Estados-Membros[18]. A nível europeu, uma Comunicação de 2001 relativa à acessibilidade da Web encorajou os Estados-Membros a aprovarem as orientações em matéria de acessibilidade dos sítios Web públicos e do respectivo conteúdo (WCAG – Web Content Accessibility Guidelines)[19]. Em duas Resoluções[20], o Conselho sublinhou a necessidade de acelerar a acessibilidade da Web e do seu conteúdo. O Parlamento Europeu sugeriu em 2002 que todos os sítios Web públicos ficassem plenamente acessíveis às pessoas deficientes até 2003[21]. Em 2006, a Declaração Ministerial de Riga sobre uma sociedade da informação inclusiva continha o compromisso de tornar acessíveis até 2010 100% dos sítios Web públicos.
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La accesibilidad de los sitios web públicos ha sido objeto de una atención política creciente en los Estados miembros a lo largo de los últimos años[18]. A nivel europeo, una Comunicación de 2001 sobre accesibilidad web instaba a los Estados miembros a respaldar las Web Content Accessibility Guidelines (WCAG)[19]. En dos resoluciones[20], el Consejo ha subrayado la necesidad de acelerar la accesibilidad a Internet y a sus contenidos. El Parlamento Europeo propuso en 2002 que todos los sitios web públicos fueran plenamente accesibles para las personas con discapacidad para el año 2003[21]. En 2006, la Declaración Ministerial de Riga sobre una sociedad de la información incluyente incorporaba el compromiso de que la totalidad de los sitios web públicos fueran accesibles para el año 2010.
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A nível internacional, a versão 1 das WCAG foi adoptada em 1999 pelo World Wide Web Consortium (W3C). No entanto, as ambiguidades conduziram a implementações díspares pelos Estados-Membros e, face aos novos desenvolvimentos da Internet, a WCAG 1.0 está a ficar ultrapassada. O W3C está a trabalhar há vários anos numa nova versão das especificações (WCAG 2.0), que se encontram neste momento na fase final da adopção. O desafio desta vez é evitar disparidades na sua implementação.
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A nivel internacional, la versión 1 de las WCAG fue adoptada en 1999 por el World Wide Web Consortium (W3C). Sin embargo, sus ambigüedades permitieron su aplicación fragmentada por parte de los Estados miembros y, a la vista de la evolución reciente de Internet, las WCAG 1.0 están quedándose anticuadas. El W3C ha estado trabajando durante varios años sobre una versión nueva de las especificaciones (WCAG 2.0), que se encuentra ya en las etapas finales previas a su aprobación. El reto es evitar esta vez una aplicación fragmentada.
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3.2. Razões para uma nova acção
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3.2. Justificación de la necesidad de nuevas actuaciones
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Tornar os sítios Web mais acessíveis pode ser nalguns casos problemático, já que implica custos e competências especializadas. No entanto, há cada vez mais provas e exemplos documentados de que tornar um sítio Web acessível traz benefícios reais não só para os utilizadores deficientes, mas também para os proprietários de sítios Web e para os utilizadores em geral. Os serviços são mais simples de utilizar, mais simples de manter e frequentados por maior número de utilizadores[22]. Assim sendo, a melhoria da acessibilidade dos sítios Web melhora a situação para as pessoas com deficiência e também para as outras e pode assim reforçar a competitividade das empresas europeias.
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Conseguir que los sitios web sean más accesible puede constituir en algunos casos todo un reto, pues comporta determinados gastos y exige ciertos conocimientos técnicos. Sin embargo, existen pruebas crecientes y ejemplos documentados de que las páginas web accesibles aportan beneficios reales no sólo a los usuarios con discapacidad, sino también a los propietarios del sitio y a los usuarios en general. Los servicios son más fáciles de utilizar, más sencillos de mantener y son visitados por más usuarios[22]. En consecuencia, mejorar la accesibilidad de un sitio favorece tanto a las personas con discapacidad como también a otras y puede, por lo tanto, reforzar la competitividad de las empresas europeas.
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Estudo de caso: vantagens de um sítio Web acessível
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Estudio de caso: beneficios asociados a un sitio web accesible
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Após ter tornado o seu sítio Web acessível, uma empresa de serviços financeiros do Reino Unido identificou as seguintes vantagens:
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Tras hacer accesible su sitio web, una empresa de servicios financieros británica detectó los siguientes beneficios:
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- Os clientes encontravam as informações mais rapidamente e permaneciam mais tempo no sítio.
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- Los clientes encontraban la información con mayor rapidez y permanecían en sus páginas durante más tiempo.
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- Novos clientes utilizavam o serviço, aumentando as vendas em linha.
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- El servicio era utilizado por clientes nuevos, lo que aumentaba las ventas en línea.
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- A manutenção do sítio Web era mais simples, mais rápida e mais barata.
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- El mantenimiento del sitio web era más sencillo, rápido y barato.
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- O sítio Web subiu significativamente na classificação dos motores de pesquisa.
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- Los motores de búsqueda presentaban el sitio web en posiciones mucho más prominentes.
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- Os problemas de compatibilidade foram eliminados e o acesso por dispositivo móvel foi melhorado.
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- Se eliminaron los problemas de compatibilidad y mejoró el acceso con dispositivos móviles.
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- 100% de retorno sobre o investimento em menos de 12 meses.
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- Recuperación total de la inversión en menos de 12 meses.
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Ainda assim, a persistência da disparidade legislativa nos diversos Estados-Membros aliada à falta de acção legislativa clara a nível europeu continua a dificultar a realização do mercado interno, coloca obstáculos aos consumidores e aos cidadãos neste contexto transfronteiras e atrasa o desenvolvimento da indústria. A Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência prevê obrigações relacionadas com a Internet que os Estados que são Partes na convenção devem cumprir. Uma nova acção a nível europeu é, por conseguinte, adequada.
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Pese a todo, la persistente fragmentación de la legislación en los Estados miembros, combinada con la ausencia de una acción legislativa clara a nivel europeo, sigue obstaculizando el mercado interior, poniendo trabas a los consumidores y a los ciudadanos en este ámbito transfronterizo y constituyendo una rémora para el desarrollo de la industria. La Convención de las Naciones Unidas sobre los Derechos de las Personas con Discapacidad prevé obligaciones relacionadas con Internet que los Estados parte deben cumplir. En consecuencia, procede adoptar nuevas medidas a nivel europeo.
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3.3. Acções propostas
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3.3. Acciones propuestas
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A principal responsabilidade pela melhoria da acessibilidade da Web é dos Estados-Membros e de cada fornecedor de serviços. No entanto, há acções que a Comissão pode empreender ou facilitar que contribuirão para melhorar a acessibilidade da Web na Europa, mesmo sem disposições legislativas comunitárias específicas sobre essa matéria. O êxito geral das acções conseguir-se-á através de uma abordagem comum e coerente. Os principais domínios de acção são os seguintes:
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La responsabilidad primaria de mejorar la accesibilidad web corresponde a los Estados miembros y a los proveedores de servicios. No obstante, la Comisión puede emprender o facilitar algunas acciones que contribuyan a acelerar la mejora en Europa, incluso en ausencia de disposiciones legislativas comunitarias específicas sobre accesibilidad web. El éxito se conseguirá a través de un enfoque común y coherente. Los ámbitos de actuación clave serán:
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1. Facilitar a rápida adopção e implementação das orientações internacionais na Europa
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6. Facilitar la rápida adopción y aplicación en Europa de las directrices internacionales
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É praticamente consensual que as orientações WCAG 2.0 devem ser as especificações técnicas a respeitar escrupulosamente para a acessibilidade da Web. Uma vez que o W3C chegue a acordo quanto às orientações, o que se espera aconteça em breve, os organismos visados pelo mandato 376 poderão completar o seu trabalho de harmonização a nível europeu. Entretanto, os Estados-Membros deverão tomar medidas para garantir que o objectivo de Riga, que consiste em tornar acessíveis os sítios Web públicos, seja atingido e preparar-se para a rápida incorporação na regulamentação nacional, de um modo comum e coerente, das novas especificações para a acessibilidade da Web:
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Existe un amplio consenso en que las directrices WCAG 2.0 son las especificaciones técnicas que conviene seguir estrictamente en el ámbito de la accesibilidad web. Una vez que el W3C llegue a un acuerdo sobre las directrices, cosa que se espera ocurra en un futuro próximo, el mandato 376 podrá concluir sus trabajos armonización a nivel europeo. Mientras tanto, conviene que los Estados miembros acometan acciones encaminadas a garantizar la consecución del objetivo de Riga en relación con los sitios web accesibles al público y a preparar la rápida incorporación a la normativa nacional de las nuevas especificaciones sobre accesibilidad web, de manera común y coherente, mediante:
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- publicando, em 2009-2010, orientações técnicas actualizadas e, se necessário, traduzindo as especificações pertinentes do W3C;
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- la publicación, en 2009-2010, de unas orientaciones técnicas actualizadas y, cuando proceda, la traducción de las especificaciones pertinentes del W3C;
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- identificando, ao longo de 2009, os sítios Web públicos e as intranets[23] em causa e garantindo a sua acessibilidade até 2010, o mais tardar.
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- la determinación, en 2009, de los sitios web públicos y las intranets[23] afectadas, a fin de lograr su accesibilidad en 2010 a más tardar.
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A Comissão continuará a trabalhar para melhorar a acessibilidade dos seus próprios sítios Web, actualizando as suas orientações internas de forma a reflectirem as novas especificações.
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La Comisión seguirá trabajando para mejorar la accesibilidad de sus páginas web, actualizando sus orientaciones internas para adecuarlas a las nuevas especificaciones.
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Os prestadores de serviços não públicos, em particular os proprietários de sítios Web que fornecem serviços de interesse geral[24] e os fornecedores de sítios Web comerciais que são essenciais para a participação na economia e na sociedade, são igualmente encorajados a melhorarem a acessibilidade da Web (a partir de 2008).
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Se insta también a los proveedores de servicios no públicos, en particular a los propietarios de sitios web que presten servicios de interés general[24] y a los proveedores de sitios comerciales que resultan clave para la participación en la economía y en la sociedad, a que mejoren la accesibilidad web (a partir de 2008).
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Os Estados-Membros devem garantir a acessibilidade de todos os sítios Web públicos até 2010, o mais tardar, e preparar-se para a rápida transição, de um modo comum e coerente , para as especificações actualizadas sobre a acessibilidade da Web.
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Los Estados miembros deben conseguir la accesibilidad plena de los sitios web públicos para 2010 a más tardar y preparar una rápida transición a unas especificaciones actualizadas sobre accesibilidad web de manera común y coherente .
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Os proprietários de sítios Web que fornecem serviços de interesse geral e os proprietários de outros sítios Web relevantes devem melhorar a acessibilidade dos mesmos.
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Los propietarios de sitios web que presten servicios de interés general y otros propietarios de sitios pertinentes deben mejorar la accesibilidad de los mismos.
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Os organismos europeus de normalização, em cooperação com as partes interessadas, devem elaborar rapidamente normas europeias para a acessibilidade da Web com base nas WCAG 2.0.
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Las organizaciones europeas de normalización, en cooperación con las partes interesadas, deben elaborar rápidamente unas normas comunitarias sobre accesibilidad web , apoyándose en las WCAG 2.0.
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A Comissão está a melhorar a acessibilidade dos seus sítios Web, actualizando as orientações internas de forma a reflectirem as novas especificações.
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La Comisión está trabajando en la mejora de la accesibilidad de sus páginas web, actualizando las orientaciones internas para adecuarlas a las nuevas especificaciones.
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A Comissão monitorizará e apoiará estes desenvolvimentos, encorajando os Estados-Membros a tomarem rapidamente medidas no que respeita aos principais aspectos da implementação e facilitando a recolha e o intercâmbio de experiências práticas, principalmente através da plataforma ePractice[25]. Uma vez instauradas as normas, a Comissão examinará, em função dos progressos, a necessidade de orientações comunitárias comuns, incluindo medidas legislativas[26].
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La Comisión respaldará todas estas actividades y efectuará un seguimiento de las mismas, instando a los Estados miembros a tomar medidas urgentes sobre los aspectos esenciales de su aplicación y facilitando la recopilación y el intercambio de experiencias prácticas, principalmente a través de la plataforma ePractice [25]. En función de los progresos conseguidos, y cuando se disponga ya de las correspondientes normas, la Comisión estudiará la necesidad de unas orientaciones comunitarias comunes, incluidas posibles medidas legislativas[26].
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A Comissão avaliará os progressos, publicará as suas constatações e examinará a necessidade de orientações comunitárias comuns, incluindo medidas legislativas (a partir de 2009).
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La Comisión efectuará un seguimiento de los progresos conseguidos, los hará públicos y examinará la necesidad de unas orientaciones comunitarias comunes, incluidas posibles medidas legislativas (a partir de 2009).
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2. Melhorar a compreensão e promover a acessibilidade da Web
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7. Mejorar la comprensión de la accesibilidad web y fomentarla
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É absolutamente fundamental que as necessidades e as soluções para a acessibilidade da Web adquiram maior visibilidade, sejam mais bem compreendidas e sejam objecto de mais campanhas de sensibilização. Os Estados-Membros devem assumir um papel de liderança na consecução desse objectivo:
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Existe una palpable necesidad de incrementar la visibilidad, comprensión y conocimiento de las necesidades y soluciones en materia de accesibilidad web. Los Estados miembros deben asumir un papel de liderazgo al respecto:
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- promovendo amplamente a acessibilidade dos sítios Web através da disponibilização de informações e orientações claras sobre a acessibilidade dos sítios Web, inclusivamente sobre as tecnologias de assistência[27], e encorajando o recurso às declarações de acessibilidade[28];
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- promoviendo ampliamente la accesibilidad de los sitios web al aportar una información y unas orientaciones claras al respecto, con inclusión de las tecnologías asistenciales[27], y fomentando el uso de las declaraciones de accesibilidad[28];
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- apoiando programas de formação, a partilha de conhecimentos e o intercâmbio de boas práticas;
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- respaldando los planes de formación, la puesta en común de los conocimientos y el intercambio de buenas prácticas;
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- comprando ferramentas e sítios Web acessíveis no âmbito das aquisições públicas;
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- adquiriendo herramientas y sitios web accesibles cuando efectúen contrataciones públicas;
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- designando um ponto de contacto nacional para a acessibilidade da Web, por exemplo através de um sítio Web, em 2009;
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- asignando un punto nacional de contacto sobre accesibilidad web, p. ej., mediante un sitio web, en 2009;
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- acompanhando e dando conta ao grupo de alto nível proposto e ao público em geral dos progressos realizados a nível da conformidade, da satisfação dos utilizadores e dos custos de implementação no que respeita à acessibilidade da Web nos sítios públicos e noutros.
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- efectuando un seguimiento de los progresos conseguidos en materia de cumplimiento, satisfacción del usuario y costes de implantación de la accesibilidad web en sitios tanto públicos como de otro tipo, e informando al respecto al grupo de alto nivel propuesto y al público en general.
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Os Estados-Membros devem desempenhar um papel proeminente na melhoria da sensibilização e da compreensão da acessibilidade da Web, de forma coerente e eficaz, e dar conta dos progressos ao grupo de alto nível .
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Los Estados miembros deben tomar la iniciativa en la mejora del conocimiento y la comprensión de la accesibilidad web de manera coherente, eficiente y eficaz e informar al grupo de alto nivel sobre los progresos conseguidos.
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4. CONCLUSÃO
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4. CONCLUSIÓN
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É necessária uma acção comum e coerente em muitas frentes para conseguir a acessibilidade electrónica. Em particular, é essencial realizar progressos imediatos e rápidos nesta matéria. Todas as partes interessadas têm papéis decisivos a desempenhar para realizar o objectivo comum de uma sociedade da informação verdadeiramente inclusiva.
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Resulta necesaria una actuación común y coherente en diversos frentes para conseguir la accesibilidad electrónica. En particular, resulta esencial obtener progresos rápidos e inmediatos en relación con la accesibilidad web. Todas las partes interesadas tienen un papel decisivo que desempeñar a la hora de conseguir el objetivo común de una sociedad de la información verdaderamente incluyente.
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A Comissão convida o Conselho, o Parlamento Europeu, o Comité das Regiões e o Comité Económico e Social Europeu a exprimirem os seus pontos vista sobre as acções a empreender para tornar a sociedade da informação acessível a todos.
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La Comisión invita al Consejo, al Parlamento Europeo, al Comité de las Regiones y al Comité Económico y Social Europeo a manifestar su opinión sobre las acciones que deben emprenderse para conseguir que la sociedad de la información resulte accesible para todos.
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Anexo – Resumo das acções
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Anexo – resumen de las acciones
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E-acessibilidade
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Accesibilidad electrónica
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Acções | Data | Responsáveis |
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Acciones | Fecha | Responsable |
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Criar um grupo ad hoc de alto nível para elaborar orientações sobre as prioridades e definir uma abordagem mais coerente da acessibilidade electrónica. As partes interessadas são instadas a empenhar-se nesta cooperação. | Início de 2009 | CE, partes interessadas |
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Establecer un grupo especial de alto nivel que facilite orientaciones sobre las prioridades y sobre un enfoque más coherente en relación con la accesibilidad electrónica. Se hace un llamamiento a las partes interesadas para que se comprometan con esta cooperación. | Principios de 2009 | CE, partes interesadas |
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Garantir que a acessibilidade electrónica continue a ser uma prioridade política no seguimento da iniciativa i2010 e do plano de acção para as pessoas com deficiência. | 2009- | CE |
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Velar por que la accesibilidad electrónica siga constituyendo una prioridad política en las medidas continuadoras de i2010 y del Plan de acción sobre discapacidad. | 2009- | CE |
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Monitorizar a implementação e os progressos realizados a nível da acessibilidade da Web e da acessibilidade electrónica, apoiar a cooperação e o intercâmbio de boas práticas através de estudos e de uma rede temática no âmbito do PCI. | 2009- | CE, indústria e partes interessadas |
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Efectuar un seguimiento de los progresos y la aplicación de la accesibilidad web y la accesibilidad electrónica y respaldar la cooperación y el intercambio de buenas prácticas mediante estudios y una red temática del PIC. | 2009- | CE, industria y partes interesadas |
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Garantir que a acessibilidade electrónica seja uma das grandes prioridades da investigação e inovação. | 2009 - | CE |
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Velar por que la accesibilidad electrónica sea una prioridad esencial de la investigación y la innovación. | 2009 - | CE |
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Estimular a inovação e a implantação da acessibilidade electrónica através dos fundos estruturais, do 7.ºPQ, do programa AAD e dos programas nacionais. | 2009 - | EM, outras partes interessadas |
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Fomentar la innovación y el despliegue en materia de accesibilidad electrónica a través de los Fondos Estructurales, el 7º PM, el programa AAL y los programas nacionales. | 2009 - | EE. MM., otras partes interesadas |
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Prever uma caixa de ferramentas DEFICIÊNCIA aplicável às TIC, destinada a ser utilizada nos fundos estruturais e noutros programas. | 2009 | CE |
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Presentar un «juego de herramientas para la discapacidad» aplicable a las TIC para su uso en los Fondos Estructurales y otros programas. | 2009 | CE |
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A título do mandato 376, elaborar rapidamente normas europeias para a acessibilidade electrónica, em cooperação com as partes interessadas pertinentes. | 2009- | OEN |
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En virtud del mandato 376, elaborar rápidamente unas normas comunitarias sobre accesibilidad electrónica, en cooperación con las partes interesadas pertinentes. | 2009- | Organizaciones europeas de normalización |
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Garantir que sejam integradas nas revisões da legislação comunitária disposições adequadas sobre a acessibilidade electrónica. | 2008- | CE |
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Velar por la integración en las revisiones de la legislación comunitaria de las disposiciones adecuadas en relación con la accesibilidad electrónica. | 2008- | CE |
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Tirar partido das possibilidades oferecidas pela legislação actual para reforçar a acessibilidade electrónica. | 2008- | EM, CE, indústria e partes interessadas |
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Aprovechar al máximo las oportunidades que brinda la legislación actual para reforzar la accesibilidad electrónica. | 2008- | EE. MM., CE industria y partes interesadas |
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Acessibilidade da Web
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Accesibilidad web
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Tornar acessível a totalidade dos sítios Web públicos e preparar a rápida transição para as especificações actualizadas em matéria de acessibilidade da Web de um modo comum e coerente. | 2009-2010 | EM |
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Conseguir la accesibilidad plena de los sitios web públicos y preparar una rápida transición a unas especificaciones actualizadas sobre accesibilidad web de manera común y coherente. | 2009-2010 | EE. MM. |
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Elaborar rapidamente normas europeias para a acessibilidade da Web com base nas WCAG 2.0. | 2009- | OEN (e partes interessadas) |
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Elaborar rápidamente unas normas comunitarias sobre accesibilidad web, apoyándose en las WCAG 2.0 | 2009- | Organizaciones europeas de normalización (y partes interesadas) |
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Melhorar a acessibilidade dos sítios Web da Comissão, actualizando as orientações internas de modo a reflectirem as novas especificações. | 2009- | CE |
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Mejorar la accesibilidad de las páginas web de la Comisión, actualizando las orientaciones internas para adecuarlas a las nuevas especificaciones. | 2009- | CE |
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Os proprietários de sítios Web que oferecem serviços de interesse geral e os proprietários de outros sítios Web pertinentes devem melhorar a acessibilidade dos seus sítios. | 2009- | Outras partes interessadas |
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Mejorar la accesibilidad de los sitios web cuyos propietarios prestan servicios de interés general, así como de otros sitios web relevantes. | 2009- | Otras partes interesadas |
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Monitorizar os progressos e publicar as constatações desse exercício e examinar a necessidade de orientações europeias comuns, incluindo medidas legislativas. | 2009- | CE |
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Efectuar un seguimiento de los progresos alcanzados, hacerlos públicos y examinar la necesidad de unas orientaciones comunitarias comunes, incluidas posibles medidas legislativas. | 2009- | CE |
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Assumir um papel proeminente na sensibilização das pessoas para a acessibilidade da Web e na melhoria da sua compreensão, de forma coerente e eficaz, e dar conta dos progressos realizados ao grupo de alto nível. | 2008- | EM |
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Tomar la iniciativa en la mejora del conocimiento y la comprensión de la accesibilidad web de manera coherente, eficiente y eficaz, e informar al grupo de alto nivel sobre los progresos conseguidos. | 2008- | EE. MM. |
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[1] COM(2008) 412.
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[1] COM(2008) 412.
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[2] The Demographic Change — Impacts of New Technologies and Information Society .
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[2] The Demographic Change — Impacts of New Technologies and Information Society .
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[3] Ver detalhes no documento de trabalho dos serviços da Comissão em anexo.
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[3] Véanse detalles en el documento de trabajo de los servicios de la Comisión adjunto.
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[4] Comunicação sobre a iniciativa i2010 - COM(2005) 229, Comunicação sobre a info-acessibilidade ( e Accessibility) - COM(2005) 425, e Comunicação sobre a info-inclusão - COM(2007) 694.
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[4] Comunicación i2010, COM(2005) 229, Comunicación sobre la accesibilidad electrónica, COM(2005) 425 y Comunicación sobre la inclusión digital, COM(2007) 694.
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[5] COM(2008) 426.
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[5] COM(2008) 426.
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[6] Para dados mais detalhados, ver o estudo MeAC ( Measuring progress of e- accessibility in Europe ).
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[6] Véanse detalles en el estudio MeAC ( Measuring progress of e-accessibility in Europe ).
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[7] Ver relatório da consulta pública.
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[7] Véase el informe sobre la consulta pública.
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[8] http://ec.europa.eu/idabc/en/document/7728
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[8] http://ec.europa.eu/idabc/en/document/7728.
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[9] MeAC e estudo sobre a acessibilidade dos produtos e serviços TIC para os deficientes e os idosos.
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[9] MeAC y estudio sobre la accesibilidad de los productos y servicios de TIC para las personas con discapacidad y de la tercera edad.
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[10] Regulamento (CE) n.º 1083/2006 do Conselho
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[10] Reglamento (CE) nº 1083/2006 del Consejo.
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[11] O objectivo do mandato 376 é permitir o recurso aos contratos públicos e às boas práticas em matéria de TIC para eliminar os obstáculos à participação das pessoas com deficiência e dos idosos na sociedade da informação. O mandato 376 foi conferido pela Comissão Europeia aos OEN para que estes propusessem uma solução em termos de requisitos comuns (por exemplo, para o tamanho dos textos, o contraste do ecrã, a dimensão dos teclados, etc.) e de avaliação da conformidade.
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[11] El objetivo del mandato 376 es facilitar el uso de la contratación pública y las buenas prácticas en materia de TIC para suprimir los obstáculos que dificultan la participación de las personas con discapacidad o de la tercera edad en la sociedad de la información. La Comisión Europea confirió a las organizaciones europeas de normalización el mandato de presentar una solución para los requisitos comunes (por ejemplo, tamaños de texto, contraste de pantalla, tamaños de teclados, etc.) y la evaluación de la conformidad.
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[12] Ver MeAC e estudo sobre a acessibilidade dos produtos e serviços TIC para os deficientes e os idosos.
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[12] Véanse MeAC y estudio sobre la accesibilidad de los productos y servicios de TIC para las personas con discapacidad y de la tercera edad.
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[13] Na consulta pública, 90% das organizações de utilizadores consideraram ser altamente prioritária a adopção de medidas vinculativas, mas só 33% das empresas e das autoridades públicas são da mesma opinião.
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[13] En la consulta pública, el 90 % de las organizaciones de usuarios conferían una elevada prioridad a la legislación vinculante, frente a sólo un 33 % de la industria y las autoridades públicas.
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[14] Directivas 2000/78/CE, 2002/21/CE, 1999/5/CE, 2004/18/CE, 2001/29/CE, 2007/65/CE.
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[14] Directivas 2000/78/CE, 2002/21/CE, 1999/5/CE, 2004/18/CE, 2001/29/CE y 2007/65/CE.
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[15] Está, por exemplo, a ser revista a Directiva 1999/5/CE relativa aos equipamentos terminais: neste contexto, a Comissão tudo fará para manter a possibilidade de activar o n.º 3, alínea f), do artigo 3.º, disposição pertinente para a acessibilidade electrónica.
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[15] Por ejemplo, está revisándose la Directiva 1999/5/CE sobre equipos terminales: en este contexto, la Comisión velará por que se mantenga la posibilidad de activar el artículo 3, apartado 3, letra f).
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[16] Directiva 2007/65/CE.
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[16] Directiva 2007/65/CE.
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[17] Estudo MeAC.
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[17] Estudio MeAC.
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[18] Ver, a este propósito, o documento de trabalho dos serviços da Comissão.
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[18] Véase el documento de trabajo de los servicios de la Comisión adjunto.
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[19] COM(2001) 529.
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[19] COM(2001) 529.
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[20] 2002/C 86/02 e 2003/C 39/03.
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[20] 2002/C 86/02 y 2003/C 39/03.
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[21] C5-0074/2002-2002/2032(COS).
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[21] C5-0074/2002-2002/2032(COS).
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[22] Documento de trabalho dos serviços da Comissão.
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[22] Documento de trabajo de los servicios de la Comisión.
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[23] Em conformidade com a Directiva 2000/78/CE relativa à igualdade de tratamento no emprego.
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[23] De conformidad con Directiva 2000/78/CE sobre igualdad de trato en el empleo.
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[24] Conforme referido no documento COM(2007) 725.
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[24] Mencionados en COM(2007) 725.
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[25] www.epractice.eu.
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[25] www.epractice.eu.
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[26] Ver a Avaliação de Impacto do documento COM 2007 (694).
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[26] Véase la evaluación de impacto de COM 2007 (694).
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[27] Dispositivos TIC de apoio às capacidades funcionais das pessoas com deficiência.
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[27] Equipos de TIC que potencian las capacidades funcionales de las personas con discapacidad.
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[28] Fornecendo informações complementares sobre, por exemplo, a política do sítio Web em matéria de acessibilidade, o cumprimento das especificações pertinentes, o apoio às pessoas com deficiência, os mecanismos de reclamação.
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[28] Que aportan información de apoyo tal como: política del sitio web en materia de accesibilidad, cumplimiento de las especificaciones pertinentes, apoyo a las personas con discapacidad o mecanismos de presentación de quejas.
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