32007L0007

Directiva 2007/7/CE da Comissão, de 14 de Fevereiro de 2007 , que altera determinados anexos das Directivas 86/362/CEE e 90/642/CEE do Conselho no que diz respeito aos limites máximos de resíduos de atrazina, lambda-cialotrina, fenemedifame, metomil, linurão, penconazol, pimetrozina, bifentrina e abamectina (Texto relevante para efeitos do EEE )

Jornal Oficial nº L 043 de 15/02/2007 p. 0019 - 0031


Directiva 2007/7/CE da Comissão

de 14 de Fevereiro de 2007

que altera determinados anexos das Directivas 86/362/CEE e 90/642/CEE do Conselho no que diz respeito aos limites máximos de resíduos de atrazina, lambda-cialotrina, fenemedifame, metomil, linurão, penconazol, pimetrozina, bifentrina e abamectina

(Texto relevante para efeitos do EEE)

A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS,

Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia,

Tendo em conta a Directiva 86/362/CEE do Conselho, de 24 de Julho de 1986, relativa à fixação de limites máximos para os resíduos de pesticidas à superfície e no interior dos cereais [1], nomeadamente o artigo 10.o,

Tendo em conta a Directiva 90/642/CEE do Conselho, de 27 de Novembro de 1990, relativa à fixação de limites máximos de resíduos de pesticidas nos e sobre determinados produtos de origem vegetal, incluindo frutas e produtos hortícolas [2], nomeadamente o artigo 7.o,

Tendo em conta a Directiva 91/414/CEE do Conselho, de 15 de Julho de 1991, relativa à colocação dos produtos fitofarmacêuticos no mercado [3], nomeadamente o n.o 1, alínea f), do artigo 4.o,

Considerando o seguinte:

(1) Em conformidade com a Directiva 91/414/CEE, as autorizações de produtos fitofarmacêuticos destinados a ser utilizados em culturas específicas são da competência dos Estados-Membros. As autorizações em causa baseiam-se, obrigatoriamente, numa avaliação dos efeitos sobre a saúde humana e animal e da influência sobre o ambiente. A referida avaliação deve ter em conta elementos como a exposição do utilizador e das pessoas que se encontrem nas proximidades, o impacto no ambiente aos níveis terrestre, aquático e atmosférico e os efeitos, sobre as pessoas e os animais, do consumo de resíduos através de culturas tratadas.

(2) Os limites máximos de resíduos (LMR) reflectem a utilização da quantidade mínima de pesticida que permite proteger efectivamente a planta, aplicada de modo a que o resíduo seja tão baixo quanto a prática o permitir e também aceitável do ponto de vista toxicológico, nomeadamente à luz das estimativas de ingestão alimentar.

(3) Os LMR dos pesticidas abrangidos pelas Directivas 86/363/CEE e 90/642/CEE mantêm-se sujeitos a reapreciação, podendo ser alterados em função de novas utilizações ou utilizações modificadas. Dado que foram comunicadas à Comissão informações sobre utilizações novas ou modificadas, os limites de resíduos de lambda-cialotrina, fenemedifame, metomil, linurão, penconazol e pimetrozina terão de ser alterados.

(4) A exposição ao longo da vida dos consumidores aos referidos pesticidas por via dos alimentos que possam conter resíduos dos mesmos foi determinada e avaliada com base nas metodologias e práticas utilizadas na Comunidade e tendo em conta as directrizes publicadas pela Organização Mundial de Saúde [4]. Nesta avaliação, foi tido em consideração que a abamectina também é utilizada como medicamento veterinário destinado a animais produtores de alimentos e que já foram estabelecidos limites máximos de resíduos para essa substância, em conformidade com o Regulamento (CEE) n.o 2377/90 do Conselho, de 26 de Junho de 1990, que prevê um processo comunitário para o estabelecimento de limites máximos de resíduos de medicamentos veterinários nos alimentos de origem animal [5]. Com base na apreciação e nas avaliações, os LMR para esses pesticidas devem ser fixados de forma a garantir que a dose diária admissível não seja ultrapassada.

(5) No caso de lambda-cialotrina, metomil, linurão e pimetrozina, para os quais existe uma dose aguda de referência, a exposição aguda dos consumidores, por via de cada produto alimentar que possa conter resíduos destes pesticidas, foi determinada e avaliada com base nas metodologias e práticas utilizadas na Comunidade e tendo em conta as directrizes publicadas pela Organização Mundial de Saúde. Foram tidos em conta os pareceres do Comité Científico das Plantas, nomeadamente a sua opinião e recomendações sobre a protecção dos consumidores de produtos alimentares tratados com pesticidas [6]. Com base na apreciação da ingestão diária, os LMR para esses pesticidas devem ser fixados de forma a garantir que a dose aguda de referência não será ultrapassada. No caso das outras substâncias, a avaliação da informação disponível revelou não ser necessária nenhuma dose aguda de referência e que, por conseguinte, não é necessária uma avaliação de curto prazo.

(6) No que se refere à atrazina presente nos cereais, as novas informações disponibilizadas desde a adopção da Directiva 2006/61/CE da Comissão, de 7 de Julho de 2006, que altera os anexos das Directivas 86/362/CEE, 86/363/CEE e 90/642/CEE do Conselho, no que diz respeito aos limites máximos de resíduos de atrazina, azinfos-etilo, ciflutrina, etefão, fentião, metamidofos, metomil, paraquato e triazofos [7] mostram que um LMR superior ao introduzido por aquela directiva na Directiva 86/362/CE é seguro para os consumidores. O LMR introduzido pela Directiva 2006/61/CE deve, por conseguinte, ser substituído por um superior.

(7) Quando as utilizações autorizadas de produtos fitofarmacêuticos não resultarem em níveis detectáveis de resíduos de pesticidas no interior ou à superfície do produto alimentar, quando não houver utilizações autorizadas, quando, em apoio das utilizações autorizadas por determinados Estados-Membros, não tiverem sido facultados os dados requeridos ou ainda quando, em apoio das utilizações em determinados países terceiros de que possam resultar resíduos no interior ou à superfície de produtos alimentares susceptíveis de entrar em circulação no mercado comunitário, não tiverem sido facultados tais dados requeridos, os LMR são fixados no limite inferior da determinação analítica.

(8) Por conseguinte, importa estabelecer novos LMR para esses pesticidas.

(9) O facto de serem fixados ou alterados esses LMR provisórios a nível comunitário não impede os Estados-Membros de fixarem LMR provisórios para as substâncias fenemedifame, linurão, penconazol e pimetrozina, em conformidade com o n.o 1, alínea f), do artigo 4.o da Directiva 91/414/CEE e o anexo VI da mesma. Considera-se que um período de quatro anos é suficiente para permitir as outras utilizações dessas substâncias. Os LMR comunitários provisórios devem, então, tornar-se definitivos.

(10) A Directiva 90/642/CEE deve, por conseguinte, ser alterada em conformidade.

(11) As medidas previstas na presente directiva estão em conformidade com o parecer do Comité Permanente da Cadeia Alimentar e da Saúde Animal,

ADOPTOU A PRESENTE DIRECTIVA:

Artigo 1.o

O anexo II da Directiva 86/362/CEE é alterado em conformidade com o anexo I da presente directiva.

Artigo 2.o

O anexo II da Directiva 90/642/CEE é alterado em conformidade com o anexo II da presente directiva.

Artigo 3.o

1. No que se refere ao artigo 1.o, os Estados-Membros devem adoptar e publicar, o mais tardar em 20 de Janeiro de 2007, as disposições legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento à presente directiva. Os Estados-Membros comunicam imediatamente à Comissão o texto das referidas disposições, bem como um quadro de correspondência entre essas disposições e a presente directiva.

Os Estados-Membros devem aplicar essas disposições a partir de 21 de Janeiro de 2007.

2. No que se refere ao artigo 2.o, os Estados-Membros devem adoptar e publicar, o mais tardar em 15 de Agosto de 2007, as disposições legislativas, regulamentares e administrativas necessárias para dar cumprimento à presente directiva. Os Estados-Membros comunicam imediatamente à Comissão o texto das referidas disposições, bem como um quadro de correspondência entre essas disposições e a presente directiva.

Os Estados-Membros devem aplicar essas disposições a partir de 16 de Agosto de 2007.

3. As disposições referidas no n.o 1 e no n.o 2 adoptadas pelos Estados-Membros devem fazer referência à presente directiva ou ser acompanhadas dessa referência aquando da sua publicação oficial. As modalidades daquela referência incumbem aos Estados-Membros.

4. Os Estados-Membros comunicam à Comissão o texto das principais disposições de direito interno que adoptarem no domínio abrangido pela presente directiva.

Artigo 4.o

A presente directiva entra em vigor no vigésimo dia seguinte ao da sua publicação no Jornal Oficial da União Europeia.

Artigo 5.o

Os Estados-Membros são os destinatários da presente directiva.

Feito em Bruxelas, em 14 de Fevereiro de 2007.

Pela Comissão

Markos Kyprianou

Membro da Comissão

[1] JO L 221 de 7.8.1986, p. 37. Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2006/92/CE da Comissão (JO L 311 de 10.11.2006, p. 31).

[2] JO L 350 de 14.12.1990, p. 71. Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2006/92/CE da Comissão.

[3] JO L 230 de 19.8.1991, p. 1. Directiva com a última redacção que lhe foi dada pela Directiva 2006/136/CE da Comissão (JO L 349 de 12.12.2006, p. 42).

[4] "Guidelines for predicting dietary intake of pesticide residues" — Edição revista das directrizes para a estimativa da ingestão de resíduos de pesticidas preparadas pelo grupo GEMS/programa alimentar em colaboração com o Comité do Codex para os resíduos de pesticidas, publicada pela Organização Mundial de Saúde em 1997 (WHO/FSF/FOS/97.7).

[5] JO L 224 de 18.8.1990, p. 1. Regulamento com a última redacção que lhe foi dada pelo Regulamento (CE) n.o 1831/2006 da Comissão (JO L 354 de 14.12.2006, p. 5).

[6] Parecer sobre determinadas questões decorrentes da alteração dos anexos das Directivas 86/362/CEE, 86/363/CEE e 90/642/CEE do Conselho (parecer expresso pelo CCP em 14 de Julho de 1998); Parecer sobre resíduos variáveis de pesticidas em frutos e produtos hortícolas (parecer expresso pelo CCP em 14 de Julho de 1998) http://europa.eu.int/comm/food/fs/sc/scp/outcome_ppp_en.html

[7] JO L 206 de 27.7.2006, p. 12.

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ANEXO I

Na parte A do anexo II da Directiva 86/362/CEE, a linha correspondente à atrazina passa a ter a seguinte redacção:

Resíduos de pesticidas | Limite máximo em mg/kg |

"Atrazina | 0,1 [1] CEREAIS |

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ANEXO II

Na parte A do anexo II da Directiva 90/642/CEE, as colunas relativas a lambda-cialotrina, fenemedifame, metomil, linurão, penconazol, pimetrozina, bifentrina e abamectina passam a ter a seguinte redacção:

| Resíduos de pesticidas e limites máximos de resíduos (mg/kg) |

Grupos de produtos e exemplos de produtos a que se aplicam os LMR | Lambda-cialotrina | Fenemedifame | Metomil/Tiodicarbe (soma expressa em metomil) | Linurão | Penconazol | Pimetrozina | Bifentrina | Abamectina (soma da avermectina B1a, da avermectina B1b e do isómero delta-8,9 da avermectina B1a) |

"1.Frutos, frescos, secos ou não cozidos, congelados, sem adição de açúcar; frutos de casca rija | | | | 0,05 [1] [2] | | | | |

i)CITRINOS | | 0,05 [1] [2] | | | 0,05 [1] | 0,3 | 0,1 | 0,01 [1] |

Toranjas | 0,1 | | 0,5 | | | | | |

Limões | 0,2 | | 1 | | | | | |

Limas | 0,2 | | 1 | | | | | |

Tangerinas (incluindo clementinas e híbridos semelhantes) | 0,2 | | 1 | | | | | |

Laranjas | 0,1 | | 0,5 | | | | | |

Pomelos | 0,1 | | 0,5 | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | 0,05 [1] | | | | | |

ii)FRUTOS DE CASCA RIJA (com ou sem casca) | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Amêndoas | | | | | | | | |

Castanhas-do-brasil | | | | | | | | |

Castanhas de caju | | | | | | | | |

Castanhas | | | | | | | | |

Cocos | | | | | | | | |

Avelãs | | | | | | | | |

Nozes de macadâmia | | | | | | | | |

Nozes pecans | | | | | | | | |

Pinhões | | | | | | | | |

Pistácios | | | | | | | | |

Nozes comuns | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

iii)FRUTOS DE POMÓIDEAS | 0,1 | 0,05 [1] [2] | 0,2 | | 0,2 | 0,02 [1] | 0,3 | 0,01 [1] |

Maçãs | | | | | | | | |

Peras | | | | | | | | |

Marmelos | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

iv)FRUTOS DE PRUNÓIDEAS | | 0,05 [1] [2] | | | | | 0,2 | 0,01 [1] |

Damascos | 0,2 | | 0,2 | | 0,1 | 0,05 | | |

Cerejas | | | 0,1 | | | | | |

Pêssegos (incluindo nectarinas e híbridos semelhantes) | 0,2 | | 0,2 | | 0,1 | 0,05 | | |

Ameixas | | | 0,5 | | | | | |

Outros | 0,1 | | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | | |

v)BAGAS E FRUTOS PEQUENOS | | | | | | | | |

a)Uvas de mesa e para vinho | 0,2 | 0,05 [1] [2] | | | 0,2 | 0,02 [1] | 0,2 | 0,01 [1] |

Uvas de mesa | | | 0,05 [1] | | | | | |

Uvas para vinho | | | 1 | | | | | |

b)Morangos (à excepção dos silvestres) | 0,5 | 0,1 [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,5 | 0,5 | 0,1 |

c)Frutos de tutor (à excepção dos silvestres) | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | | | |

Amoras | | | | | | 3 | 0,3 | 0,1 |

Amoras pretas | | | | | | | | |

Framboesas (Rubus loganobaccus) | | | | | | | | |

Framboesas | | | | | | 3 | 0,3 | 0,1 |

Outros | | | | | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

d)Outras bagas e frutos pequenos (à excepção dos silvestres) | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | | | | 0,01 [1] |

Mirtilos (frutos da espécie Vaccinium myrtillus) | 0,02 [1] | | | | | | | |

Airelas | 0,02 [1] | | | | | | | |

Groselhas (de cachos vermelhos, negros e brancos) | 0,1 | | | | 0,5 | 0,1 | 0,5 | |

Groselhas espinhosas | 0,1 | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | |

e)Bagas e frutos silvestres | 0,2 | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

vi)FRUTOS DIVERSOS | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | | |

Abacates | | | | | | | | |

Bananas | | | | | | | 0,1 | |

Tâmaras | | | | | | | | |

Figos | | | | | | | | |

Quivis | | | | | | | | |

Cunquatos | | | | | | | | |

Lichias | | | | | | | | |

Mangas | | | | | | | 0,3 | |

Azeitonas (de mesa) | 0,5 | | | | | | | |

Azeitonas (para azeite) | 0,5 | | | | | | | |

Papaias | | | | | | | 0,5 | 0,05 |

Maracujás | | | | | | | | |

Ananases | | | | | | | | |

Romãs | | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | | | | | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

2.Produtos hortícolas, frescos ou não cozidos, congelados ou secos

i)RAÍZES E TUBÉRCULOS | | | | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Beterrabas | | 0,1 [2] | | | | | | |

Cenouras | | | | 0,2 [2] | | | | |

Mandiocas | | | | | | | | |

Aipos-rábanos | 0,1 | | | 0,5 [2] | | | | |

Rábanos | | | | | | | | |

Tupinambos | | | | | | | | |

Pastinagas | | | | 0,2 [2] | | | | |

Salsa de raiz grossa | | | | 0,2 [2] | | | | |

Rabanetes | 0,1 | | 0,5 | | | | | |

Salsifis | | | | | | | | |

Batatas-doces | | | | | | | | |

Rutabagas | | | | | | | | |

Nabos | | | | | | | | |

Inhames | | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | | | | |

ii)BOLBOS | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Alho comum | | | | | | | | |

Cebolas | | | | | | | | |

Chalotas | | | | | | | | |

Cebolinhas | 0,05 | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | | | | | | |

iii)FRUTOS DE HORTÍCOLAS | | 0,05 [1] [2] | | 0,05 [1] [2] | | | | |

a)Solanáceas | | | | | | | 0,2 | |

Tomates | 0,1 | | 0,2 | | 0,1 | 0,5 | | 0,02 |

Pimentos | 0,1 | | 0,2 | | 0,2 | 1 | | 0,05 |

Beringelas | 0,5 | | 0,2 | | 0,1 | 0,5 | | 0,02 |

Quiabos | | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | | 0,01 [1] |

b)Cucurbitáceas de pele comestível | 0,1 | | 0,05 [1] | | 0,1 | 0,5 | 0,1 | 0,02 |

Pepinos | | | | | | | | |

Cornichões | | | | | | | | |

Curgetes | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

c)Cucurbitáceas de pele não comestível | 0,05 | | 0,05 [1] | | 0,1 | 0,2 | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Melões | | | | | | | | |

Abóboras | | | | | | | | |

Melancias | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

d)Milho doce | 0,05 | | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

iv)BRÁSSICAS | | 0,05 [1] [2] | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | | 0,01 [1] |

a)Couves de inflorescência | 0,1 | | | | | 0,02 [1] | 0,2 | |

Brócolos | | | 0,2 | | | | | |

Couves-flores | | | | | | | | |

Outros | | | 0,05 [1] | | | | | |

b)Couves de cabeça | | | 0,05 [1] | | | | 1 | |

Couves-de-bruxelas | 0,05 | | | | | | | |

Couves-repolho | 0,2 | | | | | 0,05 | | |

Outros | 0,02 [1] | | | | | 0,02 [1] | | |

c)Couves de folha | 1 | | 0,05 [1] | | | 0,2 | 0,05 [1] | |

Couves-chinesas | | | | | | | | |

Couves-galegas | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

d)Couves-rábanos | 0,02 [1] | | 0,05 [1] | | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | |

v)PRODUTOS HORTÍCOLAS DE FOLHA E PLANTAS AROMÁTICAS FRESCAS | | | | | 0,05 [1] | | | |

a)Alfaces e semelhantes | 1 | 0,05 [1] [2] | | 0,05 [1] [2] | | 2 | 2 | 0,1 |

Agriões | | | | | | | | |

Alfaces-de-cordeiro | | | | | | | | |

Alfaces | | | 0,3 | | | | | |

Escarolas | | | | | | | | |

Rúcola | | | | | | | | |

Folhas e caules de brássicas | | | | | | | | |

Outros | | | 0,05 [1] | | | | | |

b)Espinafres e semelhantes | 0,5 | 0,5 [2] | | 0,05 [1] [2] | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Espinafres | | | 0,05 | | | | | |

Acelgas | | | | | | | | |

Outros | | | 0,05 [1] | | | | | |

c)Agriões-de-água | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

d)Endívias | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

e)Plantas aromáticas | 1 | 7 | 0,3 | 1 [2] | | 1 | 0,05 [1] | 1 |

Cerefólio | | | | | | | | |

Cebolinho | | | | | | | | |

Salsa | | | | | | | | |

Folhas de aipo | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

vi)LEGUMES DE VAGEM (frescos) | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,05 [1] | 1 | | 0,01 [1] |

Feijões (com vagem) | 0,2 | | | | | | 0,50 | |

Feijões (sem vagem) | | | | 0,1 [2] | | | | |

Ervilhas (com vagem) | 0,2 | | | | | | 0,1 | |

Ervilhas (sem vagem) | 0,2 | | | 0,1 [2] | | | | |

Outros | 0,02 [1] | | | 0,05 [1] [2] | | | 0,05 [1] | |

vii)LEGUMES DE CAULE (frescos) | | | 0,05 [1] | | | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Espargos | | | | | | | | |

Cardos | | | | | | | | |

Aipos | 0,3 | | | 0,1 [2] | | | | |

Funcho | 0,3 | | | 0,1 [2] | | | | |

Alcachofras | | 0,2 [2] | | | 0,2 | | | |

Alhos franceses | 0,3 | | | | | | | |

Ruibarbos | | | | | | | | |

Outros | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | | | |

viii)COGUMELOS | | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

a)Cogumelos cultivados | 0,02 [1] | | | | | | | |

b)Cogumelos silvestres | 0,5 | | | | | | | |

3.Leguminosas secas | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Feijões | | | | | | | | |

Lentilhas | | | | | | | | |

Ervilhas | | | | | | | | |

Tremoços | | | | | | | | |

Outros | | | | | | | | |

4.Oleaginosas | 0,02 [1] | 0,1 [1] [2] | | 0,1 [1] [2] | 0,05 [1] | | 0,1 [1] | 0,02 [1] |

Sementes de linho | | | | | | | | |

Amendoins | | | 0,1 | | | | | |

Sementes de papoila | | | | | | | | |

Sementes de sésamo | | | | | | | | |

Sementes de girassol | | | | | | | | |

Sementes de colza | | | | | | | | |

Soja | | | 0,1 | | | | | |

Sementes de mostarda | | | | | | | | |

Sementes de algodão | | | 0,1 | | | 0,05 | | |

Sementes de cânhamo | | | | | | | | |

Outros | | | 0,05 [1] | | | 0,02 [1] | | |

5.Batata | 0,02 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,05 [1] [2] | 0,05 [1] | 0,02 [1] | 0,05 [1] | 0,01 [1] |

Batatas novas | | | | | | | | |

Batatas de conservação | | | | | | | | |

6.Chá (folhas e caules, secos, fermentados ou não, de Camellia sinensis) | 1 | 0,1 [1] [2] | 0,1 [1] | 0,1 [1] [2] | 0,1 [1] | 0,1 [1] | 5 | 0,02 [1] |

7.Lúpulo (seco), incluindo granulados e pó não concentrado | 10 | 0,1 [1] [2] | 10 | 0,1 [1] [2] | 0,5 | 15 | 10 | 0,05 |

[*] Indica o limite inferior de determinação analítica.

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